Boleto com registro: entenda o que muda no seu e-commerce

O debate sobre a obrigatoriedade do boleto com registro começou ainda em 2015, quando a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) anunciou a Nova Plataforma da Cobrança, um sistema com o objetivo de trazer mais segurança para lojistas e consumidores. Desde então, há quem critique e quem defenda a medida, mas o que não se pode negar é que ela muda a rotina no e-commerce.

Afinal, a partir de novembro de 2018, três anos após o anúncio feito pela Febraban, todos os boletos, independentemente do valor, passaram a ser obrigatoriamente registrados. Com isso, o boleto sem registro teve fim, enquanto os varejistas seguem em um processo de adaptação às novas regras.

Com as mudanças, uma grande especulação sobre o assunto foi iniciada, tanto nas redes sociais quanto entre as entidades organizadas. De um lado, estão os lojistas, preocupados com o aumento nos custos que a medida pode trazer para os seus negócios. E do outro, estão os serviços financeiros e bancos interessados em aumentar a segurança e diminuir o número de fraudes nas transações envolvendo boletos bancários.

Além de preocupar lojistas e bancos, essa medida também coloca em alerta muitos consumidores que se consideram os maiores prejudicados pela mudança. Em grupos de discussão, muitas pessoas afirmam que “quem vai pagar o pato é o consumidor final”, já que o lojista poderia acrescentar o custo das taxas para emitir boleto registrado no valor final dos produtos.

Diante de tudo isso, para esclarecer todas as dúvidas sobre o fim do boleto sem registro, neste artigo, vamos explicar cada ponto que lojistas e consumidores precisam saber sobre as novas regras da Febraban, além de trazer dicas preciosas para que lojistas possam enfrentar a medida evitando custos adicionais e sem precisar aumentar o ticket de seus produtos. Confira!

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Desde o anúncio das mudanças, iniciou-se uma grande especulação sobre o assunto nas redes sociais. De um lado, estão os lojistas preocupados com o aumento nos custos que a medida pode trazer para seus negócios. Do outro, estão os serviços financeiros e bancos interessados em aumentar a segurança e diminuir o número de fraudes nas transações envolvendo boletos bancários. Você vai entender, em breve, que riscos de segurança são esses.

O que acontece é que, além dos lojistas e bancos, essa medida também preocupa muitos consumidores que se consideram os maiores prejudicados pela mudança. Em grupos de discussão nas redes sociais, os consumidores afirmam que, “quem vai pagar o pato é o consumidor final”, já que o lojista poderia acrescentar o custo das taxas do boleto registrado no valor final dos produtos, representando altas nos preços das prateleiras.

Para esclarecer todas as dúvidas sobre o fim do boleto sem registro, neste artigo vamos explicar cada ponto que lojistas e consumidores precisam saber sobre as novas regras da Febraban, além de trazer dicas preciosas para que lojistas possam enfrentar a medida, evitando custos adicionais, e sem precisar aumentar o ticket de seus produtos.

Para começar, é importante entender como os boletos bancários funcionam e quais as diferenças entre boletos com registro e sem registro.

Boleto com registro e boleto simples: qual é a diferença?

De acordo com o E-commerce Radar 2017, 35,5% dos pedidos captados no comércio eletrônico brasileiro têm o boleto bancário como meio de pagamento. Além disso, conforme pesquisa do Sebrae e da E-commerce Brasil, 75% dos e-commerces oferecem essa forma de pagamento, a segunda mais comum neste segmento.

A emissão de boletos é um meio de pagamento que sempre trouxe benefícios para os lojistas. Afinal, não existem taxas por número de títulos emitidos ou pelo valor das transações, como ocorre em outras formas de pagamento. Além disso, a emissão sempre foi simplificada e, até a implementação das novas regras, era necessário pagar somente uma taxa — e apenas se o cliente pagasse o boleto.

Nesse contexto, não há como negar a importância desse meio de pagamento para as vendas online. O problema é que, desde o anúncio das novas regras pela Febraban, lojistas e consumidores têm olhado com desconfiança para o boleto registrado, com receio, principalmente, dos custos que a medida pode implicar aos negócios e, por consequência, ao bolso dos clientes.

Esse receio ocorre porque, antes da chegada da Nova Plataforma da Cobrança, a emissão de boletos não precisava ser registrada no sistema do banco e nem era necessário especificar os dados do pagador. A emissão era simplificada, enquanto a taxa era cobrada do lojista apenas se houvesse o pagamento do título pelo cliente. O processo era tão prático que o documento sem registro era chamado de boleto simples.

Já para emitir boleto registrado isso muda. Quando um boleto com registro é emitido, um arquivo digital é enviado ao banco com todas as informações necessárias para identificar a pessoa ou a empresa responsável pelo pagamento, como nome da pessoa física ou jurídica, CPF ou CNPJ, endereço, valor da cobrança, data de vencimento e outros dados complementares, como os encargos em caso de atraso.

A grande questão é que, nesta situação, a taxa é cobrada assim que as empresas emitem o boleto registrado, não apenas no caso de comprovação do pagamento. Dessa forma, os lojistas podem pagar por um documento que sequer será utilizado pelo cliente, o que é capaz de gerar prejuízo aos negócios.

O boleto sem registro não precisa ser registrado no sistema do banco e, também não exige o pagamento exclusivo em um determinado banco. Também não é obrigatório especificar o valor, a data de vencimento e a pessoa que fará o pagamento. Mesmo sendo mais simples, menos seguro e carente de informações importantes, o boleto sem registro foi o modelo mais utilizado, principalmente pelas lojas online, antes das mudanças propostas pela Febraban. Em 2016, ele representava 40% do total de boletos emitidos diariamente no Brasil e até o final de 2017 essa modalidade não existirá mais.

boleto não registrado

2. Por que o boleto bancário é usado no e-commerce?

A maior parte dos lojistas que trabalham na internet preferem trabalhar com boleto pois ele oferece vantagens muito interessantes para a empresa emissora:

  • Há apenas uma taxa, referente à quitação do boleto, que deve ser paga. Caso o cliente não efetue o pagamento do boleto emitido, não são cobradas as taxas pelo serviço e a empresa poupa o gasto;

3. Então, quais são os riscos e desvantagens do boleto bancário?

Mesmo com tanta flexibilidade, receber pagamentos por meio de boletos não registrados também tem desvantagens e pode trazer alguns riscos.

De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), entre 30 e 50% dos boletos emitidos no e-commerce não são pagos pelos consumidores. Na maior parte das vezes, isso acontece pois o consumidor acha um produto com preço interessante em sua loja, emite o boleto, e usa o tempo de vencimento para pensar melhor sobre a compra. Muitas vezes, ele acaba desistindo do produto. E no caso do boleto registrado, além de perder a venda, você também acaba desperdiçando o custo da emissão.

O lojista que emite uma grande quantidade de boletos sem registro precisa de uma conciliação financeira eficiente e rigorosa na loja para confirmar se cada boleto emitido foi efetivamente pago na data combinada com o consumidor. Isso pode gerar muita confusão e acarretar em problemas de estoque para o comerciante.

Além dos problemas de conciliação, é comum que boletos não registrados aumentem o número de fraudes, já que dados do recebedor podem ser alterados, como o valor do boleto, nome do recebedor, dados bancários e a data de vencimento. Como não há um registro no sistema do banco, não é possível conferir esse documento e o lojista acaba perdendo o custo de emissão ou passando por sérios problemas de fraudes no valor do boleto.

É bem possível que você já tenha ouvido falar, ou mesmo tenha passado por situações envolvendo golpes com boletos. Esse tipo de fraude é muito comum e prejudica os lojistas e todo sistema bancário.

Imagine essa situação: um cliente faz checkout no seu e-commerce e o meio de pagamentos escolhido é o boleto bancário. Os boletos que você emite em sua loja não são registrados e, por isso, geram apenas um código de barras que é usado pelo comprador para fazer o pagamento em qualquer banco. Depois de pagar pelo pedido, o cliente espera sua confirmação de recebimento e envio do pedido. Entretanto, ao conferir o recebimento dos seus pagamentos, a quitação desse boleto não é identificada.

Um possível motivo para o “extravio” desse pagamento é um tipo de fraude muito comum no e-commerce. Através de um vírus instalado no computador do consumidor, criminosos fazem alterações no código de barras do boleto bancário sem registro e, dessa forma, alteram os dados do recebedor, desviando o valor para outra conta. Como não há um registro oficial desses dados, é praticamente impossível evitar esse tipo de golpe.

4. Porque a Febraban decidiu implementar o Boleto Registrado?

O alto número de fraudes envolvendo boletos não registrados foi o principal motivo que levou a Federação Brasileira de Bancos a criar a Nova Plataforma de Pagamentos. Além disso, o formato que utilizamos atualmente para fazer cobranças bancárias existe desde os anos 1990, quando o código de barras passou a fazer parte do documento de cobrança e o pagamento passou a ser interbancário (o boleto poderia ser pago em qualquer banco).

É evidente que ao longo de mais de 20 anos vivemos inúmeras mudanças causadas pelas novas tecnologias. Por isso, o sistema financeiro do Brasil entendeu que era o momento para uma atualização na forma como as cobranças acontecem.

Mas as mudanças não vão parar no fim do boleto sem registro. A intenção da Febraban é que, em alguns anos, o boleto bancário impresso como conhecemos seja completamente extinto e todos os pagamentos sejam 100% digitalizados. Já imaginou que mudança chocante?

Vantagens e desvantagens do boleto com registro

Conforme o E-commerce Radar 2017, dos 35,5% de pedidos captados a partir do boleto bancário, apenas 22,9% são aprovados, isto é, grande parte dos títulos emitidos não é pago pelos clientes. Essa situação ocorre por diversos motivos e acaba refletindo em vantagens e desvantagens tanto no caso do boleto simples como em relação ao boleto registrado.

Quando o cliente não paga pelo boleto sem registro, a vantagem é que você não foi cobrado pela emissão do documento, logo, isso não é um prejuízo. A desvantagem ocorre se você, porventura, já entregou o produto ao consumidor antes do pagamento. Nesse caso, sem os dados registrados, a loja perde a possibilidade de protesto.

Já no caso do boleto com registro, a desvantagem é que você paga a taxa na emissão do documento e, caso o cliente não quite o título, acaba desperdiçando o custo da emissão. Porém, você tem os dados registrados e, em situações em que o produto foi entregue com antecedência, existe a possibilidade de protesto do título.

Além disso, o boleto com registro traz outros benefícios, como a facilidade na conciliação financeira. Isso porque, com o boleto simples, essa tarefa exigia muito cuidado e atenção para confirmar se cada boleto emitido foi efetivamente pago na data combinada com o consumidor, o que podia acarretar confusão e até mesmo problemas de estoque para o lojista. Já no modelo registrado, é muito fácil descobrir se o cliente efetuou o pagamento, quando e por qual produto ou serviço pagou.

Também é comum que boletos não registrados aumentem o número de fraudes, já que dados do recebedor podem ser alterados. Como não há um registro no sistema do banco, não é possível conferir esse documento e o lojista acaba perdendo o custo de emissão ou passando por sérios problemas de fraudes no valor do boleto.

Os golpes por meio dessa forma de pagamento são comuns e prejudicam lojistas, consumidores e todo o sistema bancário. Imagine essa situação: um cliente faz checkout no seu e-commerce e escolhe o boleto como meio de pagamento. Você emite um boleto não registrado e, assim, gera apenas um código de barras que é usado pelo comprador para fazer o pagamento em qualquer banco.

O cliente paga o título e aguarda pela sua confirmação de pagamento e, por consequência, pelo envio do pedido. No entanto, ao conferir os seus recebimentos, você não identifica a quitação desse boleto e, assim, começa um processo para entender o problema, que pode até mesmo acarretar em um desgaste na sua relação com o cliente.

Pois bem, um possível motivo para o extravio desse pagamento é um tipo de fraude muito comum no e-commerce. Por meio de um vírus instalado no computador do consumidor, criminosos fazem alterações no código de barras do boleto bancário sem registro e, dessa forma, mudam os dados do recebedor, desviando o valor para outra conta.

Como não há um registro oficial desses dados, é praticamente impossível evitar esse tipo de golpe. O cliente, que pagou pelo boleto, fica insatisfeito, enquanto o lojista fica sem solução para o problema e pode, inclusive, perder a venda.

Foi justamente o alto número de fraudes o principal motivo que levou à criação da Nova Plataforma da Cobrança. Aliada a essa justificativa, também estava a necessidade de atualizar o formato de cobrança, que era o mesmo desde a década de 1990, quando o código de barras começou a fazer parte do documento de cobrança e o pagamento passou a ser interbancário, isto é, pago em qualquer banco.

É evidente que, ao longo de mais de 20 anos, vivemos inúmeras mudanças causadas pelas novas tecnologias. Em relação aos próprios boletos, por exemplo, no passado era necessário ir a um banco para pagá-los. Hoje, é possível fazer isso com poucos toques na tela de um celular. Por isso, o sistema financeiro do Brasil entendeu que era o momento para uma atualização na forma como as cobranças acontecem.

Em comunicado oficial, o diretor-adjunto de Negócios e Operações da Febraban, Walter Tadeu de Faria, afirmou que “a Nova Plataforma da Cobrança trará benefícios para o consumidor e para a sociedade, como a maior facilidade no pagamento de contas vencidas, além de evitar o envio de boletos não autorizados”. No vídeo abaixo, Walter faz o comunicado e fala sobre a nova plataforma no 1º Congresso Nacional de Provedores, em setembro de 2016:

Segundo Walter, novos processos e tecnologias precisavam ser incorporados ao antigo sistema de recebimento de cobranças. Além disso, com o novo sistema, é possível pagar o boleto após o vencimento em qualquer agência bancária. Também são reduzidos os números de inconsistências nos dados, evitando a duplicidade de pagamentos e permitindo a identificação do CPF ou CNPJ do pagador, o que facilita o rastreamento de pagamentos e reduz o número de fraudes.

Assim, com a Nova Plataforma da Cobrança, o sistema de emissão e pagamento de boletos ganha modernização e traz mais segurança e agilidade para todo o sistema bancário. E é bom adiantar que as mudanças não devem parar com a obrigatoriedade do boleto com registro. A intenção da Febraban é que, em alguns anos, o boleto bancário impresso como conhecemos seja completamente extinto e todos os pagamentos sejam 100% digitalizados.

O que muda no dia a dia com a emissão do boleto com registro?

O Banco Central, órgão responsável por regular e fiscalizar as instituições bancárias no Brasil,  estabeleceu normas para as operações com boletos bancários. Entre elas, a obrigatoriedade da inclusão do CPF ou CNPJ do emissor e do pagador, a data de vencimento do título e o valor do documento. Todas essas informações devem ser registradas em tempo real.

Com isso, no momento de pagamento do boleto será realizada uma consulta automática na Nova Plataforma da Cobrança para que as informações sejam conferidas. Se os dados impressos no boleto forem compatíveis com os registrados no sistema, a operação é validada e efetivada. Entretanto, se houver divergência entre os dados, o pagamento não é autorizado e o cliente poderá pagar esse boleto apenas no banco que fez a emissão do título.

Essa conferência é realizada para evitar inconsistências nos pagamentos e lavagem de dinheiro. Além disso, essas validações agregam maior transparência no relacionamento com o consumidor final, pois evitam o pagamento de boletos em duplicidade e aprimoram o controle dos boletos facultativos, conhecidos como boletos de proposta, que são enviados sem a autorização do cliente. Aliás, todos os boletos de cobrança podem ser registrados na Nova Plataforma da Cobrança, menos os boletos de proposta.

Na prática, a empresa emissora deve registrar o boleto antes que os clientes efetuem o pagamento, incluindo obrigatoriamente o nome, CPF ou CNPJ e endereço do cliente. A coleta dos dados fica a cargo da empresa que está emitindo o boleto. Depois, o documento é transmitido ao banco via arquivo de remessa. Com o registro, o consumidor pode pagar o título em qualquer agência bancária.

Em resumo, veja o que muda e o que não muda com a Nova Plataforma da Cobrança:

  • O boleto registrado pode ser pago em qualquer agência bancária, inclusive após a data de vencimento. Com isso, não é necessário emitir a segunda via desses boletos, já que é possível pagá-los mesmo após o vencimento. Ainda em relação aos atrasos na quitação dos títulos, o cálculo para o pagamento é realizado automaticamente pelo sistema da Nova Plataforma da Cobrança;
  • Os pagamentos em duplicidade são evitados com as novas regras, já que uma conferência dos dados é realizada durante a emissão do título. Essa validação das informações também evita inconsistências e lavagem de dinheiro;
  • Os horários-limite de pagamento dos boletos e o layout do arquivo não sofrem alteração, assim como o código de barras. Por isso, não é necessário fazer a troca de leitores óticos e outros softwares;
  • A obrigação de coletar os dados do cliente e de mantê-los atualizados é do e-commerce ou de qualquer que seja a empresa emissora do boleto. Já a tarefa de cadastrar a empresa beneficiária na Nova Plataforma da Cobrança é da instituição financeira;
  • As empresas podem emitir os boletos em seus sistemas próprios de cobrança;
  • Para emitir boletos de proposta, a empresa precisa da autorização prévia do cliente e é necessário utilizar o formato específico para este tipo de boleto;
  • O banco pode aplicar outras taxas, como registro, liquidação, permanência e baixa do boleto;
  • Em caso de inconsistências, estornos automáticos serão forçados;
  • Fraudadores serão bloqueados imediatamente em toda a rede bancária caso uma fraude seja identificada;
  • Os juros, as multas e os descontos serão limitados por um padrão dos bancos;
  • Qualquer edição no boleto deve ser registrada junto ao banco, por meio de um arquivo de remessa. No dia seguinte, o arquivo retorno deve ser processado, observando possíveis inconsistências.

Faça a emissão de boletos registrados com a Wirecard

Como você viu neste artigo, a cobrança durante a emissão do boleto — e não após o pagamento — é o principal ponto de debate para os lojistas, que têm receio de ter prejuízo, já que grande parte dos consumidores acaba não quitando o título.

A boa notícia é que a Wirecard manteve a cobrança apenas por boletos pagos! Isso quer dizer que, mesmo com as novas regras da Febraban, os e-commerces que utilizam a nossa solução só pagam as taxas se o cliente realizar o pagamento, sem prejuízos.

Se você ficou com alguma dúvida ou quer saber mais sobre o serviço de emissão de boletos da Wirecard, deixe seu comentário ou entre em contato com a nossa equipe. Nós estamos à disposição para ajudar!

O Moip foi indicado para o Prêmio Época ReclameAqui 2017. Ajude com seu voto!

É um grande orgulho para a Wirecard anunciar que fomos indicados ao Prêmio Época ReclameAqui – As melhores empresas para o consumidor 2017, na categoria “Pagamentos Online”. Esse prêmio envolve mais de 1400 empresas brasileiras e, no ano passado, foram mais de 4 milhões de votos. A indicação da Wirecard é reflexo da nossa missão sendo cumprida: simplificar a vida financeira dos nossos clientes.

O objetivo do prêmio é reconhecer as empresas com melhor atendimento, que entregam a melhor experiência aos seus clientes. E aqui na Wirecard essa é uma prioridade estratégica. Temos uma equipe com mais de 25 pessoas focadas em um propósito único: criar uma experiência fora do comum para nossos clientes.

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O time de Experiência e Satisfação do Cliente está extremamente determinado a fazer da Wirecard a solução óbvia para recebimento de pagamento online no Brasil. No ReclameAqui, nossos números são surpreendentes. Em fevereiro de 2017, recebemos o Selo RA 1000, que destaca empresas que demonstram a seus consumidores o compromisso que possuem com o pós venda, elevando o grau de confiança em sua marca, produtos e serviços.

Para conquistar esse selo, foi necessário atender a 4 critérios:

  • Possuir um número de avaliações igual ou superior a 50
  • Possuir Índice de Resposta igual ou superior a 90%
  • Possuir Índice de Solução igual ou superior a 90%
  • Possuir Média das Avaliações (dadas pelo consumidor) igual ou superior a 7
  • Possuir Índice de Novos Negócios (Voltaria a fazer negócios?) igual ou superior a 70%

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E, nos último 6 meses, já foram 796 reclamações atendidas no ReclameAqui, sendo que mais de 90% deles foram resolvidos e 81.7% das pessoas atendidas disseram que voltariam a fazer negócio com a Wirecard.

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Mas não é só no ReclameAqui que ajudamos nossos clientes, também atendemos contatos telefônicos, redes sociais, emails e temos uma Central de Ajuda. Nesses canais de atendimento também garantimos a satisfação dos nossos clientes. Em 2017, já realizamos mais de 40 mil atendimentos, sendo que mais de 97% deles foram resolvidos e 92,56% das pessoas atendidas voltariam a fazer negócio conosco.imagem2

E o trabalho dessa equipe não para por aí, eles também ajudam a melhorar a qualidade dos nossos produtos e da operação da Wirecard como um todo, para que nossos clientes tenham menos problemas e precisem menos da nossa ajuda. Os principais motivos de contato são mapeados para que as equipes de engenharia atuem consertando possíveis problemas no sistema. Além disso, mantemos nossa FAQ sempre atualizada para que os clientes consigam resolver os problemas sozinhos e poupem tempo buscando por suporte.

Os resultados incríveis que atingimos ajudaram a classificar a Wirecard para concorrer ao Prêmio Época ReclameAqui, na votação popular. Os votos podem ser realizados até 16 de setembro e você é quem decide! Para ajudar a trazer esse prêmio para a Wirecard, clique no link abaixo, realize o cadastro gratuito e vote na Wirecard Pagamentos na categoria “Pagamentos Online”. Contamos com seu apoio nessa disputa!

ctaE lembre-se que estamos aqui para te ajudar com qualquer dúvida, é só chamar!

#experienciaresolve

O primeiro meetup da Shopify no Brasil acontecerá na sede do Moip

Quem gerencia uma loja virtual sabe que o mercado de plataformas para e-commerce cresceu exponencialmente nos últimos anos. São muitas opções e cabe ao lojista estudar cada possibilidade para entender a que melhor se adapta ao seu modelo e momento de negócio.

A Shopify, uma das maiores e mais respeitadas plataformas do mundo, em parceria com o Wirecard Pagamentos, uma empresa do grupo Wirecard AG, promoverão o primeiro meetup oficial da plataforma Shopify para o mercado brasileiro. O evento acontece no dia 26 de julho no escritório da Wirecard, na Avenida Faria Lima, em São Paulo.

Esse evento será uma oportunidade para lojistas brasileiros conhecerem melhor os serviços da plataforma de e-commerce Shopify. Quem já é cliente aprenderá como tirar melhores resultados da plataforma, e quem usa outras plataformas ou está entrando no mercado de e-commerce terá contato com todo o potencial da plataforma conhecida por lojistas como a mais robusta do mundo.

Além de muito networking com direito a cerveja e pizza, será lançado o Checkout Wirecard para Shopify, o primeiro no Brasil com efeito transparente. O Checkout Wirecard para Shopify garante para o lojista alta taxa de conversão, um checkout totalmente personalizável, além da possibilidade de transacionar com todos os meios de pagamentos e bandeiras.

Onde e quando acontece?

Veja a agenda do Meetup da Shopify em parceria com a Wirecard:

Data: Quarta-feira, 26 de julho de 2017

Horário: 19:00-22:00

Local: Escritório da Wirecard: Av. Brig. Faria Lima, 3064, Itaim Bibi, São Paulo, SP

Quem são os convidados?

Gabriela Jungblut – Editora-chefe do blog da Shopify em português e gestora de marketing de conteúdo para o mercado brasileiro

Apresentação: Introdução à Shopify e ao Programa de Parcerias; Introdução ao marketing de conteúdo.

Gisele Fleming – Gerente de Parcerias da Wirecard

Apresentação: Venda mais com o check out personalizável na Shopify.

Marcelo Terrazzan – CEO da Atacado.com

Apresentação: Case Atacado.com – O primeiro marketplace de atacado do Brasil.

E qual a programação?

19:00 – Cadastro, networking, cervejas

19:20 – Gabriela Jungblut (Shopify): Boas vindas, apresentação dos palestrantes

19:30 – Gisele Fleming (Wirecard): Venda mais com o check out personalizável na Shopify.

20:00 – Gabriela Jungblut (Shopify): Introdução à Shopify e ao Programa de parcerias da Shopify; Introdução ao marketing de conteúdo.

20:30 – Marcelo Terrazan (Atacado.com): Case Atacado.com – O primeiro marketplace de atacado do Brasil

21:00 – Perguntas e respostas

21:30-22:00 – Networking com cerveja e pizza

As vagas presenciais já acabaram, mas você poderá acompanhar ao vivo! Clique no link abaixo para fazer sua inscrição . Contamos com a sua presença!

moip e shopify

Entenda como seu negócio é afetado pela centralização de liquidações financeiras proposta pelo BACEN

*Artigo atualizado em 15/08/2017.

A partir do dia 28 de setembro de 2018 todas as liquidações financeiras realizadas por cartão de crédito deverão ser controladas por uma instituição autorizada pelo Banco Central como a Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP), de acordo com a Circular 3.842. A regulamentação de marketplaces (que começou a ser discutida em 2013) deve impactar alguns players do mercado de e-commerce que participam do fluxo de pagamentos de terceiros, entre eles marketplaces. Quem não se adequar será proibido de processar transações por cartão de crédito.

Para entender melhor a Regulamentação dos marketplaces, olha os vídeos que a Wirecard preparou:

https://www.youtube.com/watch?v=uDoEYf3mF4M

Perdido com a regulamentação? A Wirecard pode te ajudar!



Com a centralização da liquidação, o Banco Central pretende diminuir o chamado Risco Sistêmico, quando uma das partes da cadeia entra em colapso financeiro, afetando os demais envolvidos. Esse risco acontece em alguns marketplaces e subadquirentes, nos quais o comprador paga a plataforma que por sua vez repassa os valores aos seus lojistas, liquidando créditos de seus estabelecimentos em suas próprias contas de pagamento. “Dessa forma, o Marketplace fica no meio da transação de pagamento e o Banco Central os interpreta como instituições e pagamento”, explica Igor Senra, CEO da Wirecard, facilitador de pagamento.

É importante salientar que a regulação não foi desenvolvida visando alcançar diretamente os marketplaces, mas eles acabaram sendo alcançados porque intermedeiam o fluxo financeiro entre o comprador e o vendedor (destinatário final do pagamento). “Nesse sentido, toda instituição que intermediar esse fluxo de pagamentos deverá se adequar a regulação do Banco Central”, diz Igor.

Em nota divulgada ao E-Commerce Brasil, o Banco Central declarou que a regulamentação traz avanços para o setor, já que nivela os participantes do mercado nas mesmas condições de concorrência e reduz barreiras de entrada decorrentes da atuação verticalizada de alguns agentes. “Além disso, elimina as ineficiências trazidas pela existência de múltiplos prestadores de serviço de compensação e de liquidação para um mesmo arranjo de pagamento”, descreve a nota.

Para que a medida seja cumprida de forma eficaz, o Banco Central estabeleceu que as bandeiras de cartão (Visa, MasterCard, Amex, Hipercard, etc) sejam responsáveis por garantir que os marketplaces e demais instituições de pagamentos liquidem os pagamentos dentro da grade única de liquidação na CIP (Câmara Intermediária de Pagamentos). “Isto é, os Marketplaces vão passar a pagar os seus lojistas através dessa câmara de liquidação, o que dará maior visibilidade e poder de controle ao Banco Central”, ressalta Senra.

Renato Rocha, Vice-Presidente da Visa também acredita que a regulamentação vai ampliar a segurança para os varejistas. “Acreditamos que a regulamentação trará mais segurança para os recebimentos dos lojistas, já que eles conseguirão definir onde querem receber os créditos”, disse Renato. Além de considerar a regulamentação positiva, a Visa está investindo no trabalho consultivo de apresentar as mudanças aos seus parceiros (marketplaces, subadquirentes, e demais empresas). “Estamos reunindo essas empresas para explicar o funcionamento das regras para que todos analisem as melhores opções e consigam se adequar. Também pretendemos simplificar o contrato de adesão com a Visa”, disse Rocha.

Perdido com a regulamentação? A Wirecard pode te ajudar!



A situação pode ficar mais complicada no caso das empresas de compra coletiva, como Peixe Urbano e Groupon. Segundo informações do Brazil Journal, parte do faturamento destas empresas são os vouchers que o cliente compra, mas não resgata. Segundo declaração de Vitor Magnani, executivo do iFood ao Brazil Journal, “90% do setor não estava sabendo da regra e não começaram a se adequar”. Ainda segundo dados do site, o iFood está liderando um grupo de trabalho para mostrar ao Banco Central alguns problemas que a nova regra pode causar. Segundo Magnani, o regulador já se mostrou sensível a fazer mudanças se a implementação da nova regra se mostrar muito onerosa.

Para Felipe Matos, fundador da aceleradora Startup Farm e Diretor Executivo grupo de advocacy Dínamo, os custos de conexão com a CIP podem variar conforme o volume de transações, além de haver um custo único por transação (que é inferior a um centavo, na ordem de R$ 0,006 por registro). Além disso, o marketplace deve manter uma conta de liquidação junto a uma instituição conectada ao Banco Central, normalmente um Banco, que poderá cobrar pela prestação desse serviço. “O Banco Central se mostrou sensível a estas empresas e disse estar atuando junto a CIP a fim de possibilitar um acesso com custos diferenciados para essas empresas, mas informou não poder garantir que não haverá incremento de custo. Com o ganho de escala, os custos de transações tendem a cair, sendo amortizados ao longo do tempo”, aponta.

A CIP declarou ao E-Commerce Brasil que está se preparando, junto com o mercado, para que o sistema entre em funcionamento no dia 28 de setembro. “Atualmente, estamos na fase de homologação da solução com o mercado”, disse Aldo Chiavegatti, Superintendente de Infraestrutura do Mercado Financeiro.

Ainda segundo a CIP, os manuais técnicos foram disponibilizados aos participantes por meio das Associações (Febraban, ABECS, ABO2O, Camaranet, Abranet etc).

Entenda melhor a regulação no infográfico abaixo.

Confira declaração do Banco Central na íntegra:

Esclarecimento sobre a liquidação centralizada dos arranjos de pagamento

A implementação da liquidação centralizada de transações de pagamento no âmbito dos arranjos de pagamento, que foi definida em setembro de 2015 e passaria a valer a partir de 4 de setembro de 2017 traz vários avanços para este setor e os consumidores brasileiros. Em julho de 2017 a data limite foi alterada para 28 de setembro de 2018. A medida nivela os participantes desse mercado nas mesmas condições de concorrência, reduzindo barreiras de entrada decorrentes da atuação verticalizada de alguns agentes. Além disso, elimina as ineficiências trazidas pela existência de múltiplos prestadores de serviço de compensação e de liquidação para um mesmo arranjo de pagamento.

Os participantes desses arranjos, por exemplo, tinham de se conectar com diversos sistemas, com conexões específicas e formatos de mensagem específicos para cada um deles. Com os ganhos de escala, advindos dessa medida, os participantes do mercado poderão ter a redução significativa dos custos individuais das transações.

Os subcredenciadores, empresas que intermedeiam as operações de pagamento entre comerciantes e credenciadoras de cartões, deverão se adequar às novas regras no âmbito dos arranjos e instituições de pagamentos, como a centralização da liquidação das transações de pagamento. Embora o Banco Central não regule diretamente essas instituições, considerando que a prestação de serviço de pagamento é uma atividade de interesse público – o prestador lida com o dinheiro dos consumidores e dos estabelecimentos comerciais – foi necessário enquadramento nos arranjos.

Antes da regulamentação para marketplaces do BC, muitos subcredenciadores atuavam no mercado sem caracterização específica na cadeia de pagamentos, como se fossem simples estabelecimentos comerciais. Algumas empresas marketplaces – que trabalham com plataformas para aproximar compradores e vendedores (de produtos ou serviços), geralmente pela internet – atuam também como subcredenciadores e, no exercício desta atividade, devem seguir as novas normas de arranjos de pagamento. As outras atribuições dessas plataformas, no entanto, não são alcançadas pela regulação do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB).

Os arranjos e instituições de pagamento passaram a ser regulados pelo BC a partir da edição da Lei nº 12.865, de 9 de outubro de 2013. Desde então têm sido empreendidos esforços regulamentares com vistas à construção de um ambiente de pagamentos de varejo mais competitivo, seguro e eficiente. A liquidação centralizada de transações de pagamento é uma das ações nesse sentido.

Apesar de o BC não requerer autorização específica para atuar como subcredenciador, o que reduz os custos regulatórios desses agentes, a prestação de serviços de pagamento por si só faz com que essas empresas estejam sujeitas a algumas regras. Algumas delas decorrentes da regulação do BC, outras decorrentes de lei, a exemplo das regras de prevenção à lavagem de dinheiro e de combate ao financiamento ao terrorismo.

Assim, cabe à instituição que presta algum serviço de pagamento identificar seu enquadramento e observar o cumprimento desse conjunto de normas. Cabe ressaltar que, em toda a sua atuação, o BC tem mantido contato com os agentes integrantes do SPB. Isso também se aplica aos subcredenciadores, inclusive aqueles que também atuam como marketplaces.

Perdido com a regulamentação? A Wirecard pode te ajudar!



Vale destacar que a atuação do BC não se pauta pela manutenção de modelos de negócio que beneficiem apenas o interesse de agentes privados, mas por modelos de negócio que, ao agregar inovação, agreguem aos interesses dos usuários finais (pagadores e recebedores) e da sociedade de forma geral. O BC está atento a essas questões e continuará atuando por um funcionamento seguro e eficiente do SPB, sempre procurando garantir a modernização do mercado.

Como funciona o fluxo de recebimento de pagamento de um lojista hoje dentro dos Marketplaces?

Existem basicamente dois modelos:

Marketplace intermediário de pagamento: comprador paga diretamente ao Marketplace que repassa o valor conforme combinado com o vendedor. As transações  entre um cliente, um aplicativo e o banco acontecem por meio de TEDs e DOCs.

Marketplace que usa Split (divisão) de pagamento: Na origem da transação o pagamento é dividido: o valor referente a comissão do Marketplace vai diretamente para o Marketplace e o valor líquido do vendedor vai para o vendedor.

Dado esses dois modelos, fica claro que o primeiro será alcançado pela regulação do Banco Central. O outro modelo, como não intermedeia o fluxo de pagamentos não tem com o que se preocupar, visto que a atividade de pagamento está sendo realizada pela instituição de pagamentos (facilitadores e subadquirentes) responsável pelo Split.

O que significa estar na grade única da CIP*?

A CIP é a Câmara Interbancária de Pagamentos, que, como falamos, faz parte do STR. Entre os serviços que eles prestam está o SILOC que é o Sistema de Liquidação Diferida das Transferências Interbancárias de Ordens de Crédito. Por meio dele são feitas as liquidações de débito e crédito de cartões. Muito resumidamente, para cada transação feita com um cartão, a CIP receberá informações do valor devido pelo emissor do cartão ao adquirente e pelo adquirente ao estabelecimento comercial (ou ao Subadquirente) – a partir destas informações ocorre a liquidação que, grosso modo, consiste em pagar o valor devido para cada parte.

A ideia é bem simples quando pensamos em uma única transação, mas o sistema é um pouco mais complexo porque todos os dias milhões de transações são liquidadas – isso significa cruzar as informações de todas elas, para que ao final cada um receba aquilo que lhe era devido. Convém lembrar também que um mesmo player pode ocupar mais de uma posição na cadeia. Um banco por exemplo, pode ser Instituição Domicílio (isto é, a instituição na qual são depositados os valores recebidos pelos estabelecimentos comerciais) e Emissor do Cartão.

Há duas formas de integrar com a CIP para participar da grade única. (i) participar como membro principal; (ii) participar como membro administrado;

Na primeira o Participante do Arranjo (seja ele um Adquirente ou Facilitador de Pagamentos) envia seus próprios arquivos com todas as informações das transações para a CIP. Na segunda o Participante do Arranjo é representado por outro participante que fica encarregado de enviar seus arquivos.

Em ambos os casos é preciso integrar os arranjos das bandeiras com as quais se pretende transacionar e ser capaz de gerar os arquivos que serão enviados. Como membro principal é necessário também ter a infraestrutura para se conectar com a CIP e enviar/receber esses arquivos.

 

O que os Marketplaces devem fazer para atender a essas novas regras?  

Existem basicamente dois caminhos:

1)Fazer a integração sozinhos seguindo os seguintes passos:

  • Assinar um contrato com cada um dos instituidores, tais como: MasterCard, Visa, Amex, Elo, Hiper, Hipercard, etc.
  • Assinar com a CIP, a CIP é a câmara escolhida para liquidação dos arranjos;
  • Contratar um banco liquidante, banco que liquidará as transações na CIP em nome do Marketplace;
  • Ajustar seus contratos com os Vendedores do Marketplace visto que o certamente o contrato de hoje não levava em conta esse novo processo;
  • Diariamente gerar, transmitir (enviar, receber e tratar arquivos no layout exigido da CIP) e liquidar – É possível terceirizar parte ou a totalidade dessas atividades;
  • Contratação de infraestrutura de comunicação (Só tem dois players e precisa de redundância)
  • Certificado digital específico – Criptografia específica para a CIP

2) Utilizar um player de pagamento já regulamentado pelo Banco Central

 

Perdido com a regulamentação? A Wirecard pode te ajudar!



Adaptado de Ecommerce Brasil

Veja como transformar o Instagram na vitrine do seu e-commerce

Se uma imagem vale mais que mil palavras, uma foto do seu produto vale mais que muitos cupons de desconto. E é por isso que o instagram se tornou uma ferramenta poderosa de atração e fidelização de clientes para e-commerces. Nesse texto você irá aprender como investir no Instagram para e-commerces e lucrar com essa alternativa.

Então me diga: você gostaria de ter uma base de seguidores que te recomendam e que estão a disposição para fornecer feedbacks sobre os seus produtos? É interessante para você atrair centenas de consumidores bem segmentados para o seu e-commerce? Você deseja ter uma marca reconhecida no seu nicho de mercado? Esse texto é sobre isso. Vamos começar?

Para começar, o Instagram em números…

O Instagram é uma rede social de compartilhamento de imagens exclusiva para usuários de smartphones. Ele permite que pessoas e marcas divulguem suas fotos e vídeos com diferentes filtros e bordas, com duração ilimitada ou por apenas um dia. E ainda possui as funções curtir, comentar, seguir e enviar uma mensagem privada, permitindo que seus usuários interajam entre si dentro da própria rede.

Sem dúvidas o Instagram é uma das maiores redes sociais existentes. Recentemente, o aplicativo divulgou em sua página de novidades que já ultrapassou os 600 milhões de usuários, sendo 100 milhões apenas nos últimos seis meses.
E para ajudar você a entender esse acelerado crescimento e como ele pode ser útil para o seu e-commerce, nós separamos alguns dados divulgados pelo Facebook:

instaconect

O Instagram também divulgou que recebe 1.000 comentários e 8.500 curtidas por segundo. O que torna o aplicativo 15x mais engajador que o Facebook.

Para você ter uma ideia do tamanho da rede, mais de 16 bilhões de fotos já foram compartilhadas no Instagram até o momento. E de acordo com um relatório do Pew Research Center, o Instagram é utilizado por 26% de todos os adultos que utilizam a internet.

Definitivamente, o Instagram é como uma rua de comércio abarrotada com 600 milhões de consumidores, que passam 257 minutos por mês caminhando entre as lojas. Se o seu e-commerce tivesse a oportunidade de expor os seus produtos nessa rua, você faria uma vitrine fantástica ou fecharia as suas cortinas?

Como funciona o Instagram para e-commerces?

O Instagram tem tudo a ver com e-commerce. Em 2016, o Facebook pesquisou e descobriu que 80% dos entrevistados afirmam que já fizeram uma compra inspirados no que viram no Instagram. Desses, 84% compraram em lojas virtuais.

instaconect

Apesar disso, muitos e-commerces ainda não estão no Instagram. Mas por que será?

Os motivos costumam ser:

  • As contas não crescem e a equipe desiste;
  • É muito trabalhoso executar as técnicas de interação diariamente;
  • Foca o seu tempo e dinheiro em outras redes sociais;
  • Não sabe o que fazer no Instagram;

De todos os motivos citados que resultam no abandono do Instagram pelos e-commerces, nós destacamos a execução das técnicas de interação, porque é ela que geralmente causa os outros motivos, como o não crescimento das contas.

As estratégias mais utilizadas pelos vendedores são as que envolvem comentar e curtir as fotos dos usuários e, muitas vezes, seguir os perfis esperando que eles sigam de volta. Essa técnica, como você deve imaginar, exige muitas horas de dedicação. Isso sem falar que é preciso voltar no dia seguinte para deixar de seguir aqueles que não seguiram de volta. E, quem sabe, enviar uma mensagem privada para os mais engajados, tentando esquentar a relação com um possível cliente.

Sem dúvidas, o processo de construção da marca é o que mais incomoda, pois as técnicas precisam ser realizadas diariamente, em diferentes horários, manualmente, e nem sempre trazem um resultado imediato.

As estratégias mais utilizadas pelos e-commerces no Instagram são:

Para obter mais seguidores:

  • Compartilham as suas publicações do Instagram nas suas outras redes, como Facebook e Twitter;
  • Gastam muitas horas comentando e curtindo as fotos dos seus potenciais clientes;
  • Utilizam hashtags do seu nicho de mercado para serem encontrados pelos seus públicos de interesse;
  • Despendem horas seguindo as contas de potenciais compradores e, no dia seguinte, investem ainda mais tempo parando de seguir os que não interagiram com a marca;
  • Criam e seguem uma identidade, com cores e padrões específicos da marca.

Para obter mais curtidas e comentários:

  • Postam fotos dos seus produtos em situações inusitadas ou que surpreendam a audiência;
  • Pedem feedbacks sobre seus produtos e serviços utilizando os recursos visuais como fotos, vídeos, histórias e outros;
  • Utilizam suas fanpages no facebook para descobrir os horários de maior interação do seu público e postam no Instagram de acordo com estes horários.
  • Inserem um call to action em suas publicações;
  • Utilizam hashtags de alto volume para terem suas publicações encontradas por um número maior de usuários;
  • E novamente, gastam muitas horas comentando e curtindo as fotos dos seus potenciais compradores.

Para obter mais visitas na loja:

  • Inserem o link de acesso a loja no seu perfil (único local possível para inserir um link no instagram);
  • Gastam muitas horas enviando mensagens privadas para os seus potenciais compradores;
  • Inserem o link de acesso a loja em imagens, esperando que os clientes digitem no navegador;
  • Investem em anúncios que direcionam os usuários para as suas lojas virtuais.

Como você deve ter percebido, uma boa estratégia no Instagram pode se tornar muito lucrativa para o seu e-commerce, mas exige um esforço manual diário da sua equipe de marketing, que precisa ser levado em consideração na hora de decidir investir ou não na rede social que mais cresce atualmente.

Para ajudar você a começar (e continuar) no Instagram, nós também reunimos as ferramentas mais utilizadas pelos e-commerces para gerir suas contas no aplicativo, e driblar as dificuldades de falta de tempo, falta de produtividade e falta de retorno. Confira:

Para controlar os números da sua conta no Instagram:

O Google Apps Script permite que você extraia os números da sua conta (como seguidores) e salve em uma planilha virtual do Google. Se você não possui conhecimentos para configurar, é só seguir o passo-a-passo.

Para criar uma identidade, com cores e padrões específicos da marca:

Para quem não consegue produzir fotos e tratar imagens em alto volume, o Canva possui diversos modelos de publicações editáveis, o que permite que você crie posts agradáveis, de forma rápida, e mesmo sem nenhum conhecimento de design.

Para descobrir as melhores hashtags:

O Keyhole é um dos aliados na hora de buscar as melhores hashtags para o seu negócio. Aumente a interação utilizando hashtags de alto volume, e cresça o número de seguidores ao utilizar hashtags relacionadas ao nicho.

Por fim, para automatizar o processo de curtir, comentar, seguir, parar de seguir e enviar mensagem para os potenciais compradores:

Lembra que o principal problema para posicionar uma marca no Instagram eram as atividades diárias e manuais que isso exigia? O InstaConect economiza o seu tempo, pois ele mesmo realiza as atividades manuais de curtir, comentar, seguir, parar de seguir e enviar mensagem para os seus consumidores em potencial, de forma natural e intuitiva.

instaconect

E por fim…

Agora que já ficou claro quantos são e quem são os usuários do Instagram, e também como eles se comportam em relação ao consumo, as perguntas que você precisa responder antes de iniciar ou prosseguir com a sua estratégia de Instagram são:

  • Estou disposto a desenvolver e manter uma vitrine para a minha loja virtual?

Conheça o e-commerce com faturamento milionário fundado por um empreendedor de 16 anos

Alezi Goulart, CEO da Nerd Universe, compartilha sua história e experiências recebendo pagamentos com a Wirecard

O propósito da Wirecard é fazer dos empreendedores a força de prosperidade da nossa sociedade e, por isso, trabalhamos todos os dias para simplificar a vida financeira dos nossos clientes. Pensando em contar as histórias de sucesso de empreendedores que “chegaram lá”, e como a Wirecard participou dessa jornada, criamos a série Cases da Wirecard – O que podemos fazer pelo seu negócio?.

No primeiro vídeo, Alezi Goulart, CEO da Nerd Universe, conta sobre como foram os primeiros passos de seu projeto, quais os desafios superados e aprendizados acumulados. Além disso, fala sobre a experiência positiva que teve recebendo pagamentos com a Wirecard ao longo dos últimos 4 anos. Acompanhe no vídeo abaixo o depoimento e algumas das suas dicas sobre empreendedorismo!

A jornada de Alezi começou aos 16 anos, quando largou o Ensino Médio para fundar e tocar sozinho uma operação de e-commerce. Alezi conta que, com as ferramentas corretas, chegou a um faturamento milionário em poucos meses.

“O primeiro grande problema que eu tive foi referente às plataformas. A gente tinha plataformas muito limitadas na época. Em 2013 a minha plataforma não permitia ter a Wirecard e eu queria isso pois sabia que aumentaria minha conversão.”

Estratégias assertivas de marketing digital, uma plataforma de e-commerce robusta, com uma ótima experiência para o consumidor e um sistema de recebimento de pagamentos confiável e eficiente são alguns segredos do sucesso da Nerd Universe.

Que tal conversar com nossos consultores e contar como a Wirecard pode te ajudar? Estamos doidos para saber!
case nerd universe - cta

Nova regra do rotativo do cartão de crédito começa a valer hoje

A partir desta segunda (03/04/2017), quem não tem dinheiro suficiente para pagar toda a fatura do cartão de crédito pode passar, no máximo, um mês no crédito rotativo. Depois disso, o valor atrasado deverá ser pago ou parcelado em uma linha de crédito que cobra taxas de juros mais baixas.

Até então, o crédito rotativo era conhecido como o vilão dos empréstimos, por cobrar taxas que chegavam a 490% ao ano, enquanto o crédito parcelado, por exemplo, cobrava 160% ao ano, em média.

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Contratado automaticamente quando o cliente não paga o valor total da fatura do cartão, o rotativo é um dos grandes responsáveis pelo superendividamento de consumidores. Com a nova regra, o governo federal obriga as pessoas a saírem da bola de neve do crédito rotativo, limitando o período do empréstimo.

Assim, a expectativa é que os bancos passem a cobrar juros menores no rotativo, porque as chances de levarem calote diminuem. A partir de hoje, cada banco oferece condições diferentes de crédito parcelado, para quem chegar ao limite de 30 dias no rotativo (confira abaixo as regras de cada um).

Fuja do rotativo

Apesar do crédito rotativo ficar mais barato para consumidores, ele continua sendo um empréstimo caro, segundo especialistas. “As condições estão melhores do que antes, mas o rotativo ainda é muito perigoso”, alerta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Utilizar o cartão de crédito descontroladamente é o primeiro passo para não conseguir pagar a fatura integral e cair no rotativo. Segundo uma pesquisa feita pelo aplicativo de finanças GuiaBolso, os brasileiros pagam 41% de todos os seus gastos com cartão de crédito e estão usando mais o cartão para pagar as contas cotidianas da casa, o que é um perigo.

“É sempre melhor pagar à vista. As pessoas só deveriam usar o cartão em emergências, para excepcionalmente comprar produtos de alto valor ou quando não dá para pagar de outro jeito, em compras online, por exemplo”, ensina Thiago Alvarez, fundador do GuiaBolso.

Se chegou ao ponto de você não conseguir pagar o valor total da fatura, fuja do rotativo. Prefira negociar com o banco um empréstimo mais barato para pagar integralmente a fatura, como um consignado ou um empréstimo pessoal. Precisando de dinheiro? Veja com a Just Online como ter empréstimo pessoal com taxas a partir de 2,8% ao mês Patrocinado

“Usar o rotativo não deveria ser uma opção em nenhum momento. É sempre melhor procurar uma alternativa com juros menores”, aconselha o educador financeiro Rafael Seabra, autor do livro Quero ficar rico.

As novas regras em cada banco

Veja as condições de parcelamento da fatura do cartão oferecidas por cada banco:

Banco do Brasil

O Banco do Brasil reduziu em 4 pontos percentuais ao mês as taxas de juros do crédito rotativo. Depois dos primeiros 30 dias no rotativo, o cliente pode escolher a condição de parcelamento da fatura que preferir. Se ele não procurar o banco, o parcelamento será feito automaticamente, em 24 meses.

O valor do pagamento mínimo da fatura passa a ser composto pelo saldo não pago da fatura anterior, somado aos juros do rotativo, mais 15% do valor dos gastos do mês e o valor das parcelas de financiamentos de faturas anteriores, se existirem.

Itaú

O Itaú Unibanco vai cortar os juros mensais do rotativo do cartão de crédito em 4 pontos percentuais, em média. As nova faixa de juros passará a ser de 1,99% a 9,90% ao mês, dependendo do histórico de pagamentos de cada um dos clientes.

Depois dos primeiros 30 dias no rotativo, o cliente que não pagar o valor atrasado da fatura tem três opções: pagar o mínimo da nova fatura, parcelar a nova fatura em até 24 vezes ou financiar o saldo da fatura em 12 parcelas iguais, com juros iguais aos praticados no parcelamento comum (de 0,99% a 8,90% ao mês).

Santander

O Santander vai parcelar automaticamente o saldo remanescente do rotativo de seu cartão de crédito de 4 a 18 vezes, com juros que irão variar de 2,99% a 9,99% ao mês, de acordo com o perfil e as necessidades financeiras do cliente.

Além disso, o valor do pagamento mínimo da fatura será composto pelo porcentual de 15% sobre os novos gastos e por parcelas de financiamentos de faturas anteriores, se houver.

Bradesco

O Bradesco acabou com o crédito rotativo e manteve apenas o crédito parcelado. O banco vai cobrar taxas de juros entre 3,6% e 9,8% ao mês, dependendo do perfil do devedor.

O valor do pagamento mínimo da fatura será composto pelo valor da parcela mais 15% das compras realizadas no mês.

Caixa

O cliente da Caixa poderá escolher se quer parcelar o valor da fatura em 4, 8, 12, 16, 20 ou 24 meses. As taxas do crédito parcelado variam de 3,30% ao mês a 9,90% ao mês.

 

Via Exame

Com apoio do Moip, Nuvem Shop divulga o relatório anual de comércio eletrônico

O ano de 2016 não foi tranquilo para a economia brasileira e isso não é novidade pra ninguém, não é mesmo?

Entretanto, para o comércio eletrônico, 2016 foi um ano muito feliz! Confirmando a expectativa de especialistas e surpreendendo os profissionais que estavam desestimulados diante do contexto econômico, “tudo acabou bem”: a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) registrou um faturamento de R$ 53,4 bilhões em 2016. Trata-se de 19% a mais do que o previsto pelo Ebit, uma diferença bastante significativa.

Mas quais são os números detalhados por trás desse resultado?

A Nuvem Shop, uma das principais plataformas para e-commerces do Brasil, acaba de lançar o NuvemCommerce: relatório anual de comércio eletrônico – 2016, um estudo que analisa esse que é um dos principais segmentos da economia brasileira. O relatório traz dados exclusivos relacionados aos lojistas da plataforma. Entre outras informações, é possível conhecer o desempenho das vendas, as preferências do público, os principais segmentos e as iniciativas de marketing mais populares dentro do segmento.

Seja você um lojista de e-commerce ou profissional de áreas relacionadas, é importante estar por dentro do que tem acontecido no comércio eletrônico a nível nacional e global, além de se preparar para crescer com as futuras tendências e aproveitar ao máximo o potencial do seu negócio.

O relatório é gratuito e está disponível para download pelo link:

botao

Wirecard e Omnichat firmam parceria que oferece solução de vendas via Whatsapp e Facebook Messenger

Wirecard Brasil foi a parceira de pagamentos escolhida pela Omnichat, plataforma com foco em vendas por canais de comunicação online – os chamados chats, como o Whatsapp e Facebook Messenger.

A solução inovadora da Omnichat traz ao mercado a automatização e possibilidade de vendas através destes canais que, até então, eram utilizados por consumidores apenas para tirar dúvidas sobre seus pedidos. Agora, além da possibilidade de comunicação com os clientes, lojistas poderão finalizar pedidos através destes mesmos canais.

A Omnichat viu no mercado a urgência de lojistas atenderem os clientes em seus canais preferidos e de forma alinhada a vendas assistidas e um suporte mais rápido para dúvidas sobre produtos. A plataforma possibilita o uso de fotos e resposta em tempo real, sem tirar o cliente do ambiente de comunicação. Ele pode finalizar uma compra sem a necessidade de procurar por outro meio de venda, como o tradicional site de e-commerce ou, se dirigir até uma loja física.

O CEO da Omnichat, Flavio Negrão, comentou que “A Wirecard é a solução de meio de pagamentos ideal para nosso negócio. Precisávamos oferecer aos nossos clientes uma experiência de compra rápida, segura e extremamente fácil de usar. Com a Wirecard nosso cliente em instantes já pode aceitar praticamente todas as bandeiras de cartão de crédito e boleto, ampliando sensitivamente sua conversão de vendas.”.

É no momento de conclusão da venda que a Wirecard entra em ação, gerando um carrinho de compras que é aberto no próprio aplicativo de chat, já com o produto inserido e valor de frete calculado. O cliente só precisa colocar seus dados de cartão, dados pessoais e dados de entrega.

“A Wirecard está muito feliz em apoiar uma solução tão inovadora como esta. Estamos certos de que o impacto deste produto no mercado trará grande valor para qualquer varejista que hoje pensa em incrementar seus canais de vendas e propiciar uma excelente experiência de compra”, comenta Ricardo Grandinetti – gerente da área de parcerias da Wirecard Pagamentos.

Gateway X intermediador de pagamento: como escolher a melhor opção?

Hoje, muitos empreendedores que querem montar um e-commerce têm poucos conhecimentos sobre os meios de pagamento online. Muitos desconhecem como esses sistemas funcionam e quais são as vantagens e desvantagens de cada um. Quem pretende trabalhar com uma loja virtual tem basicamente duas alternativas de meios de pagamento online: o gateway ou ointermediador de pagamento. Ambos podem ser menos ou mais interessantes para diferentes estruturas de lojas virtuais.

Para abrir um e-commerce, o empreendedor não deve seguir a lógica tradicional do ponto comercial. Isso significa que, mais do que montar uma loja em um ambiente virtual, o empreendedor precisa conhecer algumas estratégias de marketing para atrair o seu cliente, além de proporcionar uma experiência de compra inteligente, segura e eficiente para ele.

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Um dos maiores desafios dos e-commerces é ganhar a confiança dos clientes que estão habituados à forma presencial de comprar, em lojas físicas, por exemplo. Para driblar as desconfianças, é preciso que a loja virtual demonstre credibilidade e profissionalismo durante toda a experiência do cliente no e-commerce, especialmente quando ele vai “passar no caixa” do mundo virtual.

Empreendedores com experiência em e-commerces sabem que a finalização da compra é um dos momentos mais críticos. É justamente nessa etapa que o chamado abandono de carrinho costuma acontecer. Isso se dá, muitas vezes, pela falta de praticidade e rapidez no processo das compras, que impõem ao consumidor inúmeras etapas e burocracias, antes de que ele possa realizar o momento mágico de autorizar o pagamento. E existem muitos motivos para os carrinhos serem abandonados, veja nesse infográfico os principais motivos para abandono de carrinhos.

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Está mais do que comprovado que, quanto menos cliques na hora de efetuar um pagamento online, maiores são as chances de conversão. Por isso, o ideal é buscar um sistema que priorize a agilidade e a boa experiência ao consumidor e que respeite as capacidades de logística e de investimento do e-commerce.

Se você pretende montar um e-commerce ou migrar sua estrutura física para o ambiente online, vale a pena conferir esses tópicos essenciais para o bom desempenho do seu site!

Como eu escolho o sistema de pagamentos ideal?

Nos últimos anos, o mercado de meios de pagamentos online ganhou uma série de players. Por esse motivo, o empreendedor pode contar com diversas opções na hora de escolher uma empresa que lhe forneça um gateway ou um intermediador de pagamentos. Porém, independentemente da empresa, é importante que o empreendedor digital conheça quais são os tipos de soluções disponíveis no mercado e quais delas se adequam melhor ao seu modelo de negócio.

Se você já conversou com outros empreendedores que possuem um e-commerce, deve ter percebido que dúvidas do tipo: “por quê tantos clientes abandonam o carrinho antes de finalizar a compra? ”, “por quê tantas vendas online são negadas? ”, “por quê o valor demora tanto para ser compensado na conta da empresa? ”, entre outras. Essas dúvidas são muito comuns, e muitas vezes ocorrem porque o empreendedor não conhece detalhes importantes sobre o seu meio de pagamento online, o que acaba gerando frustrações e insatisfações depois que o sistema é implementado.

Para que você não passe por esse tipo de situação, é preciso que você conheça as vantagens e desvantagens de cada meio de pagamento online, para só então escolher o mais adequado ao seu modelo de negócio.

Quando a questão é decidir qual meio de pagamento online é o melhor para o seu modelo de negócio, não existe uma fórmula pronta. Por isso, o ideal é analisar cada meio e as necessidades da sua empresa, antes de partir para a integração.

Gateway de pagamentos: a maquininha virtual de cartões

O gateway de pagamentos nada mais é do que uma forma de processar o pagamento online realizado pelo cliente através do cartão de crédito, débito ou boleto bancário. O gateway, portanto, é a ferramenta responsável por conectar o seu e-commerce aos agentes financeiros, tais como os bancos e as operadoras de cartões. Ele basicamente tem a mesma função das maquininhas de cartão de crédito das lojas físicas.

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Essa conexão, no entanto, é feita de forma automática e independente do e-commerce. Na prática, isso quer dizer que o empreendedor precisa efetuar contratos junto às instituições financeiras, além de assumir todos os riscos relativos às transações efetuadas.

A compra online por meio de um gateway de pagamento ocorre em 3 etapas:

  • Primeiramente o cliente acessa o e-commerce e, ao finalizar sua compra, a loja utiliza o gateway para fazer a cobrança.

Antes de optar por um gateway, no entanto, o empreendedor precisa estar atento à complexidade que envolve a sua operação. Primeiramente, é preciso estar ciente de que para operar um gateway é necessário realizar diversos contratos e integrações. Além disso, o e-commerce arca com uma taxa que recai sob o número de transações efetuadas, independentemente de serem bem-sucedidas ou não.

intermediador de pagamento - cta

Como explicamos, o sistema age de forma independente, colocando todos os riscos sob a responsabilidade do e-commerce. Por conta disso, o empreendedor, além de contratar as instituições financeiras e interagir com a adquirente, precisará contar com o auxílio de um sistema de gestão de riscos, para não sofrer as consequências de fraudes e outros problemas relacionados às compras online.

Também será preciso contratar um responsável pela conciliação financeira, que fará todo o controle contábil e de recebimentos de pagamentos na conta da empresa.

O gateway, embora seja uma solução bastante robusta em termos de sistemas de pagamentos, acaba exigindo uma série de contratações de serviços que não estão inclusos, o que torna essa ferramenta bastante cara e difícil de operar, especialmente por pequenos e médios empreendedores, que estão buscando operar um meio de pagamento online com um baixo custo. Dependendo do volume de vendas e do porte do seu e-commerce, vale a pena considerar o uso de um intermediador de pagamentos.

Intermediador de pagamento: uma solução completa

O intermediador de pagamentos é uma ferramenta independente que interliga clientes, adquirentes e lojistas.

O intermediador de pagamentos oferece diversas alternativas de pagamentos online ao consumidor. A cobrança de alguns intermediadores pode ser feita por uma uma tarifa de integração do meio de pagamento ao seu e-commerce, mais uma taxa por cada transação aprovada dentro da loja. A Wirecard, por exemplo, é um intermediador de pagamento com um serviço isento de cobranças para a integração, com as tarifas inclusas apenas no valor transacionado dentro do e-commerce.

Com um intermediador de pagamentos, não existe a necessidade de fazer inúmeros contratos e integrações para começar a operar, como no caso do gateway de pagamento. Com um simples cadastramento na plataforma de vendedor, já é possível colocar o sistema para funcionar, veja como funciona no infográfico abaixo.

ecommerce - vantagens do adquirente

Além disso, o intermediador conta com a ferramenta do checkout transparente, que livra o cliente dos redirecionamentos de página que dificultam o processo de finalização da compra. O checkout transparente aumenta significativamente as taxas de conversão de um e-commerce, pois garante ao cliente uma experiência de compra inteligente, rápida e sem burocracias.

A grande vantagem é que toda a gestão de riscos, decorrentes de fraudes e repasses de valores, é realizada dentro da própria plataforma dos intermediadores, poupando o empreendedor de ter que pagar para contratar esse serviço à parte que opera com o seu meio de pagamento online.

O intermediador de pagamento é a solução mais efetiva e menos burocrática presente no mercado porque oferece diversos benefícios tanto para o e-commerce quanto para o bolso do lojista.

Pronto para a sua decisão?

Cada e-commerce conta com uma realidade própria, que é determinada a partir do seu nicho de mercado e porte. Justamente por isso, a escolha do melhor sistema de pagamentos deve ser feita de acordo com o modelo do seu negócio. Mas, com certeza, garantir que o funcionamento do meio de pagamentos online seja livre de inúmeras integrações, contratos e gastos desnecessários irá beneficiar (e muito) qualquer e-commerce.

Independentemente da sua escolha, seja ela um gateway ou um intermediador de pagamento, vale a pena investir no meio de pagamentos online que te ofereça menos custos e burocracias, e mais funcionalidades. Isso faz toda a diferença no desempenho de um e-commerce que busca oferecer a melhor experiência de compra para os clientes.

Se você quer entender mais a fundo as diferenças entre um gateway e um intermediador de pagamento, baixe o nosso E-Book gratuito! Ele irá esclarecer diversos pontos importantes sobre esses dois sistemas de pagamentos!

Esse post foi útil para você? Então que tal conhecer mais sobre o intermediador de pagamento e a Wirecard? Clique aqui e saiba mais!