API de pagamento: conheça os desafios para criar uma solução financeira

Não é mais segredo que, a cada dia que passa, as pessoas ficam mais e mais dependentes das plataformas digitais. Desde o simples consumidor doméstico até as grandes corporações que dependem 100% de softwares, fato é que todos esses usuários ativos representam uma demanda crescente por ferramentas mais complexas, mais seguras e mais completas — é por isso que a criação de um bom API de pagamento vem se tornando uma tarefa cada vez mais desafiadora!

Isso porque muitas pequenas e médias empresas, na busca por soluções de pagamento eficientes por um preço acessível, acabam integrando suas operações com interfaces de terceiros. O problema é que esse formato não oferece, digamos, a melhor das experiências para o consumidor, o que, por consequência, gera menores taxas de conversão.

É justamente para resolver esses desafios que os APIs de pagamento já estão nascendo com a missão de otimizar processos e tendo de se reinventar em um mercado extremamente dinâmico e exigente. Pensando nisso, preparamos um artigo com os principais obstáculos envolvidos na criação de soluções financeiras e com boas práticas que podem contribuir para esse tipo de desenvolvimento de software. Acompanhe com a gente!

Quatro desafios na criação de soluções financeiras

O trabalho de desenvolvimento de softwares é um dos que possuem uma das demandas de produção mais elevadas do mercado. Todos os dias, empresas e gestores pedem por soluções mais funcionais e sofisticadas em diversas áreas — um reflexo bastante compreensível de um rápido movimento de digitalização que já toma conta de operações, projetos e fluxos de trabalho no mundo todo.

Os usuários exigem cada vez mais dos desenvolvedores, solicitando softwares mais estratégicos e com níveis de complexidade maiores. Sobretudo, eles priorizam o imediatismo nas respostas, o atendimento integral a todos as suas necessidades e a segurança que evite falhas e vulnerabilidades de qualquer espécie. Nesse contexto, é sempre bom ter na ponta da língua os principais requisitos que devem ser atendidos no desenvolvimento de soluções financeiras e, por isso, separamos alguns deles aqui:

1 – Ambiente tecnológico em constante mudança

Novas tecnologias estão surgindo e as antigas estão se atualizando o tempo todo. É o tipo de evolução que é notada por qualquer pessoa. Basta imaginar o ambiente tecnológico de 5 anos atrás, por exemplo, para que se perceba grandes diferenças na usabilidade, na interface e, claro, na segurança envolvida nas soluções financeiras. Aqui, o grande desafio é garantir que essas novas interfaces consigam manter o passo com as atualizações, protocolos e diretrizes de segurança sem expor os usuários a riscos desnecessários ou vazamentos de informações pessoais!

2 – Complexidade e eficiência em pauta

Hoje em dia, a verdade é que os usuários de aplicativos, de sistemas ou de soluções financeiras não querem saber quantos protocolos diferentes de segurança você desenvolveu, e sim o quão rápido a plataforma pode ser acessada! Ou seja, eles querem que o software, independentemente da sua complexidade, tenha um tempo de resposta mínimo e uma performance sem falhas que atenda a todas as suas necessidades. Na prática, isso representa um fluxo bastante frenético de suporte e de manutenção para assegurar que essa solução não deixe ninguém na mão.

3 – Cenário de desenvolvimento dinâmico

Na criação de soluções financeiras, quem trabalha no desenvolvimento também sabe que deve estar sempre sujeito a ter de modificar ou remodelar todo ou grande parte do sistema ainda durante a fase de desenvolvimento. Isso porque os clientes nem sempre possuem uma jornada previsível e muitas dificuldades só aparecem quando o caminho começa a ser percorrido. Tenha em mente que nem mesmo o mais criterioso dos planejamentos é capaz de cobrir todas as possibilidades e, por isso, é preciso estar preparado!

4 – Usabilidade e compatibilidade

Independentemente da quantidade de funcionalidades, módulos e abordagens que uma solução financeira oferece, quem desenvolve esse tipo de solução precisa sempre se preocupar com a usabilidade (facilidade do usuário para interagir com o sistema) e com a compatibilidade (resposta e comunicação com as demais soluções financeiras necessárias). Aqui, é importante tentar prever, ao máximo, todas as possíveis reações e desdobramentos, além de trabalhar com um olho no futuro, deixando espaço na plataforma para a adoção rápida e assertiva de novas alternativas financeiras quanto elas ficarem disponíveis.

E como tudo isso afeta a criação de uma API de pagamento?

Antes de mais nada, vale dar um passo atrás para compreendermos um pouco melhor o conceito de API. A expressão vem de Application Programing Interface, que define uma série de instruções e padrões de programação que formam uma interface de acesso a um app online. Em outras palavras, uma API permite que dois sistemas distintos “dialoguem”, permutando dados para determinado objetivo.

Metaforicamente, podemos pensar no serviço da API da mesma forma que pensamos no trabalho de um garçom. Em um restaurante, buscamos o que desejamos no menu e solicitamos ao garçom, que encaminha o pedido para cozinha e, no fim, entrega o prato pronto na mesa. Em uma plataforma digital, a ideia da API é a mesma: ela vai receber seu pedido, levar até o sistema responsável pelo tratamento e lhe devolver o que foi solicitado.

Já deu para começar a perceber o ponto de convergência entre os desafios na criação de soluções financeiras e as APIs de pagamento, não é mesmo? Ora, com a vasta quantidade de aplicativos e softwares entrando no ar com as mais variadas finalidades ― e com a monetização de canais mais em alta do que nunca ―, em tempo nenhum foi tão importante viabilizar a comunicação e a permuta de dados, garantindo assim a compatibilidade das interfaces e a navegabilidade do usuário de forma sutil e progressiva.

Sem contar que, especialmente quando pensamos na atual realidade rápida e conectada do mundo e das pessoas, fica claro que uma boa API de pagamento também é essencial na hora de entregar produtos e soluções ainda mais valiosas para os usuários, sem prejudicar a experiência de compra com redirecionamentos, longos formulários e validações infinitas.

Além disso, o desenvolvimento de uma API de pagamento ainda permite que outros aplicativos e softwares possam se integrar ao seu sistema. Isso não significa que você irá criar uma API apenas para expor seu sistema a terceiros, é claro, mas pode indicar propósitos específicos, como uso particular na sua corporação ou mesmo como de uma interface sua exclusiva para os clientes do seu negócio, já pensou?

Benefícios de uma API de pagamento

Você já deve ter percebido que usar uma API de pagamento também é uma forma eficiente de tornar processos corporativos mais simples e ágeis, trazendo muitos benefícios para o negócio. É só ter em mente que oferecer múltiplos meios de pagamento integrados ao cliente é sempre uma forma de agregar valor aos seus produtos, pois ele se sentirá mais confortável para escolher como quer fazer a compra.

E não para por aí: já que falamos no desenvolvimento de softwares e soluções financeiras, vale ressaltar que desenvolver toda uma plataforma de pagamentos é um processo complicado e que exige muitos recursos financeiros e humanos, além de tempo, é claro.

Por outro lado, usar uma API de pagamento é uma forma de usufruir de modalidades diferentes de pagamentos automatizados sem precisar realizar todos esses investimentos e sem abrir mão da funcionalidade. Basta fazer a integração e mãos à obra! Prático, não é mesmo?

Ah, lembrando que a API de pagamento também é o tipo de solução capaz de fazer cobranças de forma automatizada, utilizando essa tarefa. Assim, seus colaboradores que eram dedicados às tarefas de cobrança terão mais tempo para outras atividades da empresa, melhorando a produtividade e diminuindo a incidência de erros!

Conte com a API de pagamentos do Moip

Bom, provavelmente ficou claro que contar com o suporte de um bom API de pagamentos é o caminho perfeito para garantir a satisfação dos seus clientes e assegurar a usabilidade de qualquer plataforma. E fique sabendo que, aqui no Moip, você conta com um API totalmente integrado à solução de pagamentos que oferecemos!

Ou seja: você oferece o meio de pagamento que encanta seus clientes, aumenta a conversão, melhorar suas vendas e o Moip se encarrega de processar todas as suas transações com toda a agilidade e segurança que só uma empresa que já tem tradição em simplificar pagamentos pode oferecer, tudo em compliance com as regulamentações do Banco Central e planejado para oferecer a melhor experiência possível no seu negócio.

Interessante, né? Então, entre em contato agora mesmo com a nossa equipe e comece a usar a API de pagamentos do Moip. Estamos à disposição para tirar dúvidas e orientá-lo na implantação.

Veja como e onde usar o split de pagamentos fora dos marketplaces

Dentro do mercado de vendas online, convencionou-se que o split de pagamentos é uma tecnologia feita para os marketplaces. No entanto, o uso dessa solução é indicado para qualquer empresa que faça uma transação financeira envolvendo mais de um recebedor. Quer dizer, utilizar essa ferramenta não tem relação com tamanho, segmento ou faturamento, mas sim com o modelo de negócio.

É isso mesmo. Se o seu modelo de negócio precisa, de alguma forma, fazer uma divisão de valores, usar o split de pagamentos é a melhor alternativa. Pode ser entre empresa, fornecedor e entregador ou entre empresa, aplicativo e entregador ou até entre franqueador e franquia. Siga com a gente e entenda melhor como tudo isso funciona.

Quem pode usar o split de pagamentos?

Bom, já vimos que o uso do split de pagamentos não está restrito aos marketplaces, certo? Com a evolução dos modelos de negócios e as mudanças nas relações entre empresas e colaboradores, surgiram diferentes possibilidades de uso para essa ferramenta. Conheça algumas dessas opções:

1 – Integrada ao ERP

O sistema de gestão integrado (ERP), como o próprio nome diz, é uma plataforma que reúne diversas funcionalidades capazes de fazer a gestão de uma empresa de forma unificada, ou seja, ele acaba com a necessidade de ter um software para cada área do negócio. Para as desenvolvedoras de sistemas, o split de pagamentos surge como mais uma função que pode ser integrada ao ERP.

Como o split permite a parametrização de regras próprias, ele consegue atender a qualquer necessidade do usuário, independentemente do tipo de negócio, assim como o ERP. Com isso, as desenvolvedoras criam uma nova fonte de receita ao disponibilizar mais uma função integrada. É claro que este não é um uso prático da ferramenta, mas mostra sua versatilidade em atuar de maneira conjunta.

2 – Em aplicativos

Assim como é usado em marketplaces, o split de pagamentos também pode ser usado em aplicativos de vendas online, especialmente aqueles que envolvem o pagamento de mais de uma pessoa, como os populares apps de comida. Nestes casos, também é necessário fazer a divisão do pagamento entre o dono do restaurante e o entregador, além de retirar a porcentagem do aplicativo.

Com o split, o gerenciamento de pagamentos passa a ser realizado de maneira automatizada. Isso é possível porque a solução já disponibiliza os valores de cada participante do processo considerando valores de taxas, tarifas e comissões acordadas. Como resultado, contribui para melhorar a experiência dos usuários, aumentando a credibilidade do serviço.

3 – Em franquias

Até agora vimos o uso do split de pagamentos em operações online, mas quando chegamos nas franquias abrimos espaço para sua utilização também nas vendas offline. É isso mesmo. Ao ser integrado ao sistema que faz a gestão de vendas, o split permite que a franqueadora consiga ter um controle maior da movimentação financeira  dos franqueados, o que não era possível antes.

Com isso, a franqueadora garante que as receitas da holding permaneçam estáveis e ainda contribui para minimizar problemas de inadimplência, pois pode interferir caso verifique algo fora do normal. Além disso, permitindo a criação de regras próprias pelo franqueador master, a solução abre a possibilidade de um controle maior sobre o faturamento e o lucro das franquias, ampliando a visão sobre a performance de cada cliente.

Essas são apenas algumas alternativas que separamos para você entender a versatilidade do split de pagamentos. Porém, como suas regras de valores podem ser alteradas e calibradas conforme a necessidade do usuário, como e onde usá-lo tem infinitas possibilidades. O importante é escolher o fornecedor que pode entregar a melhor ferramenta ao seu negócio.

O que todo split de pagamentos deve ter

Não é porque uma solução parece milagrosa, que você vai sair comprando qualquer uma, certo? É fundamental analisar as opções disponíveis no mercado para saber qual é aquela que vai realmente suprir o que o seu negócio precisa. No caso do split de pagamentos, separamos a seguir alguns critérios que devem ser considerados na hora de escolher a melhor ferramenta para sua empresa:

  • Segurança nas transações: como é preciso transmitir segurança para todos os envolvidos no processo comercial, o split deve garantir que as regras criadas para a divisão de valores sejam aplicadas corretamente. Oferecer um ambiente seguro contribui para o crescimento da base de vendedores, passando credibilidade e atraindo mais lojistas para o seu negócio.
  • Parametrização de regras: a solução precisa incorporar de maneira fácil qualquer regra de recebimento, ou seja, split de pagamentos para boletos, pagamento presencial ou digital devem funcionar da mesma maneira. O mesmo vale para a alteração das regras sobre a liquidação das transações e a política de cobrança de comissionamento.
  • Dashboard de fácil operação: como um dos objetivos do split é facilitar a gestão financeira, ele deve contar com um painel de controle intuitivo e prático de operar. De preferência, que permita a visualização e a gestão de todos os processos de venda, que identifique os valores corretos de cada parte envolvida e que dê acesso a informações que ajudem na tomada de decisão para o desenvolvimento da empresa. Tudo isso deve estar disponível para os parceiros também, ressaltando a importância da transparência para o negócio.
  • Registro das transações em tempo real: esse tipo de função aumenta a confiança dos vendedores na empresa, colabora para um melhor controle das movimentações e auxilia a ter uma percepção mais clara sobre os valores que cada envolvido irá receber, facilitando ações futuras.
  • Integração com outras soluções: um split de pagamentos completo deve permitir a integração com outras soluções de maneira simples e prática, pois, dessa forma, permite que todas as suas funcionalidades sejam usadas na íntegra, o que otimiza a gestão da sua empresa.

Para facilitar o seu trabalho de procurar, analisar e escolher um split de pagamentos, nosso próximo passo nesse artigo é apresentar uma ferramenta que vai ajudar o seu negócio a melhorar ainda mais os rendimentos. Confira!

Conte com o split de pagamentos da Wirecard

Independentemente se a sua empresa vende online ou offline, se é um marketplace ou uma loja convencional, nós temos o split de pagamentos que se encaixa perfeitamente às suas necessidades. Com a ferramenta da Wirecard, é possível realizar transações entre compradores e vendedores de forma muito mais fácil, cobrar por isso e ter todo o controle, de maneira simples e prática para você e para os usuários do seu serviço.

Com o nosso split de pagamentos, que está totalmente integrado à solução de pagamentos Wirecard, você divide o comissionamento em quantas partes desejar e faz o repasse para filiais, fornecedores, vendedores e consultores sem dor de cabeça. Para que não haja nenhuma dúvida, veja algumas vantagens da nossa solução:

  • Controle do repasse de pagamentos para parceiros, vendedores e revendedores e eliminação das bitributações;
  • Redução dos riscos do seu negócio devido ao uso da ferramenta de custódia;
  • Possibilidade de definição de taxas distintas de comissão por vendedor, produto ou pedido;
  • Realização de vendas de diversos vendedores com apenas um pagamento;
  • Compliance com as regulamentações do Banco Central.

Interessante, não é mesmo? Então, entre em contato agora mesmo com a nossa equipe e comece a usar o split de pagamento da Wirecard no seu negócio. Estamos à disposição para tirar dúvidas e orientá-lo na implantação.

Gestão de risco: as vantagens de fazer uma análise rápida e confiável

Dentro do universo do comércio eletrônico, no qual fraudes e chargebacks ocorrem com frequência, buscar por proteção é tão fundamental que podemos dizer que se trata de uma necessidade básica. E é por isso que serviços conhecidos como gestão de risco ou análise antifraude são tão importantes para a saúde das operações de um e-commerce.

Aqui no blog, já falamos algumas vezes sobre gestão de risco, como no artigo sobre análise de risco manual e também no texto sobre gestão de risco eficiente. Hoje, nosso objetivo é mostrar as vantagens que esse processo de segurança traz para um e-commerce, especialmente se ele for rápido e confiável. Siga com a gente e confira!

A importância da gestão de risco

Os últimos anos foram bastante promissores para o comércio eletrônico, certo? Fechando um ciclo positivo, 2020 foi o ano que consolidou o e-commerce como uma opção de comércio viável e confiável. Segundo a 42ª edição do Webshoppers, as vendas online cresceram 47%, o maior índice dos últimos 20 anos. Um dos motivos foi a entrada de 7,3 milhões de novos consumidores na rota das compras virtuais.

E as expectativas para 2021 seguem o mesmo bom ritmo. Um levantamento da consultoria Ebit Nielsen prevê que as vendas online devem crescer 26%, atingindo um faturamento de R$ 110 bilhões, mantendo a força do setor e indicando que a consolidação é concreta e que não foi apenas um voo de galinha.

Porém, nem tudo são flores no ambiente virtual. Assim como os números positivos aumentam, também ganham espaço alguns dados negativos ― felizmente, não na mesma proporção. Em março de 2020, o comércio eletrônico registrou uma taxa de tentativas de fraude de 3,99%, ou seja, de cada 100 compras, quatro tiveram origem fraudulenta. Em janeiro, esse índice era de 2,78%.

Não é somente a quantidade que se torna relevante neste caso, mas também o ticket médio dos pedidos fraudulentos, que é muito acima das compras legítimas. No primeiro semestre, as vendas legais tiveram valor médio de R$ 302,22, contra R$ 641,38 das vendas fraudadas. Os criminosos sempre apostam no maior lucro possível.

É nesse contexto, ao juntar essas duas perspectivas, que a gestão de risco se torna uma necessidade básica para manter a segurança do e-commerce tanto para o vendedor quanto para o comprador. Para o dono da loja online, que geralmente é o único responsável pelo resultado das transações financeiras, fazer a análise de risco significa diminuir drasticamente os prejuízos com as compras fraudulentas, que não são ressarcidas pelas operadoras de cartão.

Já para os compradores, dá a segurança de que eles estão comprando de um e-commerce idôneo, que se preocupa com seus clientes. Lembre-se que, caso uma análise de risco aponte algo estranho em alguma transação, é possível que a compra seja verificada junto ao comprador. Se uma pessoa está usando o cartão de crédito, por exemplo, o analista pode entrar em contato para confirmar dados caso desconfie que o cartão tenha sido roubado ou clonado. Isso evita muita dor de cabeça para o consumidor.

As vantagens de investir na gestão de risco

Depois de relembrarmos a importância da gestão de risco, tão essencial em um momento de estabelecimento das raízes do e-commerce no país, é possível entender as vantagens que o processo oferece e por que fazer esse tipo de controle se torna um verdadeiro investimento para o negócio. Só não se esqueça que a gestão de risco não está limitada à transação de compra e venda. Para melhores resultados, ela deve ser implementada nos mais variados processos.

Vamos às vantagens de investir em uma gestão de risco rápida e confiável:

1 – Mais segurança para os dados de seus clientes

Os ataques a empresas com o objetivo de roubar informações pessoais dos clientes e sobre  a experiência de compra deles são cada vez mais comuns, infelizmente. Esse tipo de ataque pode acabar com a credibilidade de um e-commerce, inclusive. Ao optar por uma gestão de riscos ágil e eficiente, é possível investir em parcerias e ferramentas que monitorem e impeçam esse tipo de ataque. Essa atitude torna a sua loja um ambiente reconhecidamente confiável em relação aos concorrentes, garantindo segurança nos pagamentos online.

2 – Melhora em indicadores importantes de performance

Alguns indicadores de performance são essenciais para o e-commerce e têm relação direta com a gestão de risco. Entre os principais, podemos citar as fraudes e o chargeback, eventos que, apesar de fazerem parte da rotina de uma loja online, atrapalham muito a saúde financeira, uma vez que criam instabilidade no fluxo de caixa. O que seria lucro não se confirma e pode acabar virando prejuízo, caso o produto tenha saído do estoque sem nenhum custo.

Quando há o investimento em controlar as possíveis causas e consequência desses riscos, é possível prever com mais facilidade quando, como e por que essas situações acontecem e, então, preparar-se para enfrentá-las. Dessa forma, a gestão passa a ser uma ferramenta a mais para melhorar os indicadores, afinal, conhecer o problema é o primeiro para entendê-lo.

3 – Otimização da operação do e-commerce

Se a gestão de risco no e-commerce ajuda a reconhecer melhor os perigos que rondam a loja virtual e a se preparar para minimizá-los, ela também pode ser a oportunidade que faltava para tornar o negócio mais eficiente, ágil e atraente para o público. Com a inclusão de ferramentas de segurança e serviços intermediários especializados, o seu sistema fica mais eficiente e permite que os processos de venda se tornem mais rápidos e baratos por meio da otimização da gestão do estoque, da preparação dos pedidos e dos envios.

4 – Gestão de e-commerce sem custos

Tudo que dá mais tranquilidade para os gestores trabalharem pode ser transformado em produtividade. A ideia principal por trás de uma boa gestão de riscos de um e-commerce é criar uma rede de segurança. Uma estrutura que proteja a empresa sem que o dono e diretores precisem se preocupar ativamente com isso 24 horas. Investindo na eficiência da sua direção, você investe em previsibilidade.

Sem sustos ou surpresas, é bem mais fácil planejar e começar a buscar os objetivos que você sempre sonhou para o e-commerce. Parece muita coisa, certo? Porém, no geral, é mais simples do que você imagina. Basta começar pelo planejamento, buscar as parcerias certas e colocar seu plano em prática.

Como o Moip ajuda a defender o seu negócio

Como não poderia deixar de ser, o Moip está pronto para ajudar você a defender o seu e-commerce da melhor maneira possível. Oferecemos uma cobertura completa contra fraudes durante todo o processo de pagamento de um pedido, pois contamos com uma equipe de gestão de risco especializada em detectar e prevenir fraudes em transações online. Nossos especialistas operam diretamente na redução do falso positivo e na detecção de fraudes de cartões de crédito. Também possuímos uma área focada em prevenir a entrada no comércio eletrônico de sites ilegais. Para saber mais sobre a gestão de risco oferecido pelo Moip, entre em contato ou acesse nosso site. Se preferir, deixe um comentário no espaço abaixo que nossa equipe entrará em contato para entender melhor quais são as suas necessidades. E, claro, se precisar de uma solução de pagamentos robusta para o seu e-commerce, estamos prontos para atendê-lo também.

Como fazer o planejamento de vendas para 2021 a partir das expectativas para o e-commerce

O planejamento de vendas para 2021 certamente já deve ter sido realizado para o seu e-commerce, certo? Bom… seja como for, sempre é tempo de ajustar os caminhos e rever estratégias, e fazer isso de olho na expectativa para o setor é algo fundamental para prever cenários. E os dados são animadores: segundo uma pesquisa da Ebit/Nielsen, há a expectativa de incremento nas vendas em 16% e um aumento de 9% no valor de cada uma delas.

Apesar das incertezas com o fim do Auxílio Emergencial, o aumento do desemprego e a maior cautela dos consumidores, a quantidade de pessoas que passaram a usar a internet para comprar aumentou muito, e 7,3 milhões de brasileiros, que até então não recorriam a lojas online, passaram a adotar essa prática.

Quer dizer, por mais que o cenário econômico leve os clientes a ficarem mais precavidos, o público-alvo agora é maior. Para ajudar, o Boletim Focus, elaborado pelo Banco Central com a previsão do mercado financeiro para a economia, calcula uma aceleração de 3% na atividade econômica. Embora seja inferior à queda projetada para 2020, já é um resultado positivo diante do cenário adverso atual.

Em resumo, há uma expectativa de crescimento nas vendas pela internet, a economia brasileira deve crescer, o valor das vendas deve ser maior e mais pessoas estão dispostas a comprar pela internet. O melhor é que, mesmo com a vacina, a volta à normalidade e o fim da pandemia, 95% das pessoas responderam à Ebit/Nilsen que vão continuar comprando online.

Tendo essas informações como ponto de partida, é hora de voltar ao seu planejamento de vendas para 2021 e ajustar as estratégias para aproveitar esse cenário. Vamos lá?

Planejamento de vendas para 2021: ajustando seu e-commerce ao cenário econômico

Estrategicamente, todas as etapas que compõem o planejamento de vendas para 2021 já devem ter começado a ser traçadas lá no início do último trimestre do ano passado. É o momento de avaliar as metas atingidas ou não, as dificuldades e oportunidades encontradas, o que funcionou e o que não deu tão certo e estimar os objetivos com base no propósito existente para o seu negócio.

A fase de ajustes deste trabalho já tem outra característica. Às vezes, ajustamos por conta de o cenário se apresentar muito diferente do que foi projetado. Em alguns casos, ainda que nenhuma surpresa tenha acontecido, os desafios listados poderiam estar ousados ou frouxos demais. No caso deste artigo, nossa proposta é apresentar itens a serem considerados com base nas expectativas para o e-commerce em 2021.

Afinal, as tendências você já conhece e certamente já deve ter ficado a par do que o mercado espera para o setor ― inclusive abrimos este artigo com algumas dessas informações. Agora é a hora de saber o que fazer e como agir para aproveitar as oportunidades e superar os desafios olhando especificamente para o que este ano tem de único.

E então, vamos conferir como ajustar o planejamento de vendas para 2021 com base na expectativa para o e-commerce para o período? Confira!

1 – Reveja suas metas com ousadia

O ano de 2020 terminou com algumas incertezas: dúvidas quanto à vacinação contra a Covid-19, impasses a respeito do Auxílio Emergencial e desconfianças por conta dos resultados econômicos. Mas, como vimos, o e-commerce conseguiu passar ao largo dessas inseguranças, inclusive porque foi o modo mais seguro que a maioria das pessoas encontrou para continuar vivendo e comprando.

Se o contexto encarado no fim do ano passado trouxe dúvidas, agora, sabendo que os números devem se manter positivos, vale ousar um pouco mais e ajustar as metas para que elas fiquem mais desafiadoras. Não significa que você tenha que estabelecer números impossíveis de serem alcançados, apenas que vale o esforço de tentar conseguir mais.

Lembre-se que solidificar os resultados é importante para estar preparado para momentos mais adversos, em que os ventos possam estar soprando contra. No contexto atual, apesar do cenário aparentemente turbulento, há espaço de manobra para faturar mais e isso deve ser aproveitado como maneira de conseguir um fôlego e garantir a sustentabilidade da sua loja.

2 – Foque as estratégias nas vendas locais

De acordo com a Ebit/Nielsen, o grande destaque para o período serão os negócios locais. Esta é uma grande oportunidade para lojas de bairro, por exemplo, investirem em omnichannel ou até mesmo em um marketplace. O importante é estar atento a esse comportamento do consumidor de privilegiar quem vende perto da sua casa.

Para redes varejistas também é possível aproveitar esse comportamento. Embora estejam, de certa forma, distantes dos clientes, é possível fazer uma comunicação direcionada ou mesmo criar parcerias com empresas locais para troca de benefícios, vantagens em programas de fidelidade, oferta de descontos ou outras estratégias.

O ideal é que o consumidor se sinta apoiando quem está perto dele e que o retorno venha em forma de valorização por ele estar tratando com um negócio que tem alguma raiz em comum com o local onde ele mora. Portanto, se essa proximidade não havia sido planejada ou, para negócios locais, considerada como um ponto forte, vale fazer esse ajuste em seu planejamento de vendas para 2021.

3 – Preocupe-se com a experiência do cliente

Um dos motivos fundamentais para que as vendas locais sejam uma estratégia importante é a relação próxima com os clientes. Sabendo disso, este é um cuidado que precisa ser intensificado no planejamento de vendas para 2021. No caso de uma loja online, a qualidade desse relacionamento tem três fases: durante a compra, após a venda e após o recebimento da mercadoria por parte do cliente.

Na primeira fase, a preocupação deve ser a usabilidade. O consumidor precisa ter facilidade em encontrar o que quer, não deve se esforçar para navegar e precisa achar agradável estar em sua loja virtual. Trata-se de uma estratégia básica para evitar a rejeição e ter maior sucesso com as vendas. E embora esta seja uma preocupação antiga e constante, ganha ainda mais relevância agora.

A segunda fase, após a venda, tem a ver com a entrega: ela precisa ser o mais rápida possível, com qualidade e segurança e um rastreamento qualificado. Basta ver relatos nas redes sociais de pessoas ansiosas por suas compras chegarem o quanto antes. E quando a entrega acontece antes do prazo prometido, a percepção sobre os seus serviços melhoram!

Por fim, a terceira fase tem a ver com o pós-vendas. Esquecer do cliente depois que ele pagou e recebeu o produto é um tiro no pé gigantesco, inclusive porque, você sabe, é mais caro conquistar novos clientes do que vender para quem já se relaciona com o seu negócio. Portanto, qualifique essas três etapas e tenha resultados ainda mais satisfatórios.

4 – Invista em novos produtos conforme o cenário

A rotina anual de um comerciante é quase sempre a mesma: os primeiros meses são de baixa (que muitos aproveitam para fazer liquidações), depois tem Carnaval, Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais, Dia das Crianças, Black Friday e Natal. Algumas outras datas entram no meio das sazonalidades principais dependendo do público-alvo de cada negócio, mas essas são as mais universais.

Entretanto, neste ano a situação deve ser bem fora do comum. Uma vantagem de agora sobre 2020 é que é possível prever essa peculiaridade no planejamento de vendas para 2021, o que não foi possível antes porque muita gente foi pega de surpresa com a pandemia e com a extensão dela. Ainda que não se tenha muita certeza de quando as coisas vão realmente voltar ao normal, é possível ficar atento.

O Carnaval, por exemplo, não deve mais acontecer, pelo menos não na data tradicional. A exemplo dele, outras comemorações precisam ser trabalhadas de acordo com as características do período. Assim, vale ficar alerta sobre as recomendações das autoridades, o comportamento das pessoas e as oportunidades que surgirem com tudo isso e lançar produtos e promoções feitas sob medida para cada situação.

É claro, não vai dar para planejar em cima da hora, mas você pode listar ideias diferentes para diferentes cenários e ir aplicando conforme for mais adequado. O ponto aqui é estar em sintonia com o que o consumidor espera e procura e o que o momento oferece de oportunidade ou desafio.

Conte com a Wirecard para que seu planejamento aconteça

Esperamos que este artigo tenha sido útil e que ele possa contribuir para que os ajustes necessários diante dos desafios do ano que está só começando possam ser encarados com sabedoria e eficácia. Já que o objetivo é sempre vender mais e considerando que a experiência do cliente é um motivo central entre todas as preocupações, conte com as soluções de pagamento da Wirecard!

Nós oferecemos as ferramentas que a sua loja precisa para ter um 2021 de ótimas vendas. Com o sistema antifraude com análise automática e manual e checkout transparente, seu faturamento pode ser muito beneficiado! Quer saber mais? Acesse nosso site e conheça o que temos a oferecer para o desenvolvimento da sua empresa. E se ainda assim ficar alguma dúvida, entre em contato conosco!

Como usar a recorrência para aumentar as vendas de ticket médio mais alto no seu e-commerce

Se há um nicho dentro do comércio eletrônico que está em plena expansão é o clube de assinatura: o segmento pulou de 300 empresas em 2014 para 4 mil em 2020, somando um faturamento de R$ 1 bilhão. Com base no modelo de pagamento recorrente, essa oferta contínua de produtos e serviços garante a sustentabilidade do negócio. Porém, você sabia que pode usar essa recorrência para aumentar as vendas de outras mercadorias do seu e-commerce?

É isso mesmo. Um clube de assinatura online não precisa restringir suas entregas, necessariamente, aos pacotes fixos. Ele pode disponibilizar aos clientes ou futuros clientes produtos e serviços de maneira avulsa, como uma forma de apresentar a marca para quem ainda não conhece ou proporcionar diferentes experiências para quem já conhece, mas não provou tudo o que sua loja online oferece.

Usando esse artifício é possível expandir as vendas e ampliar os ganhos do e-commerce, especialmente se trabalhar com um portfólio mais refinado e de ticket médio mais alto nas vendas avulsas. Siga com a gente e veja as dicas que separamos para ajudar você a usar a recorrência para aumentar as vendas do seu clube de assinaturas.

O que é pagamento recorrente

Sei que já falamos aqui no blog sobre pagamento recorrente, também chamado de venda recorrente ou compra recorrente. Clicando aqui você vai encontrar um artigo completo sobre o assunto. No entanto, é sempre bom fazer uma revisão rápida sobre o assunto, para não ficar nenhuma dúvida sobre o que estamos falando.

O pagamento recorrente é aquele feito por um período determinado, que pode ser mensal, bimestral, semestral, entre outros, conforme o tipo de serviço ou produto oferecido. O comprador, ao concordar com a recorrência na primeira compra, terá que fazer os pagamentos de acordo com a periodicidade estipulada.

Para o objetivo do nosso texto, o clube de assinaturas é o melhor exemplo de recorrência, mas a venda recorrente acontece em diversos tipos de produtos ou serviços, como nos planos das operadoras de internet, nas assinaturas de streamings, nas mensalidades de colégios e até nos contratos de academias. 

Inclusive, para auxiliar você a ampliar esse modelo no seu e-commerce, elencamos 5 práticas que vão ajudar, e muito, em todo o processo. Confira:

1 – Desenvolva perfis para os consumidores

Classificar os consumidores possibilita fazer uma comunicação mais eficiente e barata. Você pode começar pelo básico: idade, gênero, localização, ticket médio, total comprado, data da última compra, qualidade das compras, entre outros. Só lembre de, ao reter determinados dados, pedir a permissão do usuário, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

2 – Defina uma rotina de comunicação geral e categorizada

Estabeleça uma frequência e escolha por quais mídias seus clientes serão abordados. Com os dados em mãos, crie uma agenda de comunicação com todas as mídias disponíveis para sua realidade. Faça uma programação que intercale mensagens gerais com aquelas baseadas na classificação do público, pois isso ajuda a manter a audiência ativa e melhora os índices de qualidade.

3 – Categorize seus produtos a fim de ter filtros cada vez mais específicos

Categorizar os produtos auxilia na criação de landing pages mais efetivas, aumentando a assertividade da comunicação com grupos de clientes mais específicos.

4 – Estimule a recompra

Como é de conhecimento de grande parte dos empresários, a aquisição de um novo cliente é um processo mais caro que a manutenção e fidelização daqueles que estão ativos. Por isso, desenvolver ações de relacionamento com os clientes que você já tem reduz os custos gerais e aumenta o lifetime value. Por isso, parte da comunicação deve ser voltada a esse relacionamento, dando um estímulo, como um desconto ou um brinde, para que o cliente entre na recorrência.

5 – Tenha um pós-venda ativo

Na venda presencial, saber sobre a satisfação do cliente é instantâneo, pode ser feita na loja mesmo. Já no e-commerce, esse processo é um pouco mais delicado e precisa de atenção. Muitas lojas online, assim que registram a entrega de um pedido, já mandam e-mail pedindo uma avaliação do processo, para verificar se tudo correu bem. E se, por acaso, recebem uma reclamação antes da finalização do processo, destacam alguém para resolver a situação. Isso cria uma relação de confiança que o faz lembrar de você na próxima necessidade de compra.

Agora que refrescamos a memória sobre o que é o pagamento recorrente e vimos algumas dicas para consolidar o modelo no e-commerce, vamos ao assunto principal do nosso artigo.

Como usar a recorrência para aumentar as vendas

A prática de oferecer um produto ou serviço complementar no encerramento de uma venda é comum no dia a dia do comércio, certo? A iniciativa de ofertar mercadorias avulsas relacionadas a um clube de assinaturas segue o mesmo princípio, só que aqui a ideia é selecionar itens especiais, que podem ou não fazer parte de um pacote e geralmente têm um ticket médio mais elevado.

Para entender melhor, vamos a um exemplo. Digamos que você tenha um clube de vinhos e entregue, todos os meses, 4 garrafas na casa de seu assinante, que são selecionadas conforme o perfil que ele preencheu no momento da assinatura. Porém, para instigar os apreciadores da bebida, seu e-commerce também faz o lançamento de novos rótulos ao longo do ano, mas que somente entram no catálogo dos kits após 12 meses. Até lá, esse produto fica disponível para venda avulsa, só que pelo preço normal, um pouco mais alto do que seria pelo clube, pois se trata de algo novo.

Essa é uma das formas de usar a recorrência para aumentar as vendas de produtos ou serviços com ticket médio mais alto no seu e-commerce, mas não é o único. Aqui, separamos mais alguns exemplos que podem ajudar você a ter boas ideias no seu negócio. Veja:

1 – Diferente de um lançamento que vai entrar no catálogo dos kits depois, como o vinho do nosso exemplo, você também pode trabalhar a venda avulsa de um lançamento que não vai entrar para os pacotes do clube, como um lançamento exclusivo da loja online. Para chamar a atenção dos associados para um produto mais caro, no entanto, é preciso oferecer alguma vantagem, como um desconto em relação a quem não faz parte do clube.

2 – Para quem trabalha com clubes de alimentos, uma alternativa de como usar a recorrência para aumentar as vendas de produtos de ticket médio mais alto é, em alguns momentos e para alguns clientes selecionados de acordo com o perfil, que citamos antes, oferecer amostras de itens específicos. E, claro, apresentar o catálogo do e-commerce com as opções que ele pode comprar para abastecer a cozinha.

3 – Abra a possibilidade do associado trocar ou incluir um novo produto no seu kit padrão. Por exemplo, no mês de aniversário dele, você informa que ele pode incluir um item diferente no kit, sem custo extra. Essa é uma forma de você conhecer melhor os gostos e desejos do seu cliente e abre a possibilidade de oferecer outros produtos avulsos do e-commerce para ele.

4 – Pense em promoções voltadas exclusivamente para os membros do clube de assinatura. Lembre-se que, na maioria dos casos, uma pessoa opta por esse tipo de compra recorrente porque quer um tratamento diferenciado, afinal, fazer parte de um clube a torna membro de uma comunidade, de algo especial. Então, quanto mais você fizer ela sentir isso, mais ela vai se integrar e querer participar, o que significa, também, adquirir os produtos que são oferecidos. Se for algo pensado de modo exclusivo, é melhor ainda.

Esses são alguns exemplos que podem ser aplicados nos mais variados tipos de clubes de assinaturas, desde vinhos e alimentos, como citamos, até produtos de beleza e livros. O mais importante, na verdade, é conhecer a fundo seus clientes e entender quais são seus desejos e necessidades.

Não esqueça de oferecer uma solução de pagamentos eficiente!

Trabalhar com pagamento recorrente no e-commerce exige uma ferramenta de cobrança adequada, como a solução de pagamentos do Moip. Com ele, você cria planos personalizados, faz a gestão de clientes, controla as finanças e até recupera pagamentos. Para saber mais, acesse nosso site ou entre em contato com a gente. Nossa equipe está pronta para atendê-lo e tirar suas dúvidas.

O que esperar para o e-commerce em 2021? Confira as 5 principais tendências

Que 2020 foi um ano totalmente atípico, isso está claro. A pandemia do novo coronavírus mudou a forma como enxergamos o mundo, desde as relações pessoais até o modelo de compras. Tudo precisou ser adaptado e foi aí que o comércio eletrônico se sobressaiu, pois conseguiu suprir necessidades que nem sabíamos que tínhamos. Com isso, fica a pergunta entre os empresários do ramo: o que esperar para o e-commerce em 2021?

Em retrospectiva, 2020 marcou a consolidação das compras online, um pouco pelo que já vinha acontecendo nos últimos anos, muito pela emergência sanitária. Para ter uma ideia, segundo a 42ª edição do Webshoppers, o e-commerce cresceu 47%, o maior índice dos últimos 20 anos. Um dos motivos foi a entrada de 7,3 milhões de novos consumidores na rota das compras online. É isso mesmo: toda essa gente comprou pela primeira vez em lojas virtuais durante o ano.

Diante de um ano tão favorável, as previsões só podem ser as melhores para o e-commerce em 2021. No seu último relatório, o Fundo Monetário Internacional apontou que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro voltará a crescer no ano que vem, podendo avançar 2,8%. Apesar de baixo, esse número significa que a economia está dando sinais de melhora, o que impacta positivamente no comércio eletrônico.

Como houve uma mudança de hábitos e o consumidor passou a confiar e comprar mais pela internet, melhorando a economia e tendo mais dinheiro para gastar, a tendência é que ele continue usando essas facilidades e vantagens. Por isso é fundamental ficar de olho nas novidades do e-commerce para 2021 e preparar o seu negócio para atender os clientes da melhor forma possível.

As principais tendências do e-commerce para 2021

Como dissemos, as perspectivas do e-commerce para 2021 são as melhores. Porém, para que tudo dê realmente certo, é preciso que os comerciantes se preparem para atender e surpreender os clientes com as novidades que estão surgindo. Para ajudá-lo nesse processo de pesquisa e adequação, separamos aqui as principais tendências das vendas online para o ano que vem. Confira!

1 – Mobilidade

É imprescindível que donos de negócios online façam as adaptações necessárias para garantir que suas lojas estejam na palma das mãos de seus clientes. É isso mesmo. Para acompanhar o crescimento do mercado de e-commerce será preciso investir nas tecnologias mobile. Segundo o relatório Webshoppers, as compras por dispositivos móveis ultrapassaram as via desktop em novembro de 2019. 

Em 2019, o faturamento total via mobile foi de R$ 25,9 bilhões, aumento de 55% sobre o ano anterior, o que representou 41,8% do faturamento total (ganho de importância de 10.5 pontos percentuais em relação a 2018). Essa expansão foi promovida pelo aumento do volume de pedidos por celulares, que chegou a 68,5 milhões, 60% a mais do que em 2018.

E esses números só tendem a aumentar com a melhora tanto da tecnologia dos celulares quanto das redes de internet, especialmente com a chegada do 5G. Então, antecipe-se e deixe tudo pronto para receber os consumidores. Oferecer uma experiência realmente mobile ― e não apenas uma adaptação do desktop ― pode fazer toda a diferença para quem está comprando.

2 – Customização

Quando um tipo de negócio começa a dar certo é natural que haja uma migração para ele, o que faz a concorrência aumentar. No comércio eletrônico está acontecendo exatamente isso, por isso, uma das tendências para 2021 é apostar na customização, ou seja, oferecer ao consumidor a possibilidade de personalizar o produto que ele deseja adquirir.

Essa alternativa costuma trazer bons resultados às lojas online. Porém, é preciso ficar atento a alguns detalhes operacionais para que o tiro não saia pelo culatra e acabe comprometendo o sucesso do negócio. Um bom exemplo está no site da norte-americana Nike, que permite ao cliente personalizar praticamente todos os aspectos dos seus tênis Nike Airs.

É claro que, para e-commerces que apenas revendem produtos de outras marcas, oferecer algum tipo de customização fica mais complicado. No entanto, se você fabrica as mercadorias que vende na sua loja online, personalizar pode ser uma ótima alternativa de conquistar e fidelizar novos clientes.

3 – Pagamentos instantâneos

Com a entrada do Pix em funcionamento, em 16 de novembro de 2020, o Brasil se tornou o 55º país no mundo a aceitar pagamentos instantâneos (PI). Esse tipo de transação tem forte adesão na China, Índia e nos países da comunidade europeia. Por ser um método simples, acredita-se que o novo meio de pagamento tenha um grande impacto nas vendas do e-commerce.

Isso porque, como essa forma de pagamento não usa informações bancárias, pode diminuir a resistência das pessoas que ainda têm receio em fazer compras online por medo de fraudes. Isso significa que novos usuários, incluindo aqueles que não têm acesso a cartão de crédito, poderão começar a comprar no comércio eletrônico.

Para isso, consumidores e empresas devem se cadastrar nos bancos e criar as suas chaves, que podem ser o número de celular, o endereço de e-mail e/ou o CPF e o CNPJ. Seus dois grandes benefícios são que as transações ocorrem de maneira instantânea, 24 horas por dia, 7 dias por semana e não geram nenhuma cobrança de taxa.

4 – Prazos de entrega

O prazo de entrega é, hoje, um fator determinante na hora do fechamento das compras online. Então, quanto mais rápido o seu e-commerce puder entregar uma encomenda, maiores são as chances dele alcançar sucesso em uma venda. Nem todo mundo está disposto a esperar meses por um produto, nem que ele seja baratinho, não é mesmo?

O que vimos em 2020, com a migração de muitos negócios locais para o meio online como forma de sobreviver à pandemia, foi a disseminação do que podemos chamar de entregas expressas, que ocorrem no mesmo dia da compra ou, no máximo, em 24 horas. Essa prática foi muito bem vista pelos consumidores, porém, é um desafio que precisará ser bastante estudado pelos empresários do e-commerce em 2021.

Para negócios locais e regionais, a logística da entrega rápida é até benéfica, pois faz o estoque girar, agiliza o trabalho interno e abre espaço para novos pedidos todo dia. No entanto, para redes que vendem para o país inteiro, por exemplo, fica um pouco difícil estabelecer parâmetros para cumprir prazos tão estreitos.

Uma ideia é começar localmente: oferecer a opção de entrega expressa para regiões próximas do estoque da empresa. Quando a estratégia chamar a atenção e atrair novos clientes, o fluxo extra de dinheiro vai permitir que você expanda o benefício para novos mercados. Mas lembre-se que tudo isso exige planejamento e investimento, assim, sua marca pode sair mais fortalecida do processo.

5 – Re-commerce

De olho na sustentabilidade e na contenção do consumo, questões cada vez mais importantes para os consumidores, uma tendência que pode surgir com bastante força no e-commerce em 2021 é o re-commerce, que significa a revenda ou comércio de produtos de segunda mão online. Na prática, é algo que o Mercado Livre e a OLX já fazem.

Porém, a tendência é que outras plataformas de comércio eletrônico também comecem a investir na venda de itens usados para ganhar mais popularidade e aumentar as vendas. Não quer dizer que você precise desistir da sua loja de mercadorias novas somente para comercializar usados, não é isso. É possível trabalhar com os dois tipos de produtos.

Um site de câmeras fotográficas, por exemplo, pode estabelecer políticas de descontos para consumidores que derem seu equipamento antigo na compra de um novo. Esse item usado será revisado (e arrumado, caso necessário) e colocado para venda em uma sessão para produtos de segunda mão.

Conte com a Wirecard para ter um 2021 ainda melhor

Esperamos que a nossa lista de tendências para o e-commerce em 2021 possa ajudar você e seu e-commerce a terem ainda mais sucesso no próximo ano. E, claro, conte sempre com a Wirecard na hora de escolher a sua solução de pagamento. Aqui, você tem uma parceria estratégica que oferece todas as ferramentas que o seu negócio precisa para se destacar e fidelizar a clientela!

Além disso, nossa solução conta com sistema antifraude com análise automática e manual e com ferramentas de checkout transparente que vão fazer a diferença no seu faturamento. Acesse nosso site, conheça melhor os produtos da Wirecard e descubra como podemos transformar o seu e-commerce! Ah, e se você tiver alguma dúvida, entre em contato com a gente! Nossa equipe está pronta para atendê-lo e responder todos os seus questionamentos.

Conheça os novos rumos do Omnichannel

Omnichannel é um termo que vem ganhando cada vez mais espaço nas estratégias de marketing das grandes empresas. Mas, a grande verdade é que esta é uma prática que já vem sido adotada por marcas de todos os portes.

Esta estratégia nada mais é do que a integração entre os canais de comunicação da empresa, tanto no meio on-line quanto no off-line, tornando a experiência do cliente ainda mais rica e aprimorada.

Quando não existem mais barreiras entre os meios, o consumidor pode usufruir dos benefícios da loja física e da agilidade dos canais virtuais, alcançando assim uma experiência única com a marca.

Omnichannel e a revolução nas vendas

A forma mais conhecida de venda Omnichannel é a compra pelos canais virtuais com retirada na loja física. Mas esta não é a única estratégia. Quem nunca, por exemplo, estava em uma loja e pegou o celular para pesquisar mais sobre o produto? Ou, até mesmo, usou o celular para pesquisar os melhores preços enquanto decidia por uma compra?

Outra possibilidade é ir na loja física para conhecer o produto, fechar a compra pelo e-commerce da loja e receber o produto em casa. Ou ser impactado pelas redes socais, ir na loja física conhecer o produto e fechar a compra pelo e-commerce.

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Saiba como aumentar as vendas integrando canais físicos e virtuais ao seu negócio

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Esta e outras jornadas do consumidor são a prova de que estamos on-line e off-line simultaneamente o tempo todo. Por isso, é tão importante que as marcas fortaleçam todos os seus canais de venda, para que eles conversem entre si e tornem a experiência de compra muito mais intuitiva.

Com novas plataformas, ferramentas e possibilidade, esta jornada está cada vez mais complexa. Mas, apesar da complexidade, esta prática multiplataforma veio para facilitar ainda mais o jeito de comprar.

Os canais de chat são bons exemplos de como a ampliação dos meios tem facilitado a vida do consumidor. As chamadas Conversational Commerces surgiram para tornar o ato de comprar on-line muito mais humano, aproximando os clientes das marcas com conversas reais.

Segundo o CEO da OmniChat, Mauricio Trezub, “O conversational commerce, como as vendas por WhatsApp, mudou de vez a relação da marcas com seus consumidores, tornando a experiência de compra mais simples e humana”.

A possibilidade de pagamento via chat é um grande diferencial que faz da plataforma OmniChat um canal de vendas eficiente para as marcas.

Em parceria com o Moip, empresa líder no segmento de pagamentos on-line e conhecida por suas práticas omnichannel, a ferramenta possibilita a geração de um link de pagamento na própria plataforma. Tudo isso de forma segura, simples e rápida graças a integração nativa com o Moip, o possibilita uma ótima experiência de compra, já que o pagamento é gerado instantaneamente pelo vendedor e o comprador não precisa sair da plataforma para realizar o pagamento.

Como colocar a estratégia em prática

Não basta apenas estar em todos os canais. É fundamental que todos os meios conversem entre si.  E para ajudar você, montamos um passo a passo simples para que sua empresa dê aos clientes uma experiência Omnichannel satisfatória.

1- Decida como é a comunicação da sua marca.

Antes de sair se comunicando por todos os meios possíveis, você precisa definir qual é o tom de voz da sua empresa. Qual é a personalidade que você quer transmitir em seus canais? Sua empresa é divertida, séria ou amorosa? Qual é o jeito dela falar e como se comporta em situações de crise? Esta estratégia é fundamental no momento de desdobrar a comunicação para todos os canais.

Com um tom de voz bem definido, a experiência Omnichannel é fluída e verdadeira, pois o consumidor tem a sensação de estar falando com a mesma “pessoa” em todos os canais.

2- Escolha quais canais sua empresa vai estar.

Hoje em dia os empresários encontram uma grande variedade de canais de comunicação para a sua marca. Mas é importante avaliar as características e particularidades de cada meio para ter certeza de que sua empresa precisa estar lá. E, principalmente, qual é o conteúdo que poderá contribuir em cada um desses meios e, em contrapartida, qual é a possibilidade daquele canal converter comunicação em vendas.

Neste sentido, o WhatsApp, é um canal que vem ganhando um grande espaço. Afinal, todos os públicos usam o aplicativo diariamente. E nada mais cômodo do que ter suas lojas favoritas na palma da mão.

3- Coloque-se no lugar do usuário

Depois de definir o tom de voz da sua empresa e escolher os canais de comunicação, chegou a hora de conversar com seus clientes e prospects. Esta é uma grande possibilidade de tornar a experiência do usuário agradável e única, atuando com empatia em todos os meios.

Quando a marca se coloca no lugar do usuário, ela é capaz de se comunicar com mais assertividade. Uma experiência conversacional verdadeira faz a marca se consolidar no mercado e, consequentemente, aumentar as vendas.

Este é o momento de colocar a mão na massa e dar voz a sua marca em todos os canais. Mantenha sempre suas redes sociais atualizadas, seja transparente com o consumidor e lembre-se de respeitar o tom de voz da sua empresa em todas as ocasiões.

Invista seu tempo na experiência Omnichannel e aguarde. Em pouco tempo os resultados vão aparecer.

Se interessou pelo tema? Participe do Webinar Benchmark Conversational Commerce Brasil! O primeiro grande evento brasileiro sobre Chat-commerce.

Você irá saber em números como as vendas pelo WhatsApp revolucionaram mais de 300 grandes marcas do varejo com mais de 10 mil atendentes ativos na plataforma OmniChat.

Gestão eficiente usando software ERP

A maioria dos problemas de gestão empresarial pode ser solucionada com o uso correto de um bom sistema ERP (Enterprise Resource Planning). Além de organizar os processos, esses softwares aumentam a produtividade e reduzem custos.

Os sistemas de gestão ERP estão no topo da lista de tecnologias que toda empresa deve ter.

Com eles, a falta de integração entre as ferramentas e processos deixa de ser um problema. Não é mais preciso controlar e acrescentar dados manualmente de uma planilha para outra.

Só com isso já dá para ter uma ideia das vantagens da implementação de um software ERP. Porém, não é só isso. Essa tecnologia é voltada para melhorar a gestão empresarial e favorecer o seu negócio como um todo.

Veja como um sistema ERP pode otimizar a gestão empresarial e levar sua empresa para outros patamares.

O que é software ERP?

Um sistema ERP (Enterprise Resource Planning) ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial é um programa capaz de integrar todas as informações e processos de uma empresa em um só lugar.

Dessa forma, em um mesmo sistema é possível acessar todos os dados de uma organização e ter um visão ampla do negócio.

O uso de um software de gestão não só otimiza as tarefas, aumenta a produtividade e reduz erros e custos, como também, permite ao gestor ter dados fidedignos para uma tomada de decisão muito mais precisa.

Vantagens de usar um sistema de gestão empresarial ERP

A adoção de um ERP afeta todas as suas áreas da empresa, uma vez que esses sistemas controlam todos os processos, da produção às finanças, de maneira clara, segura e em tempo real.

Há uma série de resultados positivos e benefícios listados a partir do uso de um sistema ERP, tais como:

– Auxilia na tomada de decisão;

– Atende todas as áreas da empresa;

– Base de dados única e centralizada;

– Possibilita maior controle sobre a empresa;

– Informação em tempo real;

– Permite a integração das áreas da empresa;

– Orienta processos.

Como o ERP melhora a gestão

Ao implantar um ERP, a empresa ganha em controle e padronização de processos. Esse sistema facilita a integração das diversas áreas da empresa, permitindo o controle das informações por meio de uma base de dados única e centralizada.

É sabido que para uma gestão eficiente é preciso dados corretos da situação da empresa. Como os dados são digitados apenas uma vez no sistema ERP e refletem em todos os outros processos automaticamente, há a redução de erros humanos e aumento da confiabilidade e integridade do sistema.

Veja em detalhes algumas rotinas empresariais facilitadas com a adoção de um software ERP:

Integração das áreas da empresa:

Com um sistema de gestão ERP, todas as rotinas de um negócio se comunicam com rapidez e facilidade.

Por exemplo, ao fechar uma venda, esta já é atualizada no financeiro, no estoque e permite a emissão da nota fiscal em instantes.

Isso confere agilidade para os processos e segurança nas informações.

Emissão de nota fiscal:

A emissão de Notas Fiscais é uma obrigação fiscal de toda empresa que realiza vendas.

Um sistema de gestão empresarial completo traz mais agilidade, praticidade e suporte técnico para a emissão do documento fiscal.

Após a conclusão da venda, já é lançada a nota, os boletos e realizado o registro dos pagamentos, ao mesmo tempo em que atualiza o estoque e baixa os produtos vendidos.

Controle de estoque:

O estoque é um setor que influencia muito nas demais áreas da empresa. Organizá-lo pode ser um desafio.

Além da organização e controle de entrada e saída, é preciso calcular o giro de estoque para que se compre apenas o necessário, sem que falte e comprometa as vendas, nem que sobre e fique dinheiro parado.

O software ERP ajuda no controle e gestão de compras ao analisar os produtos mais vendidos. Além disso, com todos os produtos cadastrados no sistema, a identificação e emissão de nota fiscal ficam muito mais rápidas.

Gestão financeira:

Manter as finanças da empresa sempre saudáveis é fundamental para que ela prospere.

A gestão financeira engloba diversas tarefas que precisam ser realizadas sem nenhum erro, pois dados exatos permitem a visão real do desempenho da empresa.

Através desses dados é que são tomadas as decisões do futuro da empresa, seja de expansão ou corte de gastos.

Relacionamento com clientes:

Ter uma boa relação com o cliente é primordial para o sucesso de qualquer negócio. Afinal, um consumidor satisfeito tende a se fidelizar e indicá-la para outras pessoas.

O sistema ERP mantém organizadas todas as informações dos clientes. Nessa base de dados, é possível filtrar os contatos e tomar decisões estratégicas, principalmente em marketing.

Você pode criar campanhas segmentadas e estreitar o relacionamento com seus clientes.

Conclusão

Nas décadas passadas os sistemas integrados de gestão ERPs eram extremamente caros, se tornando viáveis somente para empresas de grande porte. 

Com o avanço da tecnologia, novos sistemas surgiram e passaram a ser largamente utilizados por empresas de todos os tamanhos e setores.

Hoje em dia, é possível encontrar ERPs baratos e que funcionam muito bem, com todas as ferramentas necessárias para auxiliar na gestão.

Com o sistema em nuvem não precisa mais estar na empresa e em determinada máquina para ter acesso aos dados. Basta ter acesso à internet que é possível logar no sistema de qualquer lugar, tornando o processo ainda mais prático.

A importância de preparar o estoque para a alta demanda do e-commerce

A COVID-19 e suas consequências mudaram diversas práticas em 2020, porém, as sazonalidades que envolvem as vendas seguem as mesmas. Com a chegada do período de maior agitação do mercado ― a Black Friday bate às portas e o Natal vem na sequência ―, preparar o estoque para a alta demanda se torna uma obrigação. Esse trabalho é ainda mais urgente para o e-commerce, cujo protagonismo está em evidência este ano, como já foi apontado pela 42ª edição do Webshoppers.

Como não poderia deixar de ser, tudo começa por um bom planejamento. Por mais que pareça que está muito em cima da hora para parar e pensar sobre este assunto, pior é iniciar um trabalho sem definir exatamente qual é seu objetivo e onde você quer chegar com ele. Então, tire um tempinho agora e inicie a preparação do seu estoque para a alta demanda das próximas semanas.

E conte com a gente para superar esse desafio, como sempre. Com o objetivo de ajudá-lo, elaboramos este artigo com dicas para organizar o estoque, especialmente do e-commerce. Mas também vamos mostrar por que é importante fazer esse controle detalhado, apontando alguns benefícios dessa atividade.

Por que fazer o controle de estoque?

Antes das dicas práticas, achamos importante você entender que o controle de estoque está entre as tarefas mais importantes no cotidiano de uma empresa, assim como a gestão do fluxo de caixa, o atendimento ao cliente e o planejamento das vendas. Aliás, a área de vendas ganha muito quando pode contar com um estoque bem gerido e organizado, você vai ver.

Confira alguns pontos positivos de fazer um controle eficiente do estoque:

  • Identificação das necessidades do mercado: conhecendo os produtos que têm mais saída do estoque, você consegue saber quais são as mercadorias da sua empresa que apresentam maior demanda pelos clientes, ou seja, quais são aquelas que apresentam maior número de vendas.
  • Aumento do número de vendas: quando você sabe quais são os produtos mais vendidos, eles se tornam prioridade no momento de renovar o estoque, pois não podem acabar. Dessa maneira, o consumidor sempre vai encontrar aquilo precisa quando precisa.
  • Planejamento eficiente das vendas: controlando as saídas do estoque, também é possível saber os períodos em que uma mercadoria é mais ou menos consumida. Por meio desse conhecimento, você é capaz de programar a aquisição do item e as campanhas de marketing com a intenção de impulsionar o período de alta demanda do produto.
  • Redução dos prejuízos: ao controlar o estoque, as empresas conseguem evitar o acúmulo de mercadorias, o que é super bem-vindo, pois guardar itens em excesso é sinônimo de desperdício e perda de capital.  E caso elas não sejam vendidas, a empresa pode ter prejuízo, afinal, estoque é dinheiro.

Agora que sabemos a importância de fazer o controle do estoque, está na hora de partimos à prática e vermos alguns caminhos de como preparar o estoque para alta demanda que está por vir.

Dicas para preparar o estoque para a alta demanda

Como falamos, estão chegando dois períodos super importantes para o comércio: a Black Friday e o Natal. E este ano, pelo que tudo indica, as vendas devem registrar índices ainda melhores que os previstos, por causa de toda a situação vivida em 2020, que teve lojas fechadas e retenção financeira nos primeiros meses.

Falando somente da Black Friday, a Federação do Comércio de São Paulo (FecomércioSP) prevê um aumento de até 3% nas vendas do comércio varejista em novembro, em relação a 2019, só por conta da data promocional. Se pegarmos especificamente o segmento do e-commerce, a estimativa é um crescimento de 77%, em comparação ao ano passado, atingindo um faturamento de R$ 6,9 bilhões.

Porém, para que tudo dê certo e todo mundo tenha seu lugar ao sol neste ano tão nublado para os donos de negócios, é preciso estar preparado. E se os consumidores estão prontos para comprar, nada melhor do que estar com o estoque em dia para atendê-los, não é mesmo? Então, confira algumas dicas de como deixar tudo organizado!

1 – Faça um inventário

O que é pior: vender um produto que não tem no estoque ou deixar de comercializá-lo porque não sabe que ele existe? Qualquer uma das alternativas é ruim, seja para a imagem do e-commerce, seja para o seu faturamento. Para fugir desse cenário, o ideal é fazer um inventário dos produtos em estoque antes de começar esse período de alta demanda.

O fundamental aqui é não encarar esse levantamento como uma simples contagem de itens. Sempre que for possível indique junto à mercadoria a data em que ela foi comprada do fornecedor, quando deu entrada no seu estoque, se há registros das últimas saídas e as datas em que ocorreram, enfim, quanto mais informações puder reunir, melhor.

2 – Liste os produtos mais vendidos

Com o inventário em mãos, você vai conseguir listar quais são os produtos mais vendidos em cada período do ano, inclusive aqueles que envolvem as datas sazonais ou comemorativas. É importante, nesta listagem, diferenciar o que se trata de uma mercadoria com recorrência daquela que é tendência. Veja um exemplo para entender melhor.

No segmento da moda, sempre surgem alguns tipos de roupas que são tendência em um período, mas não se repetem no outro, como um tipo de vestido de verão ou um modelo de bota no inverno. No entanto, a maioria das pessoas vai comprar uma blusa de moletom simples para a estação mais fria ou um short curto básico para usar nos dias mais quentes. E essas peças continuarão sendo procuradas nos períodos seguintes, pois não dependem de tendências.

Então, na hora de elaborar a lista de demandas, também é essencial analisar e marcar aqueles produtos que vão precisar de um estudo de mercado para saber se vale a pena investir novamente ou não. Se o resultado apontar que a mercadoria ainda está em alta, ela pode fazer parte do seu planejamento para o estoque, caso contrário, é bom pensar em formas de acabar com o que está retido antes que vire um prejuízo. 

3 – Planeje a reposição do estoque

Agora sim é o momento de planejar a reposição do estoque para a alta demanda, afinal, você já tem as informações que precisa para fazer um bom trabalho, certo? Como já fizemos ao longo do texto, vamos usar a Black Friday e o Natal como exemplos, porque são as próximas datas que envolvem um volume de compras mais elevado.

No entanto, as dicas deste artigo podem ser usadas para qualquer período, como Páscoa, Dia das Mães e Dia das Crianças. É só analisar o que faz mais sentido com o seu tipo de negócio e objetivo comercial.

A Black Friday, por exemplo, envolve todos os setores da economia, com destaque para o e-commerce aqui no Brasil, e precisa de atenção redobrada com o estoque, pois é uma data na qual se compra de tudo, desde que os preços sejam convidativos. Por isso que para esse período a preparação do estoque precisa andar em paralelo com o planejamento das vendas.

Se a sua loja tem um produto campeão de vendas e você decidiu apostar nele ainda mais com a aplicação de um desconto ou a oferta de frete grátis, é certo que vai precisar caprichar na reposição para que nenhum cliente fique sem a mercadoria. Para isso, o ideal é ter uma boa quantidade da mercadoria armazenada e, por precaução, já deixar negociado com o fornecedor entregas extras. Assim, não há risco de alguém ficar sem o item desejado.

Agora, se formos pensar em uma data como o Natal, a organização do estoque pede algo diferente, pois não há uma aposta tão grande em promoções ― aliás, em datas comemorativas marcantes raramente se oferecem descontos ou atrativos nesse sentido. O objetivo aqui é garantir que os seus clientes tenham variedade para escolher. Então, além de uma quantidade que atenda o aumento das vendas (você pode se basear no histórico de anos anteriores), é fundamental ter um número de opções também diferenciado.

Voltando ao mundo da moda, podemos pegar o exemplo de um e-commerce de camisetas. Geralmente, quando um cliente acerta na modelagem de uma peça, ele volta para comprar outras. É aí que entra a importância de oferecer alternativas de cores e estampas dentro de um mesmo tamanho e modelo.

Essa necessidade de variar o estoque para atender uma alta demanda também fica clara quando pegamos o ramo de brinquedos. Por mais que sempre surjam tendências que exijam um reforço no estoque, especialmente em datas especiais, como o Natal e o Dia das Crianças, é importante ter uma diversidade de opções para atender os mais variados gostos, tanto dos pequenos quanto dos pais.

4 – Alinhe as entregas com os fornecedores

Aqui no blog, sempre falamos da importância de manter uma boa relação com os fornecedores, pois o bom atendimento aos seus clientes também depende disso. Quando se trata de um período de alta demanda, esse bom relacionamento é ainda mais fundamental, pois, como já citamos, manter um acordo para entregas extras, normalmente de urgência, podem surgir.

Então, não se esqueça de  negociar com os seus fornecedores com antecedência para deixar combinado como serão os procedimentos se você precisar de mercadoria extra. Há dois pontos principais aqui: valor e prazo. Você não pode perder dinheiro e o seu cliente precisa ser atendimento em um tempo hábil, caso contrário, ele pode desistir da compra.

Conte com a gente para atender a alta demanda

Fugir do controle do estoque é como jogar dinheiro fora, então o melhor é sempre estar preparado. Quando surgem os períodos de alta demanda, se tudo já está organizado, basta fazer algumas adaptações e o seu e-commerce pode vender sem se preocupar com mais esse item da gestão. Porque você sabe que o trabalho do empreendedor não para por aí, certo? Se a sua dificuldade estiver na área de pagamentos do seu comércio eletrônico, por exemplo, você pode contar com a Wirecard. Nós temos as melhores soluções para e-commerces, marketplaces e lojas físicas atenderem um aumento das vendas. Para saber mais, acesse nosso site ou entre em contato com a gente! Estamos prontos para atendê-lo e tirar todas as suas dúvidas.

5 dicas para aumentar a conversão das vendas no e-commerce

Todos os ventos estão soprando a favor do e-commerce. De acordo com o 42º Webshoppers, o segmento cresceu 47% em faturamento e chegou a 41 milhões de compradores (40% de aumento) no 1º semestre de 2020 em relação ao 2º semestre de 2019. Os números são ótimos, certo? Porém, a concorrência e a competitividade evoluem na mesma medida. Por isso que os empresários nunca podem deixar de trabalhar em medidas para aumentar a conversão das vendas no e-commerce.

Pode parecer estranho que mesmo com tanta gente comprando ainda seja necessário se preocupar em conquistar clientes? Pode, mas é isso mesmo. Com o mercado aquecido, mais empresas apostam nas vendas online, o que acaba aumentando a disputa e a necessidade de se diferenciar. Porque o consumidor vai continuar comprando, claro, mas vai optar pelos negócios que oferecem mais vantagens a ele.

Diante disso, fazer com que um visitante da sua loja online se torne um cliente é o objetivo de qualquer empresário. Nesse sentido, desenvolver e aplicar ações para aumentar a conversão das vendas é essencial. E é exatamente isso que veremos na sequência deste artigo.

5 dicas para aumentar a conversão das vendas

Para ajudá-lo nesse desafio que é aumentar a conversão das vendas, separamos dicas bem práticas que você pode aplicar no seu e-commerce sem a necessidade de um grande investimento ou muito tempo de preparação. É claro que não dá para fazer tudo correndo, um mínimo de planejamento para qualquer ação é sempre necessário, não é mesmo?

Porém, você não precisa esperar a hora certa ou um período especial do ano para implementar qualquer uma das nossas dicas. Algumas delas, inclusive, você já pode testar na próxima Black Friday, em 27 de novembro de 2020, e se derem certo, incluir como um processo rotineiro da sua loja online. E, então, vamos conhecer essas dicas?

1 – Garanta uma boa usabilidade

A boa usabilidade no e-commerce segue o princípio de garantir acesso ao site de forma prática e ágil. Isso significa que imagens e vídeos pesados para carregar, dificuldade em visualizar elementos, falhas nos mecanismos de pesquisa, falta de informação, inúmeras etapas para o fechamento da compra, entre outros são problemas que podem levar o consumidor a desistir da sua loja online.

Falando de maneira resumida, o seu e-commerce precisa ter facilidade de navegação em todas as partes, especialmente em relação ao pagamento online da compra. O consumidor precisa sentir segurança nessa transação financeira. Uma forma de assegurar isso é ter o mínimo de etapas possíveis para o fechamento do carrinho de compras. Ter menos burocracia é um incentivo para o comprador seguir em frente e finalizar o negócio.

A melhor forma de fazer isso é com o Checkout Transparente, uma solução do Moip que facilita as transações feitas no e-commerce, pois tudo ocorre no site da loja, sem redirecionamentos ou trocas de página. Para saber mais sobre ela, clique aqui e leia um artigo que fizemos especialmente sobre o assunto em nosso blog!

Ao fornecer um ambiente seguro e com todos os atributos para que a navegação seja simples e prática, sem dúvida as conversões no seu comércio eletrônico serão muito melhores. E as chances do seu cliente voltar, recomendar a sua loja online e ainda lembrar de você na hora em que precisar de um novo produto serão muito maiores.

2 –  Ofereça mais opções de pagamento

Esse tópico poderia estar dentro da usabilidade, mas ele é tão importante que sempre vai merecer um tópico só para ele ― tanto que já falamos sobre isso várias vezes aqui no blog. Pense com a gente: do que adianta ter um e-commerce com tudo funcionando, no qual o consumidor encontra exatamente o que procura, se quando chega no checkout, ele encontra apenas uma ou duas opções de pagamento?

Como comprador, você se sentiria frustrado, não é mesmo? Então, para não deixar os seus clientes com esse mesmo sentimento, coloque à disposição o maior números de meios de pagamentos que for possível.

Cartão de crédito é obrigatório, com as principais bandeiras, no mínimo (Visa, Mastercard, Elo, Hipercard e American Express). Essa forma de pagamento movimentou R$ 323,5 bilhões no e-commerce em 2019 e a tendência é que os números aumentem com o crescimento das vendas. Uma dica aqui é tentar negociar com os fornecedores as melhores condições para poder oferecê-las aos clientes.

Junto com o crédito, também é essencial oferecer cartão de débito e boleto bancário, pois são as outras duas operações mais usadas, inclusive porque uma delas engloba as pessoas que não têm conta em banco. Depois, ainda é possível disponibilizar débito em conta e transferência bancária, sem esquecer, claro, das carteiras digitais, como Apple Pay e Mercado Pago, que já vêm ganhando seu espaço nas transações online.

Cercada por toda essa variedade de opções de pagamento, a tarefa de aumentar a conversão das vendas no e-commerce fica muito mais fácil, certo? Porém, o trabalho não para por aí. Continue com a gente e veja o que mais pode ser oferecido aos clientes para melhorar os resultados.

3 – Reduza o valor do frete o quanto puder

Outro ponto que pode jogar a favor das conversões das vendas é oferecer vantagens em relação ao frete. Sempre que possível, mantenha a taxa de entrega grátis ou com o menor valor que não vá atrapalhar o seu fluxo de caixa. Frisamos sempre esse ponto porque pesquisas mostram que custos extras, como o frete, são um dos principais motivos que fazem o consumidor desistir da compra.

Entretanto, sabemos que nem sempre um e-commerce pode zerar seu frete, certo? Diante disso, outras estratégias podem ser usadas para manter a atenção dos compradores e garantir a conversão, como:

  • Taxa reduzida para determinada mercadoria ou região, que pode ir mudando para abranger diversos públicos;
  • Frete grátis para um valor mínimo ou para a compra de um produto específico;
  • Distribuição de descontos ou bônus em compras anteriores para serem usados como abatimento no frete de uma compra futura.

Entendemos que abrir mão do frete nem sempre vai ao encontro das necessidades do e-commerce, pois fazer o produto chegar ao seu destino envolve gastos. Porém, sabemos que existem diversas formas de trabalhar com essa taxa para que ela não fique pesada nem para o dono da loja online, nem para o cliente. Pesquise, teste e veja o que melhor se encaixa ao seu negócio!

4 – Melhore os prazos de entrega

Esse é outro tópico que faz bastante diferença na hora de finalizar uma compra. Imagine um cliente sonhando em ter o seu produto em mãos na próxima semana e descobrindo que ele só chegará daqui um mês? É para desanimar e fazer muito consumidor desistir da compra na hora. Para que isso não aconteça na sua loja online, você pode desenvolver ações para otimizar os prazos de entrega.

Uma das primeiras atitudes para resolver essa questão sem onerar o bolso do cliente e o caixa do e-commerce é negociar com as empresas transportadoras. Isso mesmo, empresas no plural, porque quanto mais opções você tiver, mais fácil é conseguir um custo-benefício em que tanto o comércio eletrônico quanto o cliente saiam ganhando.

Lembre-se que cada região do país lida com valores distintos de combustível, de hora de trabalho de motoristas, de preços de pedágios e, até mesmo, de condições de estradas que influenciam no desgaste dos veículos. Então, dependendo do lugar, é possível negociar de uma forma diferente. O importante é aproveitar todas as oportunidades de oferecer o menor preço para o seu cliente.

5 – Utilize a retentativa multiadquirente

Essa é uma prática bastante específica, mas que pode ajudar muito a aumentar a conversão das vendas no seu e-commerce. As adquirentes são as empresas responsáveis por fazer a ponte entre a loja, as bandeiras de cartão e as instituições emissoras de cartão (que podem ser os bancos) para que a venda a um cliente possa ser aprovada.

Isso significa que é a adquirente que vai confirmar a venda. Assim que o consumidor finaliza a compra, ela entra em contato com a bandeira do cartão, que então verifica com o banco se há limite para a transação. Se tudo estiver correto, a adquirente libera a compra. No entanto, se houver alguma falha, como dados errados do cartão, demora na comunicação entre adquirente e bandeira ou indisponibilidade do sistema, o processo é interrompido.

Neste caso, quando o dono do negócio online conta apenas com uma adquirente, o problema pode persistir, fazendo com que seja impossível finalizar a compra, trazendo o risco de o cliente desistir da aquisição. Mas se aumentar a conversão das vendas é o objetivo de todo lojista, ele não pode deixar isso acontecer, não é mesmo?

Dessa forma, a retentativa multiadquirente é uma maneira de fazer uma nova tentativa de cobrança a partir de outra adquirente, com o objetivo de permitir a venda ao cliente caso a falha esteja ocorrendo com a primeira adquirente e não por outros motivos. E você nem precisa se preocupar com o cliente, pois todo esse procedimento é realizado em segundos. Ele nem vai perceber que você salvou as compras dele!

Aumente a conversão das vendas no seu e-commerce com o Moip

Como você sabe, o Moip está sempre pronto para ajudar o seu negócio a crescer e alcançar os melhores resultados. Quando falamos em aumentar a conversão das vendas, temos algumas soluções bem pontuais que podem fazer muita diferença no seu dia a dia.

O Checkout Transparente, como já citamos, é uma delas. Com ele, o seu cliente faz o pagamento das compras no site da empresa em que escolheu seus produtos, sem redirecionamentos, sem dúvidas e questionamentos. Também trabalhamos como intermediadora de pagamentos, figura indispensável na implantação da retentativa multiadquirente, pois é ela que vai enviar o comando para fazer uma nova tentativa na segunda adquirente caso o contato com a primeira não tenha dado certo.

E não paramos por aí. Ainda temos ferramentas para a gestão financeira do e-commerce e do marketplace, além de maquininha de cartão para as lojas físicas e um sistema anti-fraude com análises automáticas e manuais. Para conhecer mais sobre as nossas soluções, acesse nosso site ou entre em contato. Nossa equipe está à disposição para atendê-lo. Se preferir, deixe um comentário no espaço abaixo para continuarmos essa conversa!