Correios ou transportadoras: descubra a melhor opção para o seu negócio

Estar por dentro dos prós e contras dos Correios ou transportadoras é uma prática que deve fazer parte do dia a dia das lojas virtuais.  A logística é responsável por até 12% das despesas totais de um e-commerce é imprescindível pensar em todos os detalhes.

Encontrar a forma ideal e eficiente de entrega para seus produtos pode definir o sucesso do e-commerce e, até mesmo, tornar-se sua marca registrada. Por isso, vale investir algum tempo na análise estudando as alternativas, inclusive por meio de testes.

E, diante dos resultados, escolher aquela que melhor se encaixa às características do negócio, buscando equilíbrio entre o faturamento e a satisfação dos clientes. Afinal, dentro dos custos com logística no e-commerce, o frete ainda é a maior fatia de gastos, com 58,1% do total, segundo a pesquisa Logística no E-commerce Brasileiro 2017.

Para que o seu e-commerce siga no caminho correto e aproveite todo o crescimento que ainda vem pela frente ― em 2017, o crescimento foi de 12% em relação ao ano anterior e há projeção de crescimento de 15% em 2018, segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) ―, vamos auxiliar você neste trabalho de verificação.

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Os prós e contras: Correios ou transportadoras?

Para que você faça a escolha mais assertiva  para o seu negócio, listamos os principais pontos de atenção no momento de decidir pelos Correios ou transportadoras como forma de entrega aos clientes.

#1 Recorrência de entregas e pagamento:

Supondo que seu e-commerce ainda não tenha um volume de vendas grande… Se a opção de entrega dos produtos for via Correios, o baixo volume de envios vai obrigar o seu negócio a pagar pelo frete a cada novo envio, pois não se justifica a formalização de um contrato.

Essa situação pode comprometer seu controle financeiro. Contudo, o cenário muda de figura se o seu e-commerce passar a contar com os Correios como transportador oficial, formalizando um contrato de trabalho.

Dessa forma, seu negócio receberá uma fatura em um dia do mês predeterminado e pode realizar o pagamento de todos os envios do período de uma vez só, facilitando o controle e a gestão financeira.

Este cenário se repete no caso da sua opção de envio ser uma transportadora particular. Envios esporádicos geram várias faturas que devem ser controladas, enquanto parcerias fixas são mais vantajosas. Assim, você pode acumular várias entregas de produtos para, só então, pagar pelos serviços contratados.

#2 Custo do frete no e-commerce:

A porcentagem do frete sobre as vendas é um bom indicador que está diretamente ligado à taxa de conversão do e-commerce e ao abandono de carrinho. Segundo o estudo E-commerce Radar 2017, quanto menor for a porcentagem do frete sobre o valor do produto, maior é o incentivo para o cliente completar a compra.

Por isso, é essencial dar uma atenção especial na hora da escolha, considerando o tipo de produto que é vendido e o tipo de cliente que compra. Com uma boa pesquisa de preços e com conhecimento das características do seu produto, o preço do frete pode se tornar, até mesmo, um grande aliado da sua marca, basta escolher com sabedoria.

Nesse contexto, optar pelos Correios pode ser a alternativa ideal quando os produtos pesam pouco e não são frágeis, pois o envio acaba sendo mais barato, visto que a precificação dos Correios é feita com base no peso do pacote. Porém, as condições do transporte exigem uma resistência maior dos seus produtos. Isso nos leva ao terceiro item.

#3 Características da carga:

Se, de um lado os correios são uma boa sugestão para produtos leves e mais resistentes, por outro, para envios maiores e mais frágeis recomenda-se o orçamento nas transportadoras particulares, especialmente se forem encaminhados para capitais e cidades onde a empresa opera com frequência, o que pode baixar o preço.

Aqui, as transportadoras particulares acabam contando com uma vantagem extra, visto que o lojista pode solicitar cuidados adicionais com as mercadorias. Essa questão pode, inclusive, ser registrada em contrato, com uma cláusula de restituição de valores em caso de acidentes, por exemplo. A maioria das transportadoras, no entanto, já possuem seguro para a carga, pois conhecem os riscos envolvidos nessas operações.

Para não sermos completamente injustos neste aspecto, vale lembrar que os Correios oferecem um seguro de 1% sobre o valor declarado do produto, cujo propósito é justamente cobrir avarias, extravios e roubos, embora a burocracia para o resgate deste seguro possa ser bastante complexa.

#4 Volume de envios:

É fato que qualquer e-commerce prefere lidar com um enorme volume de pedidos e envios a lidar com um baixo índice de vendas. Já falamos aqui que um baixo volume acaba deixando bastante margem para a escolha da forma de transporte, mas quando a quantidade de envios é maior, o cenário muda..

Com os Correios, por exemplo, o custo por volume pode ser bem alto, impactando consideravelmente nas finanças do seu negócio — cada pacote enviado gera uma taxa única que não tem desconto pela quantidade. Aqui, a única maneira em que os Correios podem acabar compensando é se a sua marca for uma gigante do setor e conseguir fechar algum tipo de contrato corporativo, como já falamos anteriormente.

As transportadoras, por outro lado, podem aliviar sua gestão financeira com base no seu volume de envios. Isso acontece porque, fechando a capacidade máxima de carga do veículo, a empresa de transporte consegue aproveitar melhor a relação de custo-benefício de suas viagens. É ganho para a transportadora, economia para o empreendedor e para o cliente.

É justamente por conta desse fator, por exemplo, que as transportadoras possuem uma tendência muito maior a fechar contratos de parceria com lojas online que movimentam um grande volume de mercadorias.

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#5 Prazo de entrega:

O prazo de entrega também costuma ser um fator bem decisivo, seja para os clientes na hora da compra, seja para o empreendedor na hora de planejar a logística. Simultaneamente, é também um fator de alta complexidade. Isso porque não é segredo que, normalmente, quanto mais longo for o prazo de entrega, mais barato sai o frete, uma forma bem justa e transparente de equilibrar as expectativas do seu cliente.

O que nem todo mundo sabe, contudo, é que algumas pessoas realmente preferem esperar um pouco mais se o custo for menor. Aqui, vale avaliar mais uma vez o seu tipo de produto para antecipar a pressa do comprador. A boa notícia é que essa estratégia pode ser facilmente trabalhada pelo e-commerce.

Além de fazer uma pesquisa bem detalhada sobre os prazos de entrega, você pode dividir com o consumidor a responsabilidade da escolha pelos Correios ou transportadoras. Depois de fazer seu trabalho interno, você pode oferecer uma opção mais barata de frete, mas com tempo de espera maior (normalmente feita pelos Correios), ou mais cara, só que com frete mais caro, geralmente feita pelas transportadoras.

É uma medida simples, mas que dá o poder de escolha para o cliente e pode se tornar um verdadeiro diferencial do seu negócio. Afinal, o consumidor sentirá que faz parte do processo, ajudando na sua fidelização de clientes.

#6 Influência da distância:

O envio de produtos pelos Correios costuma ser a primeira opção de muitos e-commerces por conta da sua abrangência nacional. Como praticamente todas as regiões do país recebem correspondência via Correios, podem receber também produtos enviados por seu e-commerce, e essa segurança, de fato, justifica muito a escolha pela empresa.

Porém, em cidades mais afastadas ou que ofereçam risco à carga e ao motorista, normalmente o consumidor precisa se dirigir até uma agência para retirar suas encomendas, gerando um certo incômodo para quem busca justamente o contrário: conforto e praticidade.

Para o empreendedor, é um preço consideravelmente justo a se pagar pelo alcance do serviço. Para estes casos, contar com o suporte de uma transportadora particular pode ser um grande diferencial, visto que ela costuma desenvolver parcerias com empresas locais, facilitando as entregas.

Outro quesito importante e que favorece as transportadoras são as entregas na própria região de atuação. Pelos Correios, o custo da entrega local pode ser o mesmo de enviar para estados vizinhos, podendo deixar os consumidores frustrados.

Aqui, vale, inclusive, optar por transportadoras com veículos de pequeno porte, ganhando agilidade e surpreendendo seus clientes com entregas em até 24 horas, como acontece com frequência na região da Grande São Paulo, por exemplo.

#7 Rastreio de produtos:

Para fechar a nossa lista, é imprescindível escolher uma forma de entrega que use o rastreamento de produtos. Normalmente, esse benefício pode ser obtido tanto nos Correios quanto nas transportadoras, mas não custa confirmar no momento de fechar uma parceria. Assim, você garante que seus clientes possam acompanhar toda a entrega, o que acaba gerando mais tranquilidade no processo.

Como você viu ao longo deste artigo, são vários pontos a se pensar. Cada um deles, quando analisados e escolhidos da forma correta, trarão ainda mais confiança para o seu comércio online e garantirão a satisfação dos seus clientes. Portanto, esperamos que este artigo auxilie o seu dia a dia… Convidamos você para assinar a newsletter do Blog da Wirecard e continuar acompanhando as novidades do mercado de e-commerce.

Adquirente e subadquirente: por que essa escolha é tão fundamental?

Para quem já montou, está montando ou pretende montar uma loja virtual, existem três detalhes estruturais principais que precisam ser resolvidos: layout, plataforma de e-commerce e a forma como serão realizados os pagamentos. Todos eles são importantes e estão interligados, mas esse último é responsável por garantir a entrada do faturamento da empresa. Em meio à escolha do formato mais adequado, dois conceitos surgem como alternativas aos empreendedores: adquirente e subadquirente.

Para ajudar você a decidir, vamos explicar melhor os conceitos de cada um e mostrar como essa escolha, se bem feita   pode ajudar qualquer empreendedor do comércio digital, independentemente do nível de complexidade do seu negócio. Se o e-commerce está em fase de planejamento, esta já é uma discussão natural, parte do processo.

Porém, se o projeto está em andamento, uma revisão de diretrizes pode ser  uma oportunidade para buscar resultados melhores, otimizar a forma com a qual seu e-commerce recebe os pagamentos online e economizar nos seus investimentos.

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O que é uma adquirente?

Adquirentes são as empresas responsáveis por processar e liquidar as transações realizadas em cartão de crédito e débito, tanto em comércio físico quanto no e-commerce. Devidamente credenciadas, elas promovem a conversa entre as lojas, as bandeiras de cartão e os bancos emissores dos cartões. Cielo, Rede, Stone e GetNet são alguns dos principais exemplos.

Funciona assim: o cliente acessa o e-commerce, escolhe os produtos que deseja adquirir, insere os dados do cartão e finaliza a compra. Nesse momento, a adquirente passa a trabalhar. Ela entra em contato com as bandeiras, que, por sua vez, verificam com o banco se o cliente possui saldo (no caso do débito) ou limite (em caso de compra no crédito). Se tudo estiver certo, a adquirente recebe a informação de que a transação foi aprovada e libera a compra.

Esse mesmo processo acontece nas lojas físicas. Por meio da máquina, a adquirente lê as informações do cartão e envia os dados para a bandeira, que remete ao banco. Quando está tudo certo, aparece no equipamento a mensagem de que a transação foi aprovada.

Nas transações realizadas pelo cartão de crédito, o pagamento é feito à loja em 30 dias. Já em caso de débito, costuma ser imediato. Caso a compra tenha sido parcelada, o dinheiro é entregue conforme as parcelas são recebidas ao longo dos meses ou à vista, dependendo do contrato.

Para realizar esse serviço, as adquirentes cobram uma taxa por transação realizada, que varia entre 3% e 6%, dependendo da forma de pagamento. As taxas mais altas são aplicadas para as compras parceladas e as mais baixas para as realizadas no débito ou crédito à vista.

Quando o dono do e-commerce opta por uma adquirente, ele precisa saber que essas empresas não oferecem serviços de gateway de pagamento (sistema responsável por processar o pagamento) ou sistema antifraude. Seu valor está nas taxas mais baixas. Porém, para não deixar a operação vulnerável e menos eficiente, é necessário contratar, paralelamente, outros serviços, o que pode acabar onerando a empresa mais do que o previsto.

O que é uma subadquirente?

As subadquirentes, por sua vez, realizam a intermediação do pagamento entre todas as partes que compõe o processo. Elas recolhem os dados dos clientes e enviam para as adquirentes. Depois, realizam a liquidação dos valores com as lojas.

Na prática, o dono do e-commerce contrata a subadquirente e essa empresa se responsabiliza pelo processo todo.Isso  não se refere à transação financeira somente. Além dessa possibilidade, o subadquirente inclui também serviços de gateway de pagamento , sistema antifraude e conciliação financeira. Dessa forma, o e-commerce pode reduzir grande parte dos custos, evitando a necessidade da contratação de outros serviços para fazer suas vendas.

O Wirecard opera como subadquirente, que, além desses serviços, ainda conta com o checkout transparente, uma ferramenta que permite o processamento do pagamento dentro do ambiente da própria loja, sem necessidade de cadastros ou redirecionamentos. Isso oferece ao comprador final uma sensação maior de segurança e credibilidade, pois ele não é encaminhado para páginas externas na hora de finalizar a compra.

Agora, você tem os elementos suficientes para fazer a escolha entre adquirente e subadquirente. Cabe avaliar com seriedade a realidade da sua empresa e as condições oferecidas. Somente a partir desse processo será possível optar por um caminho que fará seu empreendimento crescer de maneira sustentável.

A parceria com a Wirecard, por exemplo, elimina a necessidade de ter diversos contratos e integrações com as adquirentes, gateway, gestão de risco e conciliação. O lojista terá todos esses serviços em apenas um contrato e uma única integração. Quer conhecer todas as vantagens de ter a Wirecard no seu e-commerce? Clique aqui, conheça nossas soluções e marque um bate papo com nossa equipe de consultores.

Como fazer vendas pelo WhatsApp com a Wirecard e Omnichat?

No universo do comércio eletrônico, é sempre muito importante estar presente em diversos canais. Sejam eles de atendimento, marketing e, até mesmo, negócios. E com o crescimento dos aplicativos de mensagens, os lojistas foram beneficiados com a ampliação dos canais de contato com os clientes, surgem então uma porção de perguntas:  Será que a rede social que uso pode ser um canal de ampliação dos negócios? Como fazer vendas pelo WhatsApp?

Neste artigo, falaremos quais são os benefícios de utilizar o WhatsApp como canal de vendas, e também falaremos sobre a parceria da Wirecard com a Omnichat, uma plataforma que permite o lojista realizar suas vendas pelo aplicativo. Mas caso você já queira aplicar essa novidade na sua operação, clique no botão abaixo:

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Usar o WhatsApp no e-commerce é uma boa ideia?

Se você parar para pensar, os consumidores modernos percorrem uma jornada até tomarem a decisão pela compra. Eles navegam em diversos sites, comparam os preços dos produtos com seus concorrentes, pesquisam por variações de modelo, tudo até encontrar o produto ideal.

Em lojas físicas, é muito comum termos algum vendedor para nos auxiliar com essa compra. No comércio eletrônico porém, o conteúdo do site e dos produtos é quem tem a grande responsabilidade pela venda. Neste caso, o WhatsApp surge como uma alternativa para facilitar o processo de compra dos clientes.

Uma pesquisa realizada em Julho de 2017 pelo Serviço de Proteção ao Consumidor Brasil (SPC Brasil) nos deixa claro como fazer vendas pelo WhatsApp pode ser uma excelente oportunidade para o crescimento do negócio. Segundo a pesquisa:

  • 59,2% dos consumidores brasileiros já fizeram pelo menos uma compra com dispositivos móveis, sendo que 27% compraram diversas vezes;

Deu para notar que fazer vendas pelo WhatsApp pode ser uma boa ideia para atender uma demanda latente dos consumidores. Pensando na possibilidade de ampliar a comunicação multicanal dos lojistas, a Wirecard se uniu a Omnichat, uma plataforma que permite que você faça vendas pelo aplicativo de uma forma rápida, segura e simples.

Como fazer vendas pelo WhatsApp com a Omnichat e Wirecard?

A solução inovadora da Omnichat trouxe ao ecossistema de comércio eletrônico a possibilidade para lojistas que buscam mais canais de contato com seus consumidores. Agora, além de poder estabelecer uma comunicação mais direta e personalizada, os lojistas terão total autonomia para finalizar os pedidos pelo WhatsApp com a plataforma da Omnichat.

A empresa identificou no mercado uma necessidade dos lojistas em atender seus clientes utilizando os canais que estes mais utilizam, criando um processo de venda assistida com um suporte mais rápido para dúvidas referentes aos produtos.

Para lojistas que buscam como fazer vendas pelo WhatsApp, a Omnichat permite o uso de fotos e respostas em tempo real, sem a necessidade do cliente sair deste canal de comunicação. Ou seja, os clientes conseguem comprar sem precisar sair à procura de outro site concorrente ou produto, aumentando as taxas de conversão em vendas.

Em uma entrevista com a equipe da Wirecard, Flávio Negrão (CEO da Omnichat) comentou que “o Wirecard é a solução de pagamentos ideal para a Omnichat. Tínhamos a necessidade de oferecer aos nossos clientes uma experiência de compra segura, rápida e fácil de utilizar. E com a Wirecard, os nossos clientes podem aceitar todas as bandeiras de cartão de crédito e boleto registrado, ampliando muito os índices de conversão em vendas.”

Como funciona a parceria da Wirecard com a Omnichat?

A Wirecard atua no momento da finalização da negociação, gerando um carrinho de compra que é aberto pelo próprio app, já com o produto inserido e o valor de frete calculado. Nesta etapa, o cliente só precisará inserir seus dados pessoais, os dados de cartão e o endereço de entrega, de maneira segura e ágil.

Segundo Ricardo Grandinetti (Gerente de Vendas da Wirecard), “estamos muito felizes em dar apoio a uma solução inovadora como esta. Temos certeza de que o impacto deste produto no mercado trará muito valor para os lojistas que buscam como fazer vendas pelo WhatsApp e ampliar seus canais de venda, além de proporcionar uma ótima experiência de compra com todo o sistema de pagamento online da Wirecard.

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Confira 5 dicas estratégicas para vender mais no Dia dos Namorados

Mais uma data especial está chegando e nós temos uma pergunta para você: o seu e-commerce está preparado para vender mais no Dia dos Namorados? Esta é uma data que apresenta crescimento nas vendas nos meios digitais, por isso, pode ser muito bem aproveitada pelo seu negócio.

Em 2017, de acordo com a Ebit, o faturamento referente ao Dia dos Namorados foi de R$ 1,71 bilhão, o que representou uma alta de 5,1% em relação a 2016. Ainda segundo a Ebit, o número de pedidos online cresceu 7,2% e o gasto médio foi de R$ 420,00.

Para ajudar a organizar a sua loja virtual para esta comemoração, preparamos dicas essenciais relacionadas a estoque, logística, promoção, diversidade de produtos e marketing. E, então, vamos aproveitar essa perspectiva de crescimento para alavancar as vendas do seu e-commerce na data mais romântica do ano?

#1 Controle o estoque e não perca a chance de vender mais no Dia dos Namorados:

Um dos principais motivos para o cancelamento de pedidos em lojas virtuais é o atraso nas entregas. Em muitos casos, isso acontece em decorrência de problemas com o estoque. E o que era ruim fica ainda pior se falarmos de datas especiais, como o Dia dos Namorados. Neste caso, a compra perde o sentido se a entrega não é realizada na data correta.

Para que seu e-commerce não sofra com este problema, em primeiro lugar é necessário conhecer bem seu ramo de atuação. Pesquisas de mercado, feiras de negócios e a própria vivência na área são indispensáveis para não embarcar em modismos ou promessas de ganhos fáceis.

A partir deste conhecimento, é possível decidir sobre o tipo de estoque que melhor se encaixa no seu negócio. De todo modo, é bom lembrar que, independentemente de qual você escolher, o controle deve ser feito diariamente, para que sejam identificados os produtos mais vendidos e aqueles que têm menos saída.

Existem dois principais modelos de controle de estoque estratégico: o tradicional e o dropshipping. No primeiro, o empreendedor vai lidar com solicitações e demandas maiores, por isso a necessidade de manter um estoque físico com grande capacidade de armazenamento. Para o Dia dos Namorados, seguindo este modelo, é interessante saber os produtos que vendem mais e reforçar o estoque, garantindo, assim, disponibilidade para a venda e para a entrega.

O dropshipping, por outro lado, consiste em não manter um estoque físico. Assim, a compra de produtos é feita conforme os pedidos vão aparecendo. Porém, apesar deste modelo funcionar para lojas virtuais, pode ser um risco em datas comemorativas. Qualquer erro entre o fornecedor e o e-commerce pode ocasionar o atraso na entrega e, como consequência, a insatisfação do cliente.

E falando em fornecedor, é bom lembrar que manter um bom relacionamento com ele é fundamental. Isso se torna possível por meio do contato constante e da construção de um relacionamento de confiança. Manter uma linha de comunicação direta com quem fornece os produtos a você pode ser um diferencial em épocas de muito movimento, como costuma ser o Dia dos Namorados.

#2 Use a logística como ferramenta de fidelização de clientes:

Vimos anteriormente que o prazo de entrega está diretamente ligado à satisfação e à fidelização dos clientes, características essenciais que devem ser buscadas por quem quer vender mais no Dia dos Namorados. Por isso que, além do estoque, é preciso também uma atenção especial com a logística. Afinal, ninguém quer correr o risco de entregar um pedido fora do prazo. E para que seu e-commerce não passe por isso, elencamos mais algumas dicas que contribuirão para que você consiga atender às expectativas de seus clientes:

  • Busque profissionais qualificados para a expedição: não adianta ter um estoque bem controlado e organizado se você não tem uma boa expedição. São comuns os relatos de produtos que foram danificados por conta de embalagens malfeitas ou por terem sido manuseados de forma incorreta. Por isso, é bom ter em mente que a qualificação destes profissionais não é perda de tempo e dinheiro, mas um investimento para que você não perca vendas ou receba reclamações;

Seguindo estas dicas, seu e-commerce terá mais estabilidade em momentos de vendas mais intensos, como são as datas comemorativas. Tendo os pedidos e as entregas controladas, você poderá partir para outras ações que também são importantes para o melhor desempenho de seu negócio.

#3 Utilize a criatividade para fazer promoções e encantar os consumidores:

É muito comum que o comércio em geral faça promoções em datas comemorativas. E no e-commerce não é diferente. Tratando-se do Dia dos Namorados, é interessante mostrar ao consumidor que existem alternativas aos presentes tradicionais, como flores, bombons e perfumes.

Mas é preciso criatividade para mostrar as vantagens de escapar das obviedades e fazer o cliente colocar novos produtos na sua lista de presentes românticos. Alguns exemplos podem ser os kits de cervejas especiais, os utensílios de cozinha gourmet ou os acessórios fitness.

Avalie seu catálogo e pense de que forma poderia organizar seus produtos em kits de dois ou três itens, com preços promocionais. Este tipo de customização sempre é bem-vista, pois passa a ideia de que foi pensada especialmente para aquela ocasião. Então, não custa nada trabalhar dessa forma em épocas especiais e, consequentemente, conseguir vender mais no Dia dos Namorados.

#4 Invista na diversidade de produtos e atenda a todos os gostos:

Ao falarmos em estoque, também podemos destacar a importância de contar com um mix de produtos mais variado, com diferentes opções. Nesse sentido, fugir do óbvio é essencial, como citamos no item anterior.

No entanto, é interessante manter um estoque maior dos produtos que poderíamos chamar de tradicionais para a data, como flores, perfumes e bombons. Uma maneira de medir tanto a diversidade quanto o volume é fazer uma pesquisa rápida no histórico de vendas dos últimos anos, se o seu e-commerce tiver, ou nas referências do próprio mercado, para saber as últimas tendências.

#5 Crie campanhas de marketing diferenciadas para as vendas Dia dos Namorados:

Para fazer uma campanha de marketing visando vender mais no Dia dos Namorados, pensamos em um conjunto de ações que podem dar visibilidade ao seu e-commerce e impulsionar suas vendas. São elas:

  • Mudar a foto de perfil de sua loja nas redes sociais: escolha alguma imagem que remeta ao amor e à paixão. Pode parecer uma ideia simples, mas isso mostrará que seu e-commerce está de olho na data e fará os consumidores se sentirem curiosos para ver o que sua loja tem a oferecer;
  • Distribuir brindes temáticos: se a sua empresa costuma oferecer brindes pelas redes sociais, ajuste-os para refletirem o Dia dos Namorados. Doces, chocolates e até mesmo produtos eróticos podem chamar a atenção. Uma proposta é enviar dois brindes, um para o cliente e outro para seu companheiro ou companheira;
  • Criar uma hashtag: é uma ótima maneira de promover uma campanha de marketing nas redes sociais, pois permite que você acompanhe quantas pessoas estão usando o mote da sua campanha, medindo, assim, o engajamento com a sua marca;
  • Fazer um concurso de vídeo: convide seus seguidores a enviarem vídeos, por exemplo, usando os produtos que você vende. Promova um concurso para eleger os melhores e dê brindes aos vencedores.

Caso você se interesse por marketing digital e queira ir mais afundo em estratégias de marketing digital para e-commerces, faça o download gratuito do nosso E-book clicando no banner abaixo:

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Tendo tudo isso bem planejado e organizado, vender mais no Dia dos Namorados está praticamente garantido, pois você consegue oferecer uma boa experiência aos clientes e, ainda, dar um fôlego extra ao seu negócio. E, para finalizar, temos uma última dica: invista em um meio de pagamento online seguro e eficiente.

No Wirecard, oferecemos uma solução para receber pagamentos online por meio de cartões de crédito, débito online e boleto registrado de forma simples e rápida, além de contar com o suporte da gestão de riscos e fraudes para cada transação.

Wirecard OpenCart checkout: a mais completa solução de pagamento na OpenCart

Se você está por dentro do mercado de plataformas open-source, como o Magento ou WooCommerce, provavelmente já conhece o sistema da OpenCart. Ele foi desenvolvido em 2007 por Daniel Kerr, um engenheiro britânico que buscava atualizações nas soluções open-source, além de um desenvolvimento mais robusto para aumentar a competitividade no mercado de e-commerces.

Daniel desenvolveu a OpenCart seguindo a linguagem de programação PHP, um sistema licenciado nos termos técnicos da GNU (General Public License) muito comum entre os desenvolvedores. O sistema é altamente completo, e oferece diversas ferramentas para os lojistas, como a gestão de pedidos, sistema de afiliados, sistema de vale-presentes, venda de produtos digitais e etc.

Mas quando falamos sobre os módulos de pagamento (ou checkout na OpenCart), infelizmente ocorrem algumas limitações para os lojistas que utilizam a plataforma. A maioria dos módulos de checkout na OpenCart possuem altos custos, e os gratuitos disponíveis lá possuem features muito limitadas quando comparadas às funcionalidades completas da plataforma.

Pensando em resolver este problema, a equipe do Wirecard, em conjunto com a empresa parceira Codemarket, desenvolveu uma solução gratuita (e de fácil instalação) para receber pagamentos online na OpenCart com segurança e máxima conversão no checkout.

Wirecard OpenCart checkout: conheça o melhor módulo de pagamentos na OpenCart

Este módulo foi desenvolvido com a tecnologia Vue.js, além de ser 100% pensado para otimizar as conversões no checkout OpenCart com a solução de pagamento transparente. A instalação do plugin é muito simples, e pode ser feita por você mesmo ou pela própria equipe da Codemarket, sem nenhum custo extra.

Ao instalar o Wirecard OpenCart na sua loja, você tem acesso ao melhor checkout transparente na OpenCart, otimizado para aumentar as conversões e diminuir os índices de abandono de carrinho. A seguir, apresentaremos uma lista com todas as features principais do módula Wirecard OpenCart checkout. Confira:

Principais features da Wirecard OpenCart checkout:

    • Mix de funcionalidades inclusas como gateway, gestão de risco e adquirente
    • Pagamento por Cartão de Crédito e Boleto
    • Possibilidade de habilitar e desabilitar formas de pagamento
    • Reconhecimento automático de bandeira de cartão de crédito
    • Controle completo na exibição de parcelas
    • Controle total dos juros por parcela, podendo configurá-los em porcentagem para cada parcela
    • Design responsivo
    • Taxas especiais para recebimentos antecipados
    • Rápido desempenho graças à tecnologia Vue.js
    • Personalização nos títulos de pagamento
    • Possibilidade de oferecer descontos por boleto e vendas à vista
  • Boleto in-line

(As features do módula Wirecard OpenCart checkout são várias, mas selecionamos neste post as principais. Caso queira ter acesso a documentação completa, clique neste link).

Taxas da Wirecard OpenCart checkout:

    • Para recebimento em 14 dias, a tarifa é de 4,49% + R$ 0,69
    • Para recebimento em 30 dias, a tarifa é de 3,40% + R$ 0,69
  • Tarifas de R$ 3,49 por boleto pago e recebimento em 2 dias

*Caso você tenha interesse em negociar outros prazos para recebimento, entre em contato através do e-mail: parcerias@wirecard.com.br/blog

Agende uma demonstração com o módulo de pagamenta Wirecard OpenCart checkout!

Com esta solução completa e gratuita, você terá acesso aos melhores índices de conversão na sua loja virtual. E caso tenha interesse em conhecer mais afundo todas as funcionalidades do módulo Wirecard OpenCart checkout, agende a sua demonstração gratuita com os nossos especialistas clicando no botão abaixo:

opencart checkout

Conheça as melhores práticas para a gestão de recebíveis no e-commerce

Existem três maneiras principais para um e-commerce receber pelos produtos ou serviços que oferece: boleto bancário, débito online e cartão de crédito. Essa última alternativa, por ser amplamente utilizada no parcelamento das vendas, exige que o comerciante preste ainda mais atenção e faça uma cuidadosa gestão de recebíveis, pois é essencial controlar quando os valores parcelados realmente entram no caixa.

O boleto bancário, outro método de pagamento muito utilizado no e-commerce, costuma ser uma alternativa escolhida por pessoas que possuem pouco limite no cartão de crédito ou nem sequer têm um. Além disso, também é utilizado por aqueles que ainda desconfiam um pouco dos cartões e dos pagamentos online.

Já o débito online tem crescido consideravelmente nos últimos anos e passou a ocupar uma posição de destaque entre os meios de pagamento mais populares do e-commerce. Ele veio substituir o boleto, realizando a transferência direta entre contas e permitindo que o dinheiro seja liberado no mesmo instante para a conta de sua loja.

Para se ter uma ideia dos números que envolvem essas formas de pagamento, as compras com cartões de crédito e débito no Brasil somaram R$ 308 bilhões de reais no terceiro trimestre de 2017, o que representa um crescimento de 9% em relação ao mesmo período de 2016. Os dados são da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), que divulgou ainda que as compras com cartão de débito aumentaram 11% contra um ano antes, enquanto as pagas com cartão de crédito avançaram 7,6%.

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Como funcionam as vendas por cartão de crédito?

Bom, como o nosso assunto de hoje é a gestão de recebíveis, vamos focar nas vendas por cartão de crédito, especificamente os parcelamentos. Mesmo com o crescimento dos pagamentos à vista, parcelar o valor total ainda é uma opção bastante usada pelos consumidores online. Segundo o 37º relatório Webshoppers, feito pela Ebit, 49% das pessoas parcelam suas compras online, nem que seja somente em duas ou três vezes. Então, é importante estar atento a como funciona essa forma de pagamento.

Para utilizar este meio de pagamento é necessário possuir um CNPJ para poder se credenciar junto à operadora. Depois disso, uma pessoa faz o recolhimento dos documentos exigidos (pode ser feito também pelos correios) e, em aproximadamente 7 dias, você recebe um e-mail com o código de credenciamento.

Desse modo, seu e-commerce passa a receber o dinheiro diretamente na conta corrente após D+30 dias (em algumas operadoras pode ser D+32 dias). Este D indica o dia em que foi efetuada a captura da sua venda. Vale lembrar que você irá receber o dinheiro da mesma forma que seu cliente parcelou.

Acontece que fazer a gestão de recebíveis de um modo eficiente não é tão simples. Para não se perder nas contas, nosso artigo mostrará algumas boas práticas que ajudarão você a fazer uma gestão controlada de tudo que entre e sai do seu caixa.

Como a conciliação de cartões auxilia na gestão de recebíveis?

Para garantir que seus recebíveis entrem realmente no caixa, é necessário estar sempre de olho nos contratos firmados com os bancos. E isso pode ser feito por meio da conciliação de cartões, uma das maneiras mais eficientes para o controle financeiro, porque evita divergências de informações e garante que as operações tenham sido realizadas corretamente.

Para quem utiliza mais de uma bandeira, por exemplo, ter um sistema de conciliação financeira (como o oferecido pelo Wirecard) é fundamental para uma boa gestão de recebíveis, pois ajuda a manter a saúde financeira do e-commerce. Entre as vantagens dessa automatização, podemos destacar:

  • Conferência das taxas de serviço: ao firmar contrato com a operadora, paga-se uma determinada taxa sobre as vendas. O problema é que, com o tempo, costuma-se deixar de lado sua conferência. E saber se você está pagando exatamente o que foi combinado é uma das principais funcionalidades da conciliação;
  • Aviso dos cancelamentos: uma venda que não foi devidamente estornada é dor de cabeça na certa para o empresário. Imagine que, no meio de tantas transações, uma delas foi cobrada de um cliente que cancelou a compra. Somente o risco de um processo e de indenização, além de toda a preocupação e tempo que isso envolve, já vale o investimento em um sistema que informe corretamente se determinada transação foi efetivamente cancelada;
  • Controle de fraudes (chargeback): um pesadelo para quem vende no cartão é pensar que uma transação é fechada, mas, por algum motivo de fraude, não é reconhecida pela operadora, o que acaba deixando o empreendedor no prejuízo. Por isso, ter à disposição um serviço que ajude a controlar os valores reembolsáveis e as perdas efetivas é mais uma forma de ficar de olho nos problemas e reduzir as perdas;
  • Antecipação sem sustos: para quem costuma lidar com a antecipação dos recebíveis, nunca é demais checar corretamente as taxas e datas acordadas neste tipo de transação. Pela falta de controle, o gestor pode levar alguns sustos e perder tempo até conferir os valores. Também é importante lembrar que a antecipação não deve ser uma prática recorrente, pois o que está pagando as contas hoje pode faltar no caixa no fim do mês. Uma gestão correta da antecipação de recebíveis ajuda a entender o quanto isso impacta nas contas e evita que a situação vire uma bola de neve;
  • Ganho de tempo e de dinheiro: um controle automatizado das conciliações garante ao empreendedor aquilo que ele mais precisa: tempo. E a consequência disso é mais dinheiro também. Se você fizer a comparação manual de todas as transações, certamente faltarão algumas horas no seu dia e o gerenciamento da empresa se tornará um pesadelo. Por isso, uma saída é trabalhar com uma solução que agilize estes comparativos, liberando tempo para cuidar daquilo que é realmente estratégico no e-commerce.

Após garantir a organização e o controle sobre a conciliação bancária do seu e-commerce, podemos passar a outro ponto indispensável a uma gestão de recebíveis saudável e eficiente: o monitoramento do fluxo de caixa.

Como o controle do fluxo de caixa ajuda a garantir o futuro do e-commerce?

Compreender o conceito de fluxo de caixa e saber como utilizá-lo é uma ótima maneira de controlar as finanças de qualquer empresa, o que inclui o segmento de e-commerce. Ele é um tipo de relatório financeiro cujas informações auxiliam o empreendedor a ter um diagnóstico sobre a situação da empresa em um determinado período. Quando bem estruturado, aponta o futuro para que o gestor consiga saber em que momento pode faltar ou sobrar dinheiro.

A maioria das empresas opta por um planejamento semanal. Mas algumas precisam de atualização diária ou mensal. Essa escolha vai depender da complexidade e do ritmo dos processos de cada negócio.

O primeiro passo para fazer e manter um fluxo de caixa é realizar o levantamento de todos os gastos do seu negócio. No caso do e-commerce, inicie fazendo uma lista de tudo o que é necessário pagar, como publicidade, direitos de software, mensalidade de hospedagem, empréstimos e fornecedores.

Além dos gastos, também é importante projetar uma renda. Isso se deve ao fato de que os e-commerces passam por flutuações nas vendas. Então, comece anotando qualquer garantia de renda que a empresa tenha. No caso de vendas por assinatura ou contratos de longo prazo, é possível ter uma boa estimativa do que está por vir para estimar se os números serão positivos, negativos ou estáveis.

Consultar dados do passado pode ser uma boa ferramenta para realizar essas projeções. Em muitos casos, as vendas de uma semana específica no ano anterior podem estar muito mais próximas dos números atuais do que os da semana passada, por exemplo. Com a identificação de que os resultados são crescentes ao longo do último ano, a previsão de receitas pode ser maior. Porém, é fundamental manter os pés no chão e fazer uma projeção realista, assim, você evita de acabar em uma situação difícil.

Em relação aos ganhos, os valores devem ser lançados separadamente de acordo com sua fonte. No caso do e-commerce, geralmente, essa fonte é uma só: as vendas online. Certifique-se, no entanto, de adicionar esses ganhos somente se o dinheiro estiver disponível — não é indicado contar com um recurso que ainda não entrou no caixa. Da mesma forma, preencha todas as despesas com suas classificações e suas datas específicas.

Não esqueça de adicionar o saldo das contas bancárias sempre que iniciar um novo período na gestão de recebíveis. Se você faz um fechamento semanal, por exemplo, toda segunda-feira é preciso registrar o resultado da semana anterior, independentemente se foi positivo ou negativo.

É preciso ainda manter as informações atualizadas de acordo com o seu planejamento e é importante também fazer uma revisão dos números, para não passar nenhum erro. E sempre que um cálculo não corresponder ou surgir qualquer dúvida, pare e descubra qual é o problema. Nunca siga em frente levando questões mal resolvidas, pois elas podem virar uma bola de neve incontrolável.

Por fim, temos uma dica para fazer o controle efetivo do fluxo de caixa: automatize o processo.  Assim como na conciliação de cartões, usar um software para fazer os registros das entradas e saídas de recursos facilita o processo, diminuindo o tempo de trabalho e aumentando a segurança e a confiabilidade dos dados.

Para te ajudar com isso, criamos a Planilha Gratuita de Fluxo de Caixa. Clique no banner abaixo para baixá-la gratuitamente:

planilha fluxo de caixa - gestão de recebíveis

Conclusão:

Mesmo que todos esses procedimentos possam parecer complicados, a prática irá ajudá-lo a compreendê-los melhor. Isso sem falar nos benefícios que todos eles trazem ao dia a dia do seu e-commerce.

Mas para fazer a gestão de recebíveis é preciso, primeiro, que o dinheiro entre no caixa. Para isso, é importante contar com um sistema que garanta que as transações sejam processadas com segurança e transparência, como a solução de pagamentos do Wirecard.

Com ela, seu e-commerce recebe por meio de cartões de crédito, débito online e boleto registrado de forma simples e rápida, com apenas 1 contrato e 1 integração. Para saber mais, entre em contato conosco! Temos uma equipe sempre disponível para tirar todas as suas dúvidas.

Ideias para vender na Páscoa: veja como aproveitar a data no seu negócio

A retomada do crescimento da economia nacional em 2018, ainda que não dê espaço para extravagâncias, já cumpre seu papel ao gerar uma calorosa expectativa de que as vendas na Páscoa deste ano aumentem. Isso porque o cenário positivo do mercado tende a impulsionar uma procura maior não só por produtos tradicionais deste período, mas também por outras opções que agradem aqueles que dispensam o doce.

Então, de olho nesse cenário, é natural que os comerciantes estejam vivendo uma mistura de expectativa e cautela diante da proximidade desta data comemorativa. Diante disso, como preparar o seu e-commerce para as vendas na Páscoa? Será que vale tudo? Siga conosco e entenda quais fatores levar em consideração na hora de preparar as estratégias, as campanhas e as vendas em um mercado tão competitivo!

Nem só de chocolate são feitas as vendas na Páscoa

Olhando para o mercado de chocolates, as gigantes do setor estão otimistas, apostando em produtos novos e mais caros. A estimativa mais atual é de um crescimento nas vendas e na produção entre 5% e 20%, na comparação com 2017, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e derivados (Abicab).

Uma previsão que, num primeiro momento, pode parecer bastante animadora, não fosse o fato de que o primeiro trimestre de 2017 foi marcado por um grave período de recessão e desemprego, deixando evidente que, embora a previsão seja de retomada, ela sem dúvida chega com timidez. Afinal, nivelar por baixo nunca é a melhor alternativa para o mercado.

E essa realidade se reflete desde agora nos e-commerces, não somente de chocolates, mas dos mais diversos produtos e serviços que ganham apelo na Páscoa. Como exemplos, podemos citar as estadias em hotéis, considerando que são ótimas pedidas para o feriado prolongado, ou mesmo lojas de presentes diversos para agradar crianças e adultos que, por algum motivo, abrem mão dos ovos de Páscoa.

A mais valiosa das perguntas aqui é, portanto, como o empreendedor pode fazer uma aposta com qualidade e assertividade para não apenas garantir um bom faturamento agora, mas conquistar e cativar uma clientela fiel para faturar o ano todo.

Hoje, a confiança na economia cresceu e, como resultado, as pessoas estão mais propensas a comprar produtos que no ano passado foram cortados da lista. E é na composição deste cenário que os comerciantes têm visto brechas para investir em artigos novos, inéditos e que atiçam a sua curiosidade. Tudo isso sem esquecer que, mesmo abertos a novas experiências, os consumidores ainda estão com os bolsos mais contidos em 2018.

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Inovação, tecnologia e preços baixos são as apostas para as vendas na Páscoa de 2018

Não é de hoje que as empresas focam sua atenção no comportamento do consumidor, que mais de uma vez obrigou o mercado a rever suas estratégias e se adequar a novos cenários. Mais do que nunca, o atual processo de compra de um produto envolve diversos fatores. Um deles — talvez o principal — é a experiência que a compra, o produto ou o serviço é capaz de oferecer ao cliente.

Atualmente, as marcas que atuam com vendas na Páscoa já sabem que a data está relacionada a diversas questões na vida do comprador. Ele pode ser um apaixonado por chocolate, pode estar presenteando alguém que ama ou pode presentear alguém que nem se importa tanto com o ovo de chocolate e prefira outros produtos.

É com esse fato em mente que o empreendedor precisa dedicar um tempo para organizar ideias para vender na Páscoa oferecendo para seus clientes algo que vá além do tradicional. Sem dúvidas, é o momento certo para investir em embalagens criativas, com tags ou rótulos personalizados e originais, por exemplo.

Além disso, sempre que uma data comemorativa importante para o comércio está próxima, é indispensável que as empresas invistam na temática da comemoração para garantir uma abordagem honesta e com retorno rápido. Mesmo que o consumidor não tenha a intenção de fazer suas compras de Páscoa, dar de cara com toda a temática da data pode ativar um gatilho emocional que estimule o interesse pelos produtos expostos, pois ele assimila que a data está chegando.

Neste caso, os e-commerces ganham destaque para conquistar melhores resultados com as vendas na Páscoa, pois podem inovar na criatividade sem limites em seus espaços virtuais, além de darem a oportunidade do consumidor comprar em qualquer lugar, a qualquer hora.

No caso da decoração para as vendas na Páscoa, é claro que a aposta é nos coelhinhos, suas pegadas e os ovos. Nos e-commerces, apostar na criatividade e investir em imagens ilustrativas por meio de banners, pôsteres, anúncios, aplicativos e e-mails marketing pode ajudar bastante. Afinal, ser criativo e ter um bom preço são as formas mais efetivas para atrair a atenção do consumidor.

Todas as ideias para vender na Páscoa devem ser ponderadas e pensadas de acordo com o seu público e a sua marca. É importante que um e-commerce focado na venda de produtos sem qualquer relação com a Páscoa não fuja da sua maneira de se comunicar apenas para aproveitar o momento: isso pode abalar a credibilidade da sua marca.

Desenvolva ações estratégicas nas mídias sociais

Ainda que o seu negócio já faça isso, é imprescindível ampliar as ações nas mídias sociais durante o período de vendas na Páscoa. Por isso, focar em estratégias diferenciadas, como a postagem de dicas de uso de determinado produto ou a criação de enquetes que estimulem a participação ativa dos usuários, pode ser uma boa iniciativa.

O famoso “mais do mesmo” pode até funcionar, mas é importante que o empreendedor se lembre que, mesmo o foco sendo um faturamento bom com a data, o objetivo é fidelizar e conquistar o cliente em longo prazo, por isso a importância de estratégias inteligentes e bem pensadas quando o assunto são ideias para vender na Páscoa.

Promover as vendas a partir de sorteios e concursos, por exemplo, pode trazer resultados muito mais satisfatórios se for planejado com antecedência e receber o investimento na medida certa para o lucro desejado.

Sugar free: ideias para vender na Páscoa sem depender do chocolate

Mesmo estando fora do pódio de datas comemorativas mais populares para o comércio — Natal, Black Friday e Dia das Crianças lideram —, a Páscoa costuma aquecer as vendas, principalmente as de chocolates. Mas, como vimos, não são apenas as empresas deste segmento que podem aproveitar o momento.

O chocolate pode ser a forma mais tradicional de presentear, mas é possível ir um pouco mais a fundo e explorar todos os outros sentimentos que são celebrados nesta data, como união, gratidão, companheirismo e bem-estar. Para isso, é importante começar com o planejamento para as vendas na Páscoa: tenha em mente a ideia de aproximação, que tem tudo a ver com a comemoração, na hora de montar sua estratégia de divulgação e venda. Além, claro, de fazer tudo isso com antecedência.

Apesar de ser comemorada no domingo, a Páscoa é antecedida pelo feriado da Sexta-feira Santa, em que é celebrada a Paixão de Cristo. Com isso, independentemente de crenças ou religiões, boa parte das pessoas tem, pelo menos, três dias para descansar. Assim, sua campanha pode focar, por exemplo, em dicas e promoções para os clientes aproveitarem o fim de semana prolongado, como passagens para um destino atrativo, uma massagem relaxante ou livros para ler no feriadão.

Relacionar sua oferta de alguma forma com o feriado, indo para temas correlatos, também é uma ótima ideia para vender na Páscoa. Para quem exagerou no chocolate, por exemplo, campanhas que foquem na saúde corporal e produtos desintoxicantes podem ter um retorno bem agradável.

Mesmo que você não consiga fazer essa correlação, há quem prefira presentear com outras opções, como flores, vinhos e livros. Nesses casos, capriche na arte que lembre a data, mas dê alternativas diferenciadas para o consumidor escolher.

Existem várias opções para movimentar e ampliar os resultados do seu e-commerce com as vendas na Páscoa. Basta escolher a estratégia mais adequada para o seu negócio e aproveitar a época mais doce do ano para faturar. Se você quiser entender melhor toda essa questão de vendas, baixe gratuitamente o e-book Como Vender Mais em seu E-commerce, que fizemos especialmente para ajudar você a alavancar as vendas no mundo digital:

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E, claro, além de todas as ações que citamos ao longo deste artigo, é essencial para o seu e-commerce garantir que os clientes façam os pagamentos com exatidão e transparência. Para isso, você pode contar com o Wirecard! Nossa solução cuida de toda a burocracia para receber pagamentos online.

As melhores práticas de marketing de conteúdo para e-commerce

No comércio de rua, a responsabilidade de fazer com que um número cada vez menor de clientes saia da loja sem comprar nada é do vendedor. No contexto digital, não há, necessariamente, a presença dessa figura. Mas, por outro lado, existem métodos e técnicas que cumprem função parecida, como o marketing de conteúdo para e-commerce, sobre o qual falaremos neste artigo.

No nosso texto sobre marketing para e-commerce, já abordamos os pilares do marketing de conteúdo para e-commerce e suas boas práticas, mas é importante recapitularmos o conceito para, na sequência, tratarmos especificamente de sua aplicação no e-commerce. Basta entender, então, que estamos falando de uma estratégia que faz uso da oferta de conteúdo relevante e de qualidade para atrair, envolver e engajar as pessoas. Dessa forma, elas criam laços com a marca, que, assim, consegue aumentar as vendas.

Agora, levando o marketing de conteúdo para o e-commerce, vamos pensar mais uma vez na figura do vendedor. Quando o cliente chega na loja, ele costuma relatar uma necessidade ou algum problema, esperando que o profissional de vendas possa indicar alguma solução.

Um cliente pode chegar em uma loja de ferragens contando, por exemplo, um problema de vazamento na pia da cozinha. O vendedor, conhecendo os produtos que tem à disposição, vai tentar indicar algo que possa estancar o problema, como um cano, uma fita, uma cola ou algum tipo de rosca. O cliente, diante de um argumento firme de um profissional que trabalha diariamente com isso, efetuará a compra.

Da mesma forma, uma atleta de fim de semana pode entrar em uma loja de materiais esportivos em busca de um bom tênis para corrida, estipulando valores máximos e algumas características específicas para suas corridas. A partir dessa necessidade, o vendedor, que costuma assistir palestras e participar de eventos de fornecedores, vai sugerir o calçado que ele julga ser o mais adequado para o cliente.

O marketing de conteúdo para e-commerce na prática:

Sem a figura do vendedor para tirar dúvidas e sugerir as soluções mais indicadas, no e-commerce cabe ao próprio cliente encontrar essas informações para decidir com segurança entre as inúmeras opções que tem à sua disposição. Por mais que o cliente tenha ido atrás do assunto e analisado especificações técnicas e modelos, a variedade pode acabar causando confusão.

Um exemplo bem claro disso é o do smartphone. A velocidade com que as empresas lançam novos modelos é alta. Sempre surgem novas opções, com diferentes funções e aparatos tecnológicos embutidos. São tantos que o cliente se perde na hora de comprar. Quem nunca precisou pedir ajuda para aquele amigo que entende melhor do assunto ou passou horas pesquisando? Ousamos dizer que todos nós já fizemos isso.

Nesse contexto, portanto, surge o desafio de o comércio virtual encontrar formas de convencimento e, assim, aumentar sua taxa de conversão, transformando mais visitantes em clientes. Para isso, é fundamental descobrir uma maneira de ajudar as pessoas a resolverem seus problemas e necessidades.

É aqui que o marketing de conteúdo para e-commerce ganha papel de destaque. Com ele, a empresa, em vez de apenas lançar mão da propaganda que anuncia promoções e as qualidades dos produtos, passa a fazer uso de uma ferramenta que vai além, transformando a sua marca em uma fonte de conhecimento relevante para o consumidor.

Gerando mais interesse pelo universo do seu produto, você guia seu consumidor pelo processo de compra dele. Ele passa a valorizar mais sua marca e se torna um comprador recorrente ou um propagador dos seus produtos.  A estratégia sai do campo ligado puramente ao marketing e faz uma fusão com o conteúdo exposto em um formato mais didático.

Claro que ele funciona também como forma de propaganda. Tanto que o conceito mantém o marketing em seu nome. Mas quando falamos que essa ferramenta vai além, queremos deixar evidente que ela entrega valor de outra forma, por meio de respostas. É o conhecimento aplicado como instrumento do marketing.

Por isso, o marketing de conteúdo para e-commerce é feito por vários canais, como blogs e redes sociais, e por meio de diferentes ferramentas e práticas, como e-mail marketing, infográficos, vídeos e e-books.

Investir nesta ferramenta para alavancar os negócios é uma tendência mundial. De acordo com o estudo O Estado do Inbound Marketing 2017, feito pela HubSpot com mais de 6 mil empresas em todo o mundo, as empresas pretendem aumentar a produção de conteúdo para ganhar mercado. Veja alguns números:

  • 56% disseram que querem aumentar a presença orgânica nos mecanismos de busca, como o Google;
  • 48% informaram que vão investir em criação de conteúdo para blogs e 45%, em conteúdo interativo;
  • 42% falaram em criar conteúdo visual, como infográficos;
  • 24% disseram que vão investir na criação de conteúdos visuais e artigos longos.  

Entre os entrevistados, há uma crença geral de que ter um site e um blog, apesar de importante, já não é mais suficiente para atrair a atenção de seus compradores. Essa mudança impôs a necessidade de pensar em novas práticas tanto na elaboração quanto na divulgação de conteúdo, entre elas, os participantes da pesquisa disseram que vão investir, principalmente, em conteúdo relevante para redes sociais e aplicativos de mensagens. Em resposta a quais canais de distribuição de conteúdo eles planejam adicionar esforços, temos:

  • 58% no Facebook;
  • 55% no YouTube;
  • 48% no Instagram;
  • 36% em aplicativos de mensagens.

Além da confirmação de tendências, também há a mudança dos hábitos dos consumidores. Um estudo feito pela Kantar TNS, o Connected Life, mostra que 74% dos consumidores brasileiros fazem algum tipo de pesquisa online antes de realizar uma compra, seja por meio de buscadores como o Google, seja diretamente em sites e blogs.  

Imaginemos que aquela atleta de fim de semana do nosso exemplo anterior resolva ir para a internet para comprar o tênis. Munida da necessidade de um tênis adequado para corridas e que esteja dentro de seu padrão financeiro, ela resolve buscar em diferentes e-commerces as melhores opções.

Agora, vamos supor que ela encontre um texto em um blog que fala justamente sobre dicas de calçados e vestuários para atletas amadores, algo como “O que vestir para fazer sua corrida matinal”. É bem provável que a necessidade dela seja resolvida e que ela escolha o e-commerce responsável por aquele canal para comprar o tênis indicado no material, uma vez que desde o primeiro momento a marca esteve presente no seu processo de compra, oferecendo exatamente o que ela precisava saber na primeira etapa de sua decisão.

E isso vale para diversos assuntos. Da mesma forma como um e-commerce de materiais esportivos pode ter um blog com dicas relacionadas a este universo, outras lojas virtuais podem fazer a mesma coisa. Uma livraria pode publicar resenhas e avaliações de livros e promover debates por meio de um fórum, por exemplo.

Aqui vai um lembrete: as ferramentas de busca estão aí para serem utilizadas e colocarem sua marca em local de destaque. Na prática, isso significa que mesmo a pessoa não conhecendo seu e-commerce, ela pode encontrá-lo e se encantar ao perceber que você oferece respostas para as perguntas que ela está fazendo.

Então, use e abuse das técnicas de SEO (Search Engine Optimization). Elas são necessárias para ajudar o Google a encontrar mais fácil sua marca e, consequentemente, indicá-la nos primeiros resultados de busca. Não utilizar esse conceito é quase uma sentença de morte para sua estratégia de marketing de conteúdo para e-commerce.

Construindo uma relação com os clientes através do conteúdo:

Precisamos destacar que o marketing de conteúdo para e-commerce não deve ser entendido como ação pontual. Para que ele funcione e seja realmente eficiente, deve construir um relacionamento confiável com o cliente em todos os estágios de seu processo de decisão, desde uma pesquisa inicial até o pós-venda, para que ele recorra à sua marca quando precisar resolver um problema ou no caso de surgir um novo interesse.

Sendo assim, depois que ele acessar pela primeira vez o seu e-commerce e deixar dados de contato, como o e-mail, é essencial nutri-lo com materiais de qualidade que vão avançando estrategicamente conforme o interesse deste usuário.

A chave desse processo é o seu e-commerce se tornar referência. Quanto mais conteúdos de qualidade forem oferecidos, maior será a sensação do cliente de que sua empresa tem a expertise necessária no assunto. Se isso acontecer, ele naturalmente irá se tornar um embaixador de sua marca, indicando-a a amigos e familiares, fazendo o nome do seu e-commerce circular cada vez mais.

No entanto, é vital que, junto a isso, todo o restante também funcione. Por isso, entregue a compra dentro do prazo combinado, faça o atendimento pré e pós-venda de forma ágil e educada e elimine qualquer outra falha que prejudique a relação e o trabalho de atração das pessoas.

Pesquise e construa a persona mais próxima da sua realidade:

A qualidade e a relevância do seu conteúdo depende necessariamente da construção da persona que precisa estar o mais próximo possível da realidade da sua marca, pois é com ela que você precisa se comunicar. Dizer isso parece óbvio, mas cada detalhe nesse processo pode fazer a diferença.

Confrontos geracionais precisam entrar nessa escolha. O que você vai falar para jovens de até até 24 anos, dependendo do produto, precisa ser diferente da comunicação direcionada aos clientes com mais de 40 anos.

Em um e-commerce de camisetas, por exemplo, essa diferença fica ainda mais clara. As necessidades de um jovem de 20 anos em relação ao vestuário são bem diferentes das demandas de seus pais. O primeiro grupo procura atributos mais ligados ao design, como estampas e formatos mais descolados.

Já o grupo dos pais entende que a camiseta precisa ter atributos mais objetivos e menos subjetivos. Se serviu bem e o modelo agradou minimamente, serve. Claro que não dá para colocar todas as pessoas dentro dessa linha de pensamento, mas, em geral, costuma ser assim.

Então, se você vende as camisetas que agradam os jovens interessados em peças descoladas, elabore conteúdos que tenham a linguagem adequada, dentro do universo no qual eles estão inseridos. Dessa forma, eles se sentirão mais próximos da sua marca, criando uma relação que tem tudo para ser duradoura.

A qualidade é mais importante do que a quantidade:

Na empolgação de querer vender sempre mais, muita gente se preocupa muito com a quantidade de posts no blog e um número alto de disparos de e-mail marketing e deixam de lado o mais importante, que é a qualidade. Pense que o cliente está procurando por informações relevantes, que o ajude a resolver alguma questão do cotidiano. Então, publicar qualquer coisa só para mostrar que publicou vai queimar sua imagem.

Como vimos, o marketing de conteúdo para e-commerce pode ser uma importante aliada na busca pelo aumento no volume de vendas. Mas tome cuidado e se preocupe sempre com a qualidade dos materiais.

Mensurar os resultados do marketing de conteúdo para e-commerce:

Depois de aplicar o marketing de conteúdo para e-commerce, você precisa monitorar os resultados e ver o impacto das ações para o público-alvo. Utilize métricas de relacionamento, conversão, engajamento e de acesso. Confira, por exemplo, curtidas nas redes sociais, visitas ao blog e visualizações no YouTube.

Para isso, existem diversas métricas, oferecidas, inclusive, pelas próprias redes sociais, como Facebook Insights (métricas no Facebook), Google Analytics (ferramenta mais completa para monitorar acessos e comportamento do público em um site ou blog), Analytics Tab (métricas no Linkedin) e Youtube Analytics (métricas para canais no Youtube).

Com os dados obtidos no monitoramento, avalie se há algo para melhorar ou adaptar no processo. Veja o que dá certo e o que dá errado e ajuste a comunicação ao longo do tempo. Afinal, tornar-se autoridade no que você faz de melhor e conquistar a confiança dos seus clientes passa por parar e analisar o que é melhor para você e seu público.

Por fim, temos mais uma dica: um e-book gratuito sobre marketing digital para empreendedores de e-commerce. Com ele, você vai entender por que investir nessa ferramenta é a melhor maneira de sobreviver em meio a tantos concorrentes ávidos por um lugar ao sol. Clique no link abaixo e faça o download gratuitamente:

Como um sistema de pagamento online pode otimizar o controle das suas finanças?

Para qualquer empresa, o mundo ideal é ter todas as entradas e saídas de dinheiro devidamente registradas e controladas. Organizar esse processo depende de uma série de práticas administrativas, como a manutenção de um fluxo de caixa atualizado. No comércio eletrônico, além dessas ações, é essencial pensar na forma como os clientes pagam pelos produtos. Dessa forma, um bom sistema de pagamento online é ideal para o controle financeiro ser eficaz e apresentar bons resultados.

Antes de falarmos especificamente de como o sistema de pagamento online pode ajudar no controle financeiro do e-commerce, vamos mostrar a importância do fluxo de caixa para a saúde do empreendimento.

O fluxo de caixa é a ferramenta responsável justamente por registrar toda a movimentação de dinheiro do negócio. Nele, é contabilizado cada centavo gasto e também toda a receita obtida. Por isso, dá ao empresário uma visão bastante exata do momento que vive o negócio, oferecendo um panorama da capacidade financeira e permitindo, assim, tomadas de decisões assertivas.

Vamos pensar em um exemplo. Digamos que, uma semana antes do Natal, você resolve fazer uma ação promocional oferecendo descontos especiais de até 30% com o intuito de aumentar ainda mais as vendas de Natal – período que já costuma ser bom para os resultados do comércio.

No final da semana, você apurou um incremento de 40% no volume de vendas e uma consequente alta no faturamento, que alcançou R$ 200 mil no período, R$ 60 mil a mais que em outros anos. A promoção então deu certo, pois conseguiu ampliar a receita do seu e-commerce.

O problema, no entanto, é que você fez toda essa projeção baseada em outras experiências de promoções, prevendo, assim, um certo custo. A questão é que, no segundo dia, foi necessário ampliar o trabalho de divulgação e aí cresceram os gastos com banners no site e anúncios no Facebook, por exemplo.

Dessa forma, na hora de analisar o modelo fluxo de caixa, você percebeu que o custo que estava previsto para ficar em torno de R$ 120 mil chegou a R$ 170 mil, reduzindo consideravelmente sua margem de lucro.

Perceba que só foi possível identificar que o período teve mais custos que o previsto por conta do fluxo de caixa. Se as receitas e as despesas não tivessem sido devidamente lançadas, os R$ 60 mil a mais de faturamento na semana do Natal seriam amplamente comemorados.

A ferramenta foi vital para abrir os olhos em relação ao resultado do período. Por isso que os números precisam ser acompanhados constantemente. A periodicidade vai depender da realidade do negócio, mas pode ser diária, semanal, quinzenal ou mensal.

Com os relatórios em mãos, é possível analisar os números e entender o que aconteceu. No caso do nosso exemplo, ter lançado corretamente os gastos com publicidade foi fundamental para entender que a causa no aumento nos custos foi a necessidade extra de ampliar a divulgação da campanha.

De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), são essas as principais vantagens do fluxo de caixa:

  • Prever, planejar e controlar entradas e saídas em um período determinado;
  • Avaliar se o recebimento por vendas será suficiente para cobrir gastos assumidos e previstos;
  • Antecipar decisões quanto à falta ou à sobra de dinheiro;
  • Descobrir se a empresa está trabalhando com aperto ou folga financeira;
  • Ter subsídios para ajustar o preço de venda para cima ou para baixo;
  • Verificar a possibilidade de realizar promoções e liquidações;
  • Confirmar se os recursos financeiros próprios serão suficientes para tocar o negócio ou se há necessidade de buscar dinheiro extra.

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Pontos de atenção no controle de finanças:

Entendida a função do fluxo de caixa, vamos falar sobre importância do sistema de pagamento online em relação ao controle financeiro. Imagine que sua loja virtual, depois de passar por um período de baixa no volume de vendas, entra em um bom momento, aumentando consideravelmente os acessos ao site e a consequente procura pelos produtos. Com isso, a expectativa é de que você consiga quitar algumas contas atrasadas e ainda projetar alguns investimentos no negócio.

No entanto, se a loja virtual não conta com um sistema de pagamento completo e que ofereça opções de gerenciamento financeiro (como o Wirecard, por exemplo), os valores caem na conta, por meio de boletos ou cartões, mas o registro dessas entradas fica mais difícil. Você mesmo terá que arrumar um meio, manual ou com o auxílio de software, para contabilizar todos os pagamentos realizados pelos clientes.

Tudo o que é pago com cartão de crédito, por exemplo, costuma entrar, em média, em 30 dias. Já o dinheiro a ser quitado por meio dos boletos, como você bem sabe, vai para a conta da empresa dependendo do dia em que o consumidor conseguir pagá-los. Gerenciar tudo isso e ainda ter que dar conta da retomada do negócio pode acabar atrapalhando os trabalhos, justamente em um momento em que a organização é ainda mais necessária.

E isso vale também para e-commerces que estão começando, nos quais os empreendedores ainda estão pegando a prática do processo, ou mesmo no caso dos mais experientes, pois a dinâmica do negócio costuma mudar com frequência.

Os benefícios de contar com um sistema de pagamento online completo e unificado:

A outra realidade que se apresenta para o dono de uma loja virtual é a que ele conta com um sistema de pagamento online completo, que ofereça a alternativa de reunir todas as transações e gerenciá-las de forma unificada. Centralizar tudo em um único lugar é um grande diferencial na hora de organizar as contas, melhorando sua gestão financeira empresarial como um todo.

Esse controle das transações, que permite verificar e registrar tudo o que entra no caixa, é essencial para o e-commerce, pois oferece vantagens como o extrato, em que o gestor pode olhar todos os valores e comparar com as vendas.

Junto a isso, a operacionalização dos reembolsos também fica facilitada. Afinal, os dados da venda em questão estarão concentrados em único lugar, no qual poderá ser feita a busca e a respectiva compensação. Assim, o profissional responsável pelas finanças tem mais tranquilidade para trabalhar, sem precisar vasculhar as contas bancárias em busca das transações realizadas no período que precisa ser conferido.

Pense isso no dia a dia do negócio. Digamos que seu e-commerce tenha um volume razoável de vendas e que, dessa forma, seja mais prudente fazer um fechamento diário do caixa. Sem o sistema de pagamento online adequado, é necessário acessar a conta ou as contas dos bancos e procurar os valores que entraram.

Agora, considere que é preciso realizar essa tarefa em meio a outras responsabilidades financeiras e administrativas, como pagamento de fornecedores e colaboradores e gerenciamento do estoque. Essa operação pode levar um tempo que, em muitos casos, as empresas não têm.

Conciliação financeira:

Em um sistema de pagamento completo também existe possibilidade de conciliação financeira. Isso porque não adianta registrar tudo no fluxo de caixa e fazer o controle sem realizar junto o trabalho de conferir os números. Se vendeu 50 camisetas ao preço de R$ 20 cada, devem constar no caixa 50 entradas de R$ 20. E por aí vai. O mesmo precisa ser feito com o banco. Se está no caixa, deve estar na conta.

As contas a pagar:

A parte de contas a pagar também ganha, pois ter as receitas em dia ajuda o gestor a saber exatamente quanto tem em caixa para conseguir pagar fornecedores, funcionários, credores, bancos, enfim, tudo que exige saída de dinheiro.

Saber o quanto tem em caixa e identificar se isso é suficiente para pagar as contas é fundamental para a empresa não arcar com juros desnecessários, planejar melhor os pagamentos e serve como suporte em negociações.

Mais tempo para o planejamento das atividades:

Retomando o exemplo que já citamos aqui no texto sobre fazer um investimento, essa atividade, necessariamente, implica em planejamento e tempo para analisar cenários, traçar metas e cogitar alternativas para o negócio. É a demanda que toda empresa tem para se manter competitiva.

Com o tempo que você economiza no operacional, é possível dar muito mais atenção justamente ao planejamento do negócio. O trabalho se torna mais estratégico, ou seja, é possível pensar em ações e investimentos de longo prazo, como ampliação do espaço para estoque e do aparato logístico.

Se você pretende implementar agora mesmo um sistema de pagamento online adequado para seu e-commerce, entre em contato com os especialistas da Wirecard! Com a nossa solução, além de ter todas as funções de cobrança, você terá acesso a Conta da Wirecard, que centraliza as transações permitindo que faça sua conciliação financeira e oferece vantagens como extrato e transferências.

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Em qualquer negócio, seja ele físico ou digital, é essencial acompanhar as movimentações financeiras. Este acompanhamento permite que se compreenda melhor a relação entre contas a pagar e a receber, além da disponibilidade de recursos em caixa. O interessante é que, para esse acompanhamento ser feito adequadamente, é preciso usar as ferramentas certas. É aí que surge o modelo fluxo de caixa.

O que é modelo fluxo de caixa?

O modelo fluxo de caixa é uma ferramenta utilizada pela empresa para identificar as movimentações financeiras que estão acontecendo naquele presente momento. Se um valor é recebido de um cliente ou alguma conta é paga, ocorre um lançamento no fluxo de caixa. O modelo fluxo de caixa possibilita o registro de entradas e saídas do negócio, em tempo real, além de permitir o acompanhamento de todos os valores presentes no caixa.

Essa ferramenta de gestão financeira empresarial auxilia o empreendedor a gerir seu negócio com muito mais facilidade, uma vez que fornece recursos para controlar a receita e os gastos, em um determinado período de tempo, que pode ser diário, semanal, mensal ou até mesmo anual. O modelo fluxo de caixa pode ser comparado a uma portaria, que faz a monitoria de tudo o que entra e sai de algum condomínio.

Imagine que, em algum momento, o seu negócio gaste R$ 10.000,00 com fornecedores e ganhe R$ 20.000,00 de contas a receber. Neste caso, o volume presente no caixa é de R$ 10.000,00, segundo o modelo fluxo de caixa. É por esse motivo que o Demonstrativo de Fluxo de Caixa (DFC) é uma ferramenta financeira essencial para acompanhar a liquidez do negócio e conhecer as necessidades do caixa em geral.

Como funciona o gerenciamento no modelo fluxo de caixa?

No modelo fluxo de caixa, os itens são organizados de acordo com as seguintes informações: data, descrição, valor e status de execução. Essa ferramenta também pode ser dividida em categorias de receita e despesas, facilitando a visualização dos dados.

O gerenciamento pode ser feito quando o empreendedor conhece a movimentação financeira exata do negócio. Assim, ele consegue dimensionar todo o capital de giro, que é o dinheiro utilizado para quitar os débitos da empresa, além de poder fazer projeções de receita e despesas.

Baseando-se no histórico da movimentação de dinheiro no e-commerce, o lojista pode usar o modelo fluxo de caixa para compreender o funcionamento geral do próprio negócio. Em alguns e-commerces, é muito comum ocorrer variações na receita e nas despesas ao longo dos meses, por exemplo.

Portanto, após verificar essa oscilação no controle dos movimentos financeiros, o lojista saberá em quais meses ele precisará reforçar o seu capital de giro ou elaborar promoções, para manter as finanças do negócio mais saudáveis.

Como gerenciar as finanças corretamente com o modelo fluxo de caixa?

Um erro que muitos lojistas cometem ao gerenciar suas finanças é fazer um planejamento com base nas vendas, e não nos recebimentos. No e-commerce, é muito comum os clientes comprarem produtos a prazo, por exemplo. Então, o lojista deve lançar em seu fluxo de caixa as receitas das parcelas, mês a mês, em vez do valor total da venda. Essa diferenciação servirá para mensurar com mais precisão o capital de giro disponível.

Outro erro bastante comum é confundir o faturamento com o lucro. Se um e-commerce fatura R$ 100.000,00 por mês, mas com despesas que chegam a quase R$ 99.000,00 no mesmo período, a saúde financeira do negócio não vai muito bem, certo?

E aí? Preparado para fazer uma monitoria assertiva do fluxo de caixa do seu e-commerce e saber de onde vem a maior parte da sua receita, e para onde vão os gastos?

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