Como um sistema ERP pode auxiliar na gestão de estoque e logística na Black Friday

Entre as medidas de organização do e-commerce para a Black Friday, uma das maiores campanhas de vendas do ano, gerir o estoque e controlar as integrações logísticas através de um sistema de gestão unificado é uma das estratégias que auxiliam o lojista a organizar a operação e a pensar na campanha de forma inteligente, focando na experiência do cliente.

A gestão do estoque feita de forma correta, evita excessos e falta de produtos no estoque, evitando perdas nas vendas. Quando as informações ficam centralizadas em um único canal, também é possível organizar a loja para a venda em múltiplos canais, facilitando a gestão e integrações aos marketplaces e também aos parceiros logísticos.

O sistema de gestão ERP auxilia desde a inserção de novos produtos no estoque ao acompanhamento do status de pedidos de venda. Todo o fluxo operacional fica organizado, agilizando os processos e ganhando tempo e eficiência na rotina diária.

Confira 3 motivos para utilizar o ERP na gestão de estoque e logística:

#1 Maior controle e giro de estoque:

É preciso estar atento ao estoque, ele diz muito sobre o seu negócio. O giro de produtos é um sinal de que as escolhas de produtos para venda estão agradando o cliente e que ele está chegando até o seu canal para efetivar suas compras. Produto parado em estoque significa capital de giro parado e isso não é bom para o negócio. Nesta época que antecede a Black Friday, é preciso verificar os produtos em estoque para fazê-los girar na campanha de vendas. O sistema de gestão é responsável por manter o estoque atualizado com as vendas de todos os canais, mantendo o empreendedor informado quando produtos estão em falta ou sobrando em estoque.

#2 Organização interna:

É importante registrar tudo o que entra e sai da empresa para ter diagnósticos com relação às campanhas de venda, sucesso ou pouco giro do produto, manter prazos de validade em dia, entre outros cuidados. Além de controlar o estoque, o ERP também também permite a emissão de notas fiscais eletrônicas, a geração de boletos bancários e de cobranças e de propostas comerciais.

#3 Logística Integrada

Engana-se quem pensa que a logística é somente a entrega do produto ao cliente. O processo começa ainda o estoque, englobando desde o processo de armazenagem, seleção de pedidos, preparo do produto e transporte. É uma grande operação. O espaço de armazenagem deve primar pela qualidade do estoque e com organização fica fácil a visualização dos produtos e suas especificações. Isso contribui para a etapa de separação do produto, que deve ser feita com atenção para não errar no pedido do cliente, como modelo, tamanho ou outras especificações.

A embalagem deve ser feita com cuidado em material adequado e exclusivo para cada tipo do produto. Isso para que a entrega chegue em perfeito estado ao cliente. O ERP também é fundamental para fazer integrações logísticas, a fim de ter parceiros responsáveis em casos de problemas com o transporte. A transportadora deve oferecer os serviços de rastreamento e escolta das cargas, já que é um fator importante para que o produto chegue até o consumidor com segurança, evitando problemas para o e-commerce. Através do sistema de gestão é possível gerenciar os seus envios

Benefícios da Logística Integrada:

Utilizando um gateway de fretes integrado a um software de integração logística, é possível fazer cotações de serviços de transporte, definir qual transportadora irá realizar a entrega e acompanhar todo o processo com maior praticidade. Entre os maiores benefícios de ter a logística integrada estão:

  • Planejamento eficiente
  • Cotação de preços e prazos de frete
  • Controle de entrega de produtos
  • Redução de custos
  • Otimização de tempo

Integração para vender mais

Com tantos novos sellers no mercado de e-commerce, a Black Friday é além de uma oportunidade também um grande desafio. A experiência de compra deve ser pensada em todas as suas fases, pensado na jornada de compra desde a pesquisa até a entrega do produto.

É importante que o lojista conheça o perfil do seu cliente para engajar ele nas melhores estratégias de venda e conectar desejo de compra e os produtos à venda. O sistema de gestão ERP online auxilia na integração dos processos e estabelece organização e cuidados internos, fazendo com que o empreendedor possa ter tempo para pensar no negócio de forma criativa, não somente cumprir tarefas automáticas. Se ainda não é cliente Bling, utilize o cupom #wirecard, faça um teste grátis por 90 dias e confira na prática os benefícios de utilizar um sistema de gestão ERP que trabalha em favor do seu negócio.

A importância da gestão financeira em tempos de crise

Na hora de tocar uma empresa, é verdade que prestar um serviço de qualidade ou vender um bom produto é fundamental para quem quer bons resultados. Mas isso é apenas parte da jornada: um bom processo administrativo também faz toda a diferença, especialmente quando analisamos o poderoso impacto da gestão financeira em tempos de crise para a saúde do negócio.

Mais do que nunca, esses períodos de desafio econômico exigem que boas práticas saiam do papel e, claro, que um cuidado especial seja tomado com o caixa da empresa. A boa notícia é que, com o controle adequado das finanças e um planejamento detalhado, é possível criar um cenário mais positivo para o futuro e ter os recursos adequados para fazer o empreendimento crescer e passar tranquilo pelas turbulências no caminho.

Gestão financeira em tempos de crise: o que você precisa levar em consideração para o seu negócio

Basta uma pesquisa rápida na internet e você vai ver que não faltam conselhos, recomendações e manuais para acertar na gestão financeira em tempos de crise. Contudo, algumas boas práticas merecem um destaque especial, pois são as bases para qualquer meta ou projeto que o gestor queira aplicar ao negócio e, por isso, não podem passar batidas na hora de montar um planejamento. Confira:

1 – Tenha seus dados organizados

É preciso ter consciência de que trabalhar com finanças exige números claros. Não é segredo que o responsável pelo controle financeiro da empresa deve ter todos os valores registrados com o máximo de exatidão e, de preferência, organizados de forma clara e objetiva. Só que, em tempos de crise, esse tipo de organização precisa ir além e considerar outras variáveis. 

Aqui, o uso de um software de gestão, por exemplo, pode ajudar bastante na rotina de controle. Lembre-se que, para fazer a gestão financeira em tempos de crise, o ideal é que se estabeleça uma estrutura prática e fácil de ser atualizada, registrando serviços realizados, entradas e saídas, gastos e despesas e todos os demais indicadores que ajudem a montar o planejamento financeiro em médio prazo.

2 – Estude o cenário e as suas opções

Com seus dados organizados, é hora de estudar melhor as suas alternativas. Veja como é possível reduzir os custos e as despesas, coloque na ponta do lápis quais são as atividades indispensáveis e calcule o mínimo necessário para quitar as contas essenciais da empresa. Tenha em mente que, se essa conta fechar no vermelho, talvez uma boa ideia seja segurar os investimentos.

Isso porque, em uma comparação bem prática, fazer o planejamento financeiro do negócio não é tão diferente de analisar as contas pessoais. Você sabe quais são os gastos inevitáveis e o que é possível segurar. Por isso, se as contas apertarem, é provável que os investimentos extras precisem esperar um pouco até que seja possível colocar tudo no lugar!

3 – Mantenha um olho no passado e outro no presente

Cedo ou tarde, toda empresa vai enfrentar algum tipo de desafio. Nesse sentido, uma boa dica é voltar os olhos ao passado e estudar como as crises passadas se desenrolaram. Se a sua empresa já passou por uma fase ruim antes, vale levantar qual foi o principal motivo, quanto tempo aquilo durou, quais foram as estratégias que ajudaram a mitigar os efeitos da crise e como o comportamento do seu consumidor mudou.

Com isso, é possível verificar se existe alguma uniformidade entre os períodos mais complicados. Quando se tratar de um déficit da economia, pode-se perceber que há uma tendência de as crises terem a mesma duração, por exemplo. Embora essa não seja uma tarefa simples, ela é fundamental quando se busca adequação à situação do momento e adoção de estratégias para fugir desse padrão.

4 – Analise suas opções de pagamento e recebimento

Fazer uma boa gestão financeira em tempos de crise também envolve muito jogo de cintura na hora de equilibrar o caixa da empresa. Até porque, quando falamos em períodos de recessão econômica, é natural que bancos e instituições financeiras ofereçam opções tentadoras de empréstimo e financiamento — modalidades que nem sempre são as mais indicadas para períodos difíceis.

Nesse contexto, uma boa saída pode ser trabalhar com valores que já são seus, mantendo as rédeas do negócio nas suas mãos! Estamos falando da antecipação de recebíveis, alternativa que transforma as vendas a prazo em recursos líquidos imediatos para a empresa. Em outras palavras, os valores que o seu negócio receberia ao longo de um determinado período podem ser convertidos em caixa imediatamente.

Desse modo, o empreendedor pode arcar com obrigações financeiras que possuem um prazo mais apertado sem perder o controle do fluxo de caixa! Por isso, o ideal é trabalhar com uma instituição séria que oferte esse tipo de procedimento, como a Wirecard, que não só contribui para a antecipação desses valores como também orienta a sua empresa sobre as melhores modalidades e que tipo de verbas podem ser adiantadas sem comprometer o seu faturamento em longo prazo!

Por fim, acompanhe os resultados e mantenha-se positivo!

Esperamos que, com essas dicas, fique mais simples tirar um bom planejamento financeiro do papel para manter a sua empresa cada vez mais fortalecida durante os tempos difíceis. Sabemos que estamos enfrentando um período delicado e acreditamos que existem formas do seu negócio passar por ele sem prejudicar ou abrir mão da segurança das pessoas.
Reforçamos nosso compromisso com os clientes e deixamos nosso time à disposição para ajudar você nesse momento. Confira a campanha “Conte com a Wirecard” e, como ela bem indica, conte com a gente!

Vantagens de integrar um ERP com meio de pagamento

Seja para vendas física ou online, optar pelo uso de um meio de pagamento é uma boa estratégia para organizar o financeiro de uma empresa. Com o uso destas soluções, fica mais fácil identificar os pagamentos recebidos, tornando o dia a dia do lojista mais prático.

Com este conteúdo, você vai aprender o que é um meio de pagamento e como sua integração com um ERP pode ajudar na rotina da empresa, tornando-a otimizada. Boa leitura.

O que é um meio de pagamento?

Para entender o que é um meio de pagamento, é preciso visualizar dois cenários:

  1. Para o lojista, um meio de pagamento corresponde a forma que ele vai receber os valores das compras realizadas pelos clientes;
  2. Para o cliente, o meio de pagamento se refere a forma com que ele vai pagar as compras que fizer. 

Entre estes meios de pagamento, podemos destacar alguns mais utilizadas, como boleto bancário, cartão de crédito e cartão de débito. 

Para facilitar a troca de informações financeiras entre o lojista e o comprador, existem empresas que fornecem soluções de pagamento, trazendo mais facilidade nas transações. Estas soluções podem ser adquirente, subadquirente ou gateway de pagamento, e permitem a integração com um ERP, para que os processos sejam facilitados. 

Adquirente

São empresas que processam as transações realizadas com cartões de crédito e débito, seja no e-commerce ou em lojas físicas. 

Quando uma compra é realizada, o adquirente verifica com o banco se há saldo, para compras no débito, ou limite no crédito, para que a compra seja aprovada. As adquirentes cobram taxas para realização do processo, e para compras parceladas, as taxas costumam ser mais altas.

Estas empresas não oferecem serviços de gateway de pagamento, sistema que processa o pagamento e nem sistema antifraude para garantir a segurança das compras. 

Subadquirente

São empresas que realizam a intermediação dos pagamentos, responsáveis por recolher todos os dados dos clientes para enviar ao adquirente para que seja realizada a liquidação dos valores. 

O serviço oferecido por um subadquirente é mais completo, com gerenciamento antifraude e gateway de pagamento, sem necessidade de envolver um banco, o que diminui a burocracia e facilita o dia a dia do lojista. Com tudo em um só lugar, os custos de contratação podem ser menores. A Wirecard é um exemplo de solução subadquirente.

Gateway

O gateway é o responsável por realizar a troca de dados (número do cartão, nome do comprador e código de verificação) entre o lojista e o adquirente, de forma criptografada e segura. 

Vantagens de integrar o meio de pagamento com um ERP

Integrar as soluções de pagamento com um ERP traz algumas vantagens para a rotina dos lojistas. Vamos citar algumas delas:

Automatização dos processos

A automatização da rotina é um dos principais benefícios desta integração. Quando o ERP está conectado ao meio de pagamento, consegue realizar a conciliação dos pagamentos, para que não seja necessário acessar a conta bancária para confirmar os pagamentos realizados.

Dessa forma, o lojista também não precisa efetuar a baixa conta por conta. A conciliação identifica as contas a receber que foram pagas e as contas ficam atualizadas e organizadas no ERP.

Se tratando de um e-commerce, sempre que um pedido de venda é importado para o ERP, é criado um vínculo com o meio de pagamento escolhido pelo clientes, e conforme o pagamento for aprovado, o status da compra muda e o lojista pode seguir com o envio das mercadorias. 

Oferta de mais opções aos clientes

Quem compra online, sabe que um dos fatores decisivos para finalizar uma compra é que o site ofereça o meio de pagamento que deseja utilizar. 

O meio de pagamento integrado permite que o lojista ofereça múltiplas formas de pagamento para os clientes, evitando a perda de vendas.

Controle sobre as vendas

Controlar todos os pagamentos recebidos de forma manual pode ser uma rotina trabalhosa. Além de tomar tempo do lojista, há possibilidade de erros na hora de dar baixa nas conta a receber.

Sem a integração do meio de pagamento com um ERP, é preciso controlar as vendas em um local e os pagamentos em outro. Além disso, a integração permite a configuração das taxas, tarifas e prazos dos meios de pagamento, facilitando o controle do lojista.

Manter estas informações centralizadas facilita a geração de relatórios financeiros, para que a empresa saiba qual a situação que se encontra.

Evita erros

O controle financeiro é uma rotina importante para qualquer empresa. Evitar os erros causados pela má administração das contas é fundamental para a saúde financeira. Quanto mais automatizado este processo estiver, melhor serão as análises das finanças.

Reduzir a intervenção humana no controle dos recebimentos é uma das formas de evitar erros. A conciliação bancária, por exemplo, é feita de maneira simples dentro de um ERP, sem depender de uma pessoa para verificar os pagamentos no banco. 

Entre alguns possíveis erros que podem ser evitados com a integração, podemos destacar: 

  • erros de digitação
  • esquecimentos na hora de baixar as contas
  • receber o pagamento por uma conta e dar baixa em outra
  • furo de caixa, ao baixar as contas com o meio de pagamento errado

Importante ressaltar que, no e-commerce, é preciso mapear corretamente o meio de pagamento, tanto no ERP quanto na plataforma escolhida. Assim, os pagamentos serão identificados da forma correta.

Reduz tempo 

Sem a necessidade de conferir o pagamento de todas as contas a receber, o lojista tem mais tempo para se dedicar em outras tarefas, como administração de pessoal e das vendas. 

A automatização é uma grande aliada na performance das lojas virtuais, pois deixando este processo mais ágil, os pedidos são aprovados com mais rapidez e já podem seguir para a separação de produtos e envio das encomendas.

Conclusão

Utilizar um meio de pagamento facilita o dia a dia da rotina financeira de uma empresa. A identificação dos pagamentos se torna mais fácil, as contas ficam organizadas e sobra mais tempo para as demais atividades.

Escolha um solução para meio de pagamento e integre a um sistema como o Tiny ERP. Você vai poder centralizar as informações de pagamentos e facilitar a conciliação bancária, para que erros financeiros não sejam cometidos.

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Entenda o que é bitributação e como ela pode impactar o seu e-commerce

A bitributação, conceito que pode trazer prejuízos ao negócio, e quem é dono de um negócio, sabe muito bem que os cuidados com o pagamento de tributos são uma parte importante da gestão.

Afinal, é preciso estar sempre em dia com a legislação, o que exige tempo e, é claro, dinheiro. Aprenda mais sobre esse conceito que demanda mais atenção dos empreendedores brasileiros e ainda é pouco explorado.

Como funciona a cobrança de impostos

Para entender o que é bitributação, é necessário primeiro compreender como ocorre a arrecadação fiscal no Brasil. Aqui, a cobrança de tributos obedece à Constituição Federal de 1988, que determinou o poder e a responsabilidade de cada ente federativo ― União, estados e municípios ― em relação aos fatos que podem ocasionar tributos.

Isso quer dizer que cada um desses entes tem o poder de cobrar impostos sobre situações diferentes e que eles nunca podem fazer a cobrança em relação a um mesmo fato. Fica mais fácil entender essa questão quando pensamos nos impostos mais comuns pagos pelas pessoas físicas que possuem bens ou imóveis no país. Veja os exemplos:

  • Se você tem uma casa na área urbana da sua cidade, é possível que já tenha pagado o IPTU (Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana). Esse tributo é cobrado anualmente e os recursos são arrecadados pelos municípios e direcionados à cada gestão municipal. Isso quer dizer que o dinheiro que você paga por esse tributo fica na sua própria cidade.
  • Já se você tem um automóvel, sabe que não é aconselhável dirigí-lo sem pagar anualmente o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores). Diferentemente do IPTU, esse imposto é cobrado pelos estados e, por isso, os recursos arrecadados com a cobrança são destinados às gestões estaduais.
  • Agora, se você tem um imóvel na área rural, sabe que é preciso pagar o ITR (Imposto sobre Propriedade Territorial Rural). Ele também é cobrado uma vez ao ano, mas, ao contrário do IPTU, é arrecadado pela União e todo o dinheiro é destinado à gestão federal.

Dessa forma, fica fácil entender que cada ente tem a responsabilidade e o poder de cobrar impostos sobre situações diferentes, não é? Esses exemplos se referem aos fatos geradores de tributos mais comuns e conhecidos pelas pessoas físicas, mas a regra vale para outras operações, inclusive para as que são mais frequentes na rotina dos e-commerces e de outros tipos de empresa.

A União, por exemplo, também é responsável pela cobrança de impostos relacionados à importação de produtos estrangeiros, à exportação de produtos nacionais ou nacionalizados, às operações de crédito, entre outras situações. Já os estados são responsáveis, entre outros tributos, pelo ICMS, que, como veremos mais tarde, é causador de alguns conflitos relacionados à bitributação.

Enquanto isso, os municípios podem cobrar o IPTU, o ISS (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza) e outros impostos. Vale ressaltar que os entes federativos não são obrigados a cobrar os tributos sobre fatos geradores que estão sob seu poder, mas são proibidos de cobrar tributos por situações que são de competência de outros entes federativos.

Além disso, cabe a cada ente estabelecer os princípios de cada cobrança, como a alíquota, a base de cálculo, a incidência, entre outros. Por isso, o modelo de um carro pode ter um IPVA mais barato em um estado e mais caro em outro, já que as alíquotas são definidas por cada um deles de forma separada.

O que é bitributação

A bitributação ocorre quando dois entes federativos cobram de um mesmo contribuinte dois tributos sobre o mesmo fato gerador. Como vimos, essa é uma prática inconstitucional, já que cada ente federativo tem poder e responsabilidade sobre fatos geradores diferentes. Isso significa que quando ocorre a bitributação um deles está cobrando algo que é de competência de outro.

Existem diversos casos de bitributação. Um deles, por exemplo, ocorre quando não se chega a uma definição sobre se um imóvel está em área urbana ou rural e o proprietário acaba sendo cobrado tanto pela União quanto pelo município e é obrigado a pagar o ITR e o IPTU, arcando com um prejuízo considerável por causa da bitributação.

Vale ressaltar que a bitributação é diferente do conceito de bis in idem. Neste caso, trata-se de uma situação em que o mesmo ente federativo cobra dois tributos por um mesmo fato gerador. Isso ocorre, por exemplo, quando a União cobra Imposto de Renda e CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) sobre o lucro. Essa prática, ao contrário da bitributação, não é inconstitucional.

O fato é que se a bitributação pode causar prejuízo ao bolso das pessoas físicas, como no caso do dono do imóvel tributado duas vezes, ela pode ser ainda mais prejudicial em relação às empresas, que costumam movimentar mais recursos e fazem diversas operações que incidem em fatos geradores de cobrança de tributos.

O ICMS e a bitributação no e-commerce

Um caso que tem gerado muita discussão em relação à bitributação ocorre na cobrança do ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação) nas operações realizadas por empresas que atuam no comércio eletrônico.

Todo o conflito começa pelo fato de que o ICMS é um tributo de responsabilidade dos estados que, como vimos, podem cobrar alíquotas diferentes entre si. Essa diferença faz com que alguns estados tenham alíquotas mais atrativas para as empresas e, assim, consigam atrair mais negócios e receitas. De forma geral, no e-commerce, a maioria dos centros de distribuição está nas regiões Sul e Sudeste.

A cobrança do ICMS ocorria da seguinte maneira: a loja online responsável pela venda de um produto ou serviço para consumidor final em outro estado pagava o imposto apenas para o estado em que estava sediada. Isto é, o estado de origem do consumidor final, que não é contribuinte do ICMS, não recebia nada pela operação.

Isso fez com que estados das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e o Espírito Santo firmassem, em 2011, um acordo para que o ICMS fosse pago tanto na origem como no destino do produto, chamado de Protocolo ICMS 21. Ou seja, o e-commerce pagaria duas vezes pelo mesmo fato gerador, o que seria capaz de onerar muito mais as operações de qualquer loja online.

Outro problema é que grande parte dos e-commerces são pequenos negócios que se enquadram no Simples Nacional. Nesse caso, eles precisam pagar a DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que já inclui todos os impostos a serem pagos, inclusive o ICMS. Assim, a medida também resultaria na bitributação das empresas enquadradas nesse regime, que pagariam a DAS e o ICMS aos estados de destino.

Em 2014, a medida foi considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal, já que seria preciso uma emenda constitucional para alterar a forma de tributação, ou seja, os estados não poderiam decidir isso publicando apenas um protocolo no Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), como ocorreu em 2011.

Dessa forma, os estados começaram a pressionar deputados a fim de que fosse publicada uma emenda constitucional para tornar mais justa a distribuição do ICMS, o que acabou acontecendo em 2015, com a Emenda Constitucional 87/2015. Com ela, o valor do ICMS deixou de ser pago de forma integral ao estado de origem e passou a ser partilhado com o estado de destino da mercadoria.

Pela emenda, os estados de origem têm direito ao imposto correspondente à alíquota interestadual e os estados de destino ao valor relacionado à diferença entre a sua alíquota interna e a alíquota interestadual, conforme a regra de transição definida pela norma. A mudança evitou a bitributação do e-commerce em relação ao ICMS, mas trouxe transtornos e prejuízos para alguns negócios online, como mostramos nesse artigo.

Como evitar a bitributação no
e-commerce

Como vimos, a bitributação é inconstitucional e pode impactar de forma negativa na saúde financeira de qualquer negócio. Por isso, é preciso ter atenção a todos os tributos pagos pelo seu e-commerce, tanto para garantir que você esteja em dia com o fisco como para evitar que seja cobrado duas vezes por um único fato gerador.

Nesse sentido, é importante contar com uma empresa ou profissional de contabilidade que conheça as especificidades do comércio eletrônico. Um software de gestão integrada também pode ajudar você a garantir mais organização e controle sobre o seu orçamento e sobre todas as despesas do seu negócio, inclusive aquelas relacionadas aos tributos.

Além disso, contar com um meio de pagamento que ajude você a gerenciar suas vendas e controlar suas finanças é outro diferencial para evitar a bitributação no e-commerce. Acesse o site da Wirecard ou entre em contato com a nossa equipe e veja como nós podemos ajudar o seu negócio com um meio de pagamento que garante segurança e praticidade!
Esperamos que esse artigo tenha sido útil para você. Se restou alguma dúvida, deixe seu comentário abaixo, estamos à disposição para esclarecer outras questões sobre o tema! Aproveite também para acessar outros artigos do nosso blog. Tem muito conteúdo relevante para ajudar você a impulsionar as suas vendas e fazer a sua empresa crescer!

Como fazer venda direta no e-commerce? Descubra!

É muito provável que alguém já tenha passado na porta da sua casa vendendo acessórios ou que você já tenha comprado algum produto de higiene e beleza por meio de um catálogo oferecido por um amigo.

Pois, agora, esse tipo de venda em que o contato pessoal é fundamental também está no comércio eletrônico: a venda direta no e-commerce é uma nova opção para os empreendedores!

Os primeiros registros sobre a venda direta são do século 18, quando vendedores passaram a vender enciclopédias de porta em porta na Inglaterra. A partir daí, muitos outros produtos e catálogos já passaram pelas casas das pessoas em todo o mundo.

O fato é que muita coisa mudou, e diante disso, a venda direta no e-commerce também ganhou espaço, principalmente pela facilidade e comodidade que oferece às duas partes.

Para que você entenda melhor como o comércio eletrônico pode impulsionar as vendas diretas e como usá-lo com eficiência para este fim, escrevemos este artigo. Acompanhe!

O panorama da venda direta no Brasil

A venda direta é um modelo de negócio em que as empresas oferecem seus produtos e serviços diretamente aos consumidores finais, sem um estabelecimento comercial fixo. Para isso, grandes e pequenas marcas contam com empreendedores individuais, chamados de revendedores ou consultores, que fazem o contato com os clientes em visitas, encontros e também pela internet.

Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Venda Direta (ABEVD), que reúne gigantes do setor como Natura, Tupperware, Avon, Herbalife e Mary Kay, em 2017, o setor movimentou mais de R$ 45 bilhões no Brasil. De acordo com a World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA), o país ocupa a 6ª posição no mercado global de venda direta.

Entre os produtos mais vendidos por este modelo de negócio, destacam-se os cosméticos, com 54,7% do total, conforme pesquisa realizada pela consultoria LCA com dados da ABEVD. Vestuário (8%), acessórios (7,9%), cuidados com a casa (6,5%), alimentos ou suplementos saudáveis (4,3%), telefonia, internet e TV por assinatura (3,7%) também figuram na lista.

Além deles, livros, brinquedos, CDs, DVDs, softwares e games (3,4%), serviços de reforma da casa (3,3%), utensílios domésticos (3,1%), produtos financeiros (2,8%) e vinhos e comida congelada (2,3%) completam a lista dos itens mais vendidos em vendas diretas. Tudo isso por meio de 4,1 milhões de empreendedores no Brasil, segundo a ABEVD.

A venda direta traz benefícios para toda a cadeia. As marcas ganham em visibilidade e reduzem gastos, já que não precisam custear estabelecimentos físicos. Os vendedores, por sua vez, têm horários flexíveis e autonomia para trabalhar, podendo utilizar esse modelo de negócio como única fonte de renda ou como forma de complementar o orçamento.

Já os consumidores têm acesso a uma grande variedade de produtos e serviços, com atendimento personalizado e preços mais acessíveis.

E como fazer venda direta no e-commerce?

 Hoje, é provável, por exemplo, que o vendedor autônomo de enciclopédias não encontre ninguém em casa ao bater em alguma porta ou mesmo que os clientes não tenham tempo para folhear um catálogo inteiro.

É nesse sentido que o e-commerce e todas as praticidades do uso da internet podem facilitar a relação entre vendedores e clientes. Assim, a venda direta continua tendo como seu maior pilar o relacionamento entre as duas partes, mas com ferramentas que o tornam mais dinâmico e trazem benefícios com um novo modo de viver e comprar.

Porém, para que a venda direta no e-commerce funcione de maneira eficiente, é importante que o vendedor autônomo utilize algumas técnicas e soluções que otimizam a tarefa de vender online. Veja o que fazer!

#1 Utilize as redes sociais:

O relacionamento é a base da venda direta, tanto é que, segundo a ABEVD, amigos (79%), familiares (66,9%) e colegas de trabalho (51,2%) são o público-alvo dos vendedores desse segmento. Diante disso, as redes sociais são excelentes aliadas para estreitar ainda mais a relação e apresentar soluções para potenciais clientes.

Para isso, é fundamental manter as redes sociais atualizadas e construir uma relação produtiva com os consumidores. Não basta apenas publicar posts com seus produtos esperando que os clientes queiram comprá-lo. É necessário mostrar a eles como funcionam, para que servem, como são produzidos e todas as suas vantagens.

Nesse sentido, vale usar vídeos, textos, fotos e muita criatividade. Participar de grupos com interesse em seus produtos e serviços também é uma ótima opção para conhecer o perfil dos seus potenciais clientes e ganhar visibilidade. Além disso, mensagens diretas podem ser uma boa pedida, desde que não haja exagero.

#2 Faça investimento em marketing de conteúdo:

As redes sociais são boas parceiras na divulgação de produtos e serviços, mas é possível aumentar ainda mais as vendas utilizando as estratégias de marketing de conteúdo. A criação de um blog com conteúdo sobre o seu nicho de mercado, por exemplo, é uma ótima técnica para aproximar clientes e fazê-los confiar em você, já que isso gera autoridade sobre o assunto.

Investir em anúncios pagos em redes sociais e no Google também é importante, pois aumenta a visibilidade das ofertas. Além disso, o envio de e-mails marketing e mensagens personalizadas mostra ao cliente que você lembra e se preocupa com ele.

#3 Controle seu estoque:

O vendedor autônomo centraliza o controle de diversas atividades: ele é quem compra, quem vende, quem atende, quem cuida das redes sociais, entre tantas outras tarefas. Não há problema nisso, desde que não sejam esquecidos alguns processos que são, muitas vezes, negligenciados, como o controle de estoque.

A gestão do estoque é tão importante quanto as outras tarefas do dia a dia. Afinal, vender um produto, mas não contar com ele no estoque é sinônimo de insatisfação do cliente. Já se acaba ficando com muitos itens armazenados, sem vendê-los, você acumula prejuízo para si próprio.

Nesse sentido, é fundamental fazer um controle de todos os produtos que entram e saem. Dessa maneira, é mais fácil analisar quais são os itens mais vendidos, quais têm pouca saída e, com isso, desenvolver estratégias para impulsionar as vendas. Assim, você também acaba evitando transtornos pela falta ou acúmulo de produtos.

#4 Conte com um bom meio de pagamento:

Para vender online, é essencial oferecer segurança e praticidade ao cliente. Dificilmente alguém finaliza a compra se acha que um site é inseguro. Da mesma forma, as pessoas ficam insatisfeitas quando o e-commerce não disponibiliza a forma de pagamento que elas usam, como cartão de crédito, débito ou boleto.

Por isso, é importante contar com uma solução de pagamentos que possa garantir segurança tanto para o consumidor quanto para o próprio lojista, além de oferecer várias formas de pagamento, a fim de aumentar a aprovação de vendas.

Outros benefícios de um bom meio de pagamento são a conciliação financeira integrada, o checkout transparente e uma solução de gestão de risco contra fraudes e chargebacks.

#5 Mantenha as contas em dia:

Controlar as finanças também é fundamental para o autônomo que trabalha com vendas diretas. Isso porque, por vezes, as contas do negócio se misturam com as pessoais e essa situação acaba gerando confusão nos dois âmbitos.

Dessa forma, o melhor a fazer é planejar e organizar as finanças de forma separada. Esse controle faz com que você tenha uma noção real sobre os recursos disponíveis e os gastos mensais, o que facilita o desenvolvimento de promoções, o investimento em ações para aumentar as vendas e outras iniciativas para melhorar os resultados.

Como vimos, o cenário das vendas diretas têm mudado com o passar dos anos. O relacionamento com o cliente ainda é um diferencial desse negócio, porém, em vez de passar de porta em porta, os vendedores têm feito da internet e de suas ferramentas uma maneira de se aproximar dos consumidores e aumentar as vendas nesse segmento.

E se você é uma das pessoas que têm investido no e-commerce para fazer vendas diretas, nós convidamos o Marcelo Paiva, CEO da Venda e Cia para um programa especial onde ele nos mostrou técnicas para ter ainda mais eficiência no seu negócio! Basta clicar na imagem abaixo para acessar o vídeo gratuitamente.

Esperamos que esse artigo seja útil para você! Se restou alguma dúvida ou se você deseja contar as suas experiências sobre o tema, deixe um comentário no espaço abaixo.

O que é e como calcular o ROI?(parte 2)

Na parte 1 do texto você aprendeu o que significa ROI e por que seguir esse indicador pode ser a diferença entre o sucesso ou não da sua empresa. Nesta segunda parte você aprenderá o passo a passo de como usar essas informações a seu favor do seu crescimento.

Como calcular o ROI?

Para chegar ao valor do ROI, o primeiro passo é levantar o valor do investimento feito em uma determinada ação. Neste índice, são considerados apenas os investimentos diretos, ignorando outros custos. Se você deseja saber o retorno sobre o investimento em marketing, por exemplo, não vai considerar no ROI as despesas com água e eletricidade, mas, sim, aquelas que envolvem a ação diretamente, como os anúncios e a produção de textos para o blog da empresa.

Depois desse exercício de levantamento de custos, basta fazer o seguinte cálculo:

ROI = [(RECEITAS – INVESTIMENTO) / INVESTIMENTO] x 100

Para ficar mais claro, vamos a um exemplo prático: imagine que você acaba de lançar uma campanha de marketing para o Dia das Mães. Essa campanha custou, ao todo, R$ 5 mil. Depois da data comemorativa, você teve um total de receitas de R$ 25 mil. Então vamos ao cálculo?

ROI = [(25.000 – 5.000)] / 5.000] x 100

ROI = [20.000 / 5.000] x 100

ROI = 4 x 100

ROI = 400 %

Isso significa que a cada R$ 1 investido na campanha, você ganhou R$ 4! No fim do cálculo, multiplica-se o valor por 100 para chegar à porcentagem de lucro obtida com o investimento.

É importante que você saiba que o ROI não é um indicador estável, já que está sujeito às variações do fluxo de compras do seu e-commerce. Em datas comemorativas, por exemplo, é provável que seu ROI seja maior porque as pessoas estão mais propensas a comprar.

Ações específicas, como uma campanha de links patrocinados, também podem potencializar seu retorno. Por essas e outras é que se torna imprescindível criar, constantemente, o contexto ideal para que seu ROI seja sempre maior do que o do período anterior.

Como maximizar o retorno?

Existem diversas maneiras de potencializar o ROI do seu e-commerce e obter um maior êxito nas vendas. Veja algumas das estratégias mais utilizadas:

#1 Descrição de produtos:

Cada vez mais os consumidores estão em busca de informações úteis e completas, que realmente ajudem na tomada de decisão na hora da compra.

Isso significa que, além das características dos produtos que o fabricante envia, você precisa falar também de seus benefícios, de como cada produto impacta na vida dos consumidores, que comodidades proporciona e como muda o dia a dia das pessoas. E tudo isso sem se esquecer do SEO (Search Engine Optimization), claro.

#2 Táticas de SEO:

E por falar em SEO, a otimização de todo o conteúdo do seu site para os mecanismos de busca atua diretamente no posicionamento do seu e-commerce diante da concorrência. E estar à frente nos resultados de busca do Google, a maior ferramenta de pesquisas atualmente, e de outros buscadores, traz muito mais oportunidades de vendas.

Por isso, as táticas de SEO são indispensáveis para potencializar seu ROI. Pense bem: quanto mais visitantes chegarem a seu e-commerce, maior conhecimento sobre sua marca e os seus produtos eles terão.

#3 Marketing de conteúdo:

Além de seguir as técnicas de SEO, outra forma de atrair consumidores é investir em conteúdo relevante, afinal, as pessoas costumam procurar informações na internet antes de finalizar uma compra. Um designer gráfico que esteja em busca de um novo notebook, por exemplo, definirá alguns requisitos para a escolha do produto, mas ainda assim buscará mais informações que o ajudem a tomar a melhor decisão.

Se você investir no marketing de conteúdo, isto é, na produção de conteúdo relevante, que ajude esse consumidor a comprar o melhor computador, você estará um passo mais perto de garantir a satisfação dele e, além disso, fidelizá-lo.

E falando em marketing, ele é fundamental para atrair e conquistar clientes, principalmente no comércio eletrônico, em que a vitrine é o conteúdo produzido pela marca. Aproveite e saiba mais sobre o tema no nosso e-book Marketing Digital para Empreendedores de E-commerce. No material, você vai aprender como se relacionar com os clientes e aumentar as vendas utilizando as soluções de marketing.

Faça o download gratuito do material agora mesmo. Basta clicar na imagem abaixo:

#4 Opções de pagamento:

A variedade de opções de pagamento online não para de crescer. E isso acontece exatamente porque há perfis de consumidores para todas elas. Por isso, contar com uma solução de pagamentos que abarque grande parte dessas alternativas é uma das melhores maneiras de fazer com que as pessoas efetivamente comprem de você.

Oferecer opções de pagamento como cartão de crédito, boleto bancário, transferência e débito automático, com variedade de bandeiras, é uma forma de atrair mais clientes e, consequentemente, garantir um ROI maior para seu e-commerce.

#5 Necessidade de monitoramento:

A verdade é que todos os internautas deixam muitos rastros na internet que podem ajudá-lo a aprimorar suas estratégias de marketing e vendas. Por isso, monitorar constantemente as interações de cada visitante com seu site, seu blog, suas redes sociais e demais plataformas é uma das melhores maneiras de conhecer a fundo seu público-alvo e descobrir como envolvê-lo e encantá-lo.

O propósito não é apenas fazê-lo comprar, mas fidelizá-lo. Afinal, um cliente que já comprou em uma loja tem 50% de chances de adquirir novos produtos e gastar até 31% a mais do que novos clientes, segundo pesquisa publicada pela Econsultancy, empresa especializada em coleta e análise de dados para marketing e e-commerce.

Nesse sentido, existem algumas métricas e indicadores que, como o ROI, são indispensáveis para que seu e-commerce esteja em constante evolução, oferecendo sempre o melhor para os visitantes, leads e clientes. Então anote aí:

  • Origem de tráfego: saber de onde seus visitantes vêm permite que você foque seus investimentos nas plataformas certas e, dessa maneira, torne suas estratégias de marketing mais eficazes.
  • Taxa de conversão: do total de visitantes que chegam a seu site, quantos deles se tornam clientes? Conhecer sua taxa de conversão ajuda a saber o quão eficiente seu marketing é, bem como se a plataforma do seu e-commerce é amigável, se o design agrada as pessoas e se é fácil comprar.
  • Taxa de rejeição: dos visitantes que chegam a seu site, quantos deles não vão em frente na navegação? A taxa de rejeição é importante para que você descubra por quais motivos as pessoas não finalizam as compras no seu e-commerce.
  • Custo de aquisição de clientes: quanto você investe para conquistar um novo cliente para seu e-commerce? Será que esse investimento vale mesmo a pena? O custo de aquisição de clientes é um dos indicadores mais importantes porque revela se você vem obtendo lucro ou prejuízo na captação de clientes.

#6 Testes A/B:

Assim como o perfil dos consumidores evolui, seu e-commerce também deve progredir, acompanhando as tendências de mercado para se manter competitivo. Mas como saber qual é o gosto do consumidor? Simples: realizando testes A/B! Esses experimentos são feitos para determinar qual estratégia é mais atrativa para o público, tornando seu negócio ainda mais interessante para os consumidores.

Se você costuma ter várias ofertas na sua página principal, por exemplo, experimente reduzir o número de elementos e dar destaque aos produtos que quer vender com mais urgência, como lançamentos, novidades ou, ainda, artigos que precisam sair do estoque.

Seguindo a mesma lógica, se o botão de comprar fica no topo da página do produto, tente trocá-lo de lugar ou, até mesmo, fazer um botão flutuante, que acompanhe a navegação do visitante. E se as cores do seu site são azul, laranja e branco, experimente alterá-las em uma data especial para ver como o público reage a essas mudanças.

Os testes A/B são a melhor forma de entender o comportamento dos visitantes do seu e-commerce e selecionar os elementos que realmente fazem a diferença na hora da compra, otimizando suas vendas e, consequentemente, aumentando seu ROI.

Analise e acompanhe o ROI no seu e-commerce

Como você viu, o ROI é um indicador que pode ser utilizado tanto para analisar o resultado de investimentos já realizados quanto para verificar a viabilidade de novos investimentos, oferecendo mais segurança na tomada de decisão. Por isso, não deixe de contar com esta ferramenta no seu e-commerce!

Se ficar com alguma dúvida sobre o assunto ou se precisar de ajuda para conquistar melhores resultados no seu e-commerce, deixe um comentário no espaço abaixo. A equipe da Wirecard está à disposição para ajudá-lo a melhorar seu atendimento e, consequentemente, vender sempre mais!

O que é e como funciona, na prática, a precificação dinâmica?

O e-commerce está em ritmo de crescimento e, diante do bom cenário, o que não falta são empreendedores investindo no setor e aumentando a concorrência. Assim, uma das preocupações dos lojistas deve ser assegurar que sua loja ofereça uma boa experiência ao cliente, o que inclui garantir os melhores preços. E neste sentido, a precificação dinâmica pode ser um diferencial!

Com essa ferramenta, é possível comparar os preços praticados pela concorrência e definir como sua empresa pode reagir para oferecer propostas ainda melhores ao cliente e aumentar vendas online. Quer saber como funciona? Acompanhe este post e saiba como aplicar a precificação dinâmica no seu e-commerce!

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O que é precificação dinâmica

Segundo a pesquisa E-commerce Trends 2017, os dois principais motivos que levam os clientes a dar preferência ao e-commerce são os preços mais baratos que os das lojas físicas, resposta de 74,2% dos entrevistados, e a facilidade de comparar preços e produtos, conforme 73,3% das pessoas que responderam à pesquisa.

Assim, não é novidade para nenhum lojista que, além do bom atendimento, os clientes buscam os melhores preços no comércio eletrônico e não abrem mão da comparação entre as lojas concorrentes. E é neste sentido que a precificação dinâmica tem se tornado uma das aliadas dos lojistas para driblar a concorrência e oferecer as melhores condições ao consumidor.

Ela funciona assim: um sistema automatizado compara os preços de determinado produto entre as lojas concorrentes e, a partir dessa análise, atualiza o preço na sua loja conforme critérios pré-definidos pelo lojista. Vamos a um exemplo:

Uma loja de eletroeletrônicos está comercializando um smartphone por R$ 899. O software faz o levantamento entre a concorrência e descobre que a média praticada no mercado é de R$ 869, uma diferença considerável para o cliente que busca a comparação. Assim, automaticamente, o sistema ajusta o preço na loja em questão para R$ 869, reduzindo o risco de perder a venda.

O contrário também ocorre: a loja pode vender uma televisão por R$ 1.200, enquanto a média da concorrência é de R$ 1.500. Neste caso, o sistema pode ajustar o valor para R$ 1.450, por exemplo, aumentando a margem de lucro enquanto ainda garante o melhor preço ao consumidor.

Como utilizar a precificação dinâmica

No nosso exemplo, falamos que o sistema ajusta o preço automaticamente conforme a análise da concorrência. Embora esse ajuste seja mesmo automático, ele não ocorre sem critérios: todos os parâmetros para comparação e correção de preços são definidos pelo próprio lojista.

Isso porque baixar o preço e manter a média da concorrência nem sempre é a estratégia mais eficaz. Imagine, por exemplo, que no caso do smartphone que usamos anteriormente a redução de R$ 30 possa impactar consideravelmente a margem de lucro da loja. Neste caso, poderia não valer a pena reduzir o preço para que ele alcançasse a média dos concorrentes, afinal, oferecer a melhor condição não pode significar prejuízo.

Neste sentido, é possível oferecer parâmetros ao sistema que permitam que ele não reduza ou aumente o preço para valores que podem impactar negativamente as operações. Voltando ao nosso exemplo, a loja poderia estabelecer um piso de R$ 880 para o smartphone, a fim de não comprometer as finanças do negócio.

Ao definir os parâmetros, também é possível aplicar outras estratégias, como, por exemplo, definir que todos os produtos podem ser vendidos até 5% mais em conta do que o preço praticado pela outra loja. O importante é entender que a precificação dinâmica não significa copiar o preço da concorrência, mas, sim, compará-lo e analisá-lo para, então, reagir conforme a estratégia do seu e-commerce.

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Diferença entre precificação dinâmica e precificação inteligente

Assim como a precificação dinâmica, outra ferramenta para manter a competitividade dos preços no e-commerce é a precificação inteligente. Porém, apesar de terem o mesmo objetivo, as duas táticas se diferenciam em sua aplicação e, por isso, é importante que o lojista entenda as diferenças entre as duas formas.

A principal delas é o uso das informações. Como vimos, a precificação dinâmica atua com os dados dos concorrentes. Já a precificação inteligente une as informações externas com as internas, como custos e despesas, volume de vendas e outros índices importantes.

Voltando ao exemplo da loja de eletroeletrônicos, imagine que os dados mostram que a página de determinado modelo de smartphone está sendo muito visitada, no entanto, as visitas não têm se convertido em vendas. Desta forma, a precificação inteligente poderia determinar, por exemplo, que o preço desse produto específico fosse alterado para atrair os clientes e aumentar a conversão.

Ou seja, a precificação inteligente une os dados comparativos em relação à concorrência com as informações internas da loja e que são fundamentais para otimizar a estratégia de precificação. Assim, é possível tanto respeitar os custos e despesas do negócio, focando no público-alvo e em produtos específicos, quanto alcançar os objetivos da empresa, como aumentar as vendas.

Neste sentido, em vez de se deter apenas à concorrência, a loja virtual passa a organizar sua própria estratégia de precificação, conduzindo os preços de acordo com as metas de negócio. De qualquer forma, vale ressaltar que as duas estratégias, precificação dinâmica e inteligente, garantem melhores resultados se utilizadas de forma conjunta e com análise contínua dos resultados.

Utilize estratégias de precificação em seu e-commerce

Como os dados sobre a preferência do consumidor mostram, a falta de preocupação com os preços não é nada promissora para nenhum e-commerce! Nesse sentido, adotar uma estratégia de precificação utilizando ferramentas que ajudam o lojista a garantir boas condições ao cliente sem comprometer as finanças é essencial. Por isso, avalie as suas necessidades e veja qual a melhor alternativa para aumentar vendas online.

E como vender mais é o objetivo de todo negócio, dicas e orientações nunca são demais. Por isso, indicamos que você leia o nosso e-book Como vender mais em seu e-commerce. Nele, você vai encontrar um compilados de boas práticas para aplicar no seu negócio. Para fazer o download, basta clicar na imagem. É gratuito!

E-book: Como vender mais em seu E-commerce

E na sua loja, já há uma estratégia de precificação? Comente abaixo sobre as suas experiências e compartilhe esse post com a sua equipe!

Atitudes importantes para separar finanças empresariais e pessoais

A loja precisava de novos produtos, mas João ainda não havia recebido o dinheiro pelas vendas anteriores e acabou investindo dinheiro próprio para comprar novas mercadorias. No mês seguinte, a mensalidade da escola do filho estava para vencer e ele tirou dinheiro do caixa da empresa para pagá-la. Alguma situação como essa já aconteceu com você no seu e-commerce?

Saiba que não fazer a separação entre as finanças empresariais e pessoais é um grande risco para a saúde financeira do seu negócio!

Prova disso é um estudo feito pelo Sebrae que indica que os principais erros que levam uma empresa à falência têm relação com a não execução de um planejamento prévio, a falta de um comportamento empreendedor do administrador do negócio e uma gestão empresarial ineficiente. E uma das falhas mais comuns é justamente não separar as próprias finanças e as da empresa.

Este erro é frequente principalmente em micro e pequenas empresas e em casos em que o negócio ainda não está consolidado. Assim, quando o empreendedor precisa investir na compra de um equipamento ou algum outro serviço para a empresa, tira o dinheiro do próprio bolso e, por vezes, fica com o orçamento pessoal comprometido.

Por outro lado, o contrário também acontece e há situações em que o proprietário tira o dinheiro da empresa para pagar contas pessoais.

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Apesar de parecer uma solução prática para resolver os problemas que envolvem as finanças empresariais e pessoais, misturar as duas coisas não dá certo, principalmente, porque o empresário acaba não tendo uma organização eficiente sobre as despesas e o lucro da empresa e, às vezes, nem mesmo sabe qual é o dinheiro que está entrando e saindo do negócio.

E, assim, sem saber qual é a atual situação financeira da empresa, ele pode comprometer não apenas o pagamento das despesas, mas também o salário dos funcionários. Sem contar que há grandes chances de serem tomadas decisões erradas para o futuro do negócio, afinal, não há um panorama fidedigno das finanças.

Como separar as finanças empresariais e pessoais

Diante desse contexto, fica claro que é urgente separar as finanças empresariais das pessoais, porém, esta é uma questão que não se resume apenas a parar de utilizar o dinheiro da empresa para assuntos particulares e vice-versa. Há várias ações que podem contribuir para que os seus recursos sejam melhor administrados, como veremos a seguir.

1 – Faça uma análise das finanças empresariais e pessoais:

O primeiro passo para separar o dinheiro que é da empresa do recurso que é pessoal é saber exatamente quais são as despesas de cada um e quanto seu e-commerce tem lucrado. É importante, então, fazer uma análise financeira de tudo, colocando cada detalhe no papel.

Uma forma simples de fazer isso é abrir três tabelas em seu computador. Na primeira, preencha os seus gastos mensais pessoais, como mensalidade da escola dos filhos, contas fixas, como energia elétrica e telefone, e outras despesas.

Na segunda, coloque todos os custos que têm relação com a empresa, como o pagamento dos funcionários, compra de produtos, serviços terceirizados, entre outros. Já na terceira, coloque as informações sobre as receitas da sua empresa, isto é, quanto ela tem recebido por mês.

Comparando essas informações, você pode ter um panorama de como está a situação financeira do seu negócio, ou seja, se ele está obtendo lucro ou não, independentemente das suas despesas pessoais.

É claro que tanto os custos como a própria receita podem sofrer variações mensais. No entanto, esse diagnóstico pode dar uma dimensão do momento das finanças, o que é fundamental para colocar em prática algumas outras dicas, que apresentaremos a seguir.

2 – Defina seu pró-labore:

Todo o lucro da empresa é o salário do seu proprietário, certo? Errado! E esse é outro grande problema quando se trata de não separar o dinheiro que é do negócio daquele que é do empresário.

O lucro da empresa não deve ficar com o seu proprietário, pois ele deve ser utilizado para garantir o capital de giro do negócio e fazer novos investimentos, por exemplo.

Por isso, para não misturar o lucro com o rendimento do empresário, é importante definir o seu pró-labore, ou seja, o “salário” do proprietário pela função que ele exerce no empreendimento.

Esse salário deve ser estabelecido de acordo com o que a empresa pode pagar e conforme a referência do salário pago pela mesma função em outros negócios do mesmo setor e porte. Além disso, para chegar ao valor do pró-labore pense em quanto você pagaria a um funcionário que executasse as mesmas funções pelas quais você é responsável hoje.

Caso a sua empresa tenha colaboradores, é indicado estipular um valor maior do que o salário dos seus colaboradores, pois esse aspecto é avaliado em fiscalizações que verificam divergências em relação ao pró-labore.

Lembre-se também que há impostos que incidem sobre o pró-labore e que este valor deve ser sempre registrado na contabilidade da empresa para fins de fiscalização.

3 – Mantenha contas bancárias separadas:

Imagine, por exemplo, que você precise fazer um investimento muito alto para o e-commerce e acabe tirando quase todo o dinheiro de uma conta única, sem perceber que ficou sem recursos para fazer as compras do mês em casa. Ou que há vários meses você vem pagando a parcela de um carro e agora não tem mais recursos para comprar novos produtos para a empresa. Complicado, não é verdade?

Assim, embora não seja uma obrigação legal, indica-se que os recursos da empresa e os do proprietário sejam mantidos em contas bancárias separadas para evitar este tipo de confusão. Além disso, as contas separadas também podem facilitar o cumprimento das obrigações com o Fisco, já que fica mais simples comprovar a receita pessoal e a da empresa.

Outro benefício é que ao utilizar uma conta jurídica é possível contratar serviços com tarifas mais baixas do que as ofertadas para pessoas físicas.

Alguns exemplos são os empréstimos e financiamentos, que, geralmente, têm taxas de juros menores para pessoas jurídicas, e serviços como os de telefonia e internet, que costumam ter planos mais baratos para empresas. Porém, utilize a conta jurídica quando esses serviços forem realmente destinados à empresa.

4 – Separe as atividades pessoais das empresariais:

Além de desassociar o dinheiro utilizado pela empresa e por seu proprietário, também é importante separar outras atividades que podem acabar se misturando na rotina do empreendedor e, consequentemente, impactar financeiramente as duas contas.

É indicado, por exemplo, que o proprietário não utilize o seu carro e espaço pessoal para realizar as tarefas da empresa, mas que tenha um veículo próprio para o negócio. Isso porque ao gastar combustível para ir até um cliente ou fornecedor, por exemplo, esse valor, assim como outros aspectos, como a depreciação do veículo, devem ser contabilizados como despesas da empresa, não do empresário.

É claro que nem sempre isso é possível, principalmente quando se tratam de negócios em crescimento, em que ainda não é viável investir em um veículo ou espaço próprio para a empresa.

Se esse for o seu caso, busque contabilizar as despesas de outra forma, colocando na tabela de custos da empresa o combustível que você utiliza em seu carro pessoal para desempenhar as tarefas do seu trabalho, por exemplo.

Pensando desta mesma forma, atividades pessoais também não podem fazer parte da rotina do negócio. Não é indicado, por exemplo, que o empresário utilize o tempo do contador da sua empresa para que ele faça a sua declaração de Imposto de Renda pessoal ou que peça a um funcionário para realizar suas tarefas particulares, como o pagamento de contas.

Isso porque é a sua empresa que está pagando pelo tempo desse colaborador e não você como pessoa física. Assim, as despesas acabam se misturando, mesmo que não envolvam o dinheiro diretamente naquele momento.

5 – Tenha a tecnologia como aliada:

Na realidade do e-commerce, outra possibilidade para separar corretamente as finanças empresariais das pessoais é utilizando um sistema de pagamento eficiente.

Isso porque uma solução como essa ajuda o empreendedor a contabilizar de maneira eficaz o que entrou na conta da empresa e, assim, permite uma melhor distinção entre o que é dele e o que é do negócio. Para isso, você pode contar com as soluções da Wirecard que facilitam o recebimento de pagamentos do seu e-commerce, melhorando a experiência de compra dos seus clientes.

Nosso sistema de pagamento online oferece a alternativa de reunir todas as transações e gerenciá-las de forma unificada. E centralizar tudo em um único lugar é um grande diferencial na hora de organizar as contas, melhorando sua gestão financeira empresarial como um todo.

Planejamento é o X da questão!

Manter as finanças empresariais e pessoais juntas pode parecer uma atitude prática na rotina diária, mas, como vimos, traz diversos prejuízos em curto e longo prazos tanto para o negócio como para o empreendedor.

Por isso, é importante manter contas separadas, definir o pró-labore, desassociar as atividades pessoais das empresariais e buscar manter as contas da empresa organizadas para saber como anda a saúde financeira do e-commerce. Assim, as chances do seu negócio ser um sucesso são ainda maiores!

Nesse sentido, o planejamento financeiro do seu e-commerce é um importante pilar para que ele se desenvolva de maneira sustentável. Para saber mais sobre o assunto, assista ao webinar Planejamento Financeiro para o E-commerce e saiba como realizá-lo de modo eficiente:

Como criar um fluxo de caixa rentável e garantir o sucesso do seu negócio

Como criar um fluxo de caixa que ajude o empreendedor a aproveitar o bom momento que o e-commerce brasileiro vive?

Em 2017, o setor cresceu 12% em relação ao ano anterior e o faturamento está na ordem de R$ 59,9 bilhões, segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) e os números só aumentam. Ainda assim, qual é o segredo dos lojistas virtuais que ajudam a alavancar esses números no país? 

Não é fácil projetar um futuro para o seu negócio com segurança para seu negócio se você não domina seus recebíveis. A possibilidade de receber pagamentos parcelados e sem juros e o recebimento pelos produtos ou serviços oferecidos via boleto bancário, débito online e cartão de crédito contribuem para o descontrole do empreendedor em relação ao que entra e sai do caixa.

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Então, compreender o conceito e saber como controlar o fluxo de caixa é essencial para gerir suas receitas e as despesas. Vamos ver como estruturar um plano de contas e ter disciplina na hora de registrar e acompanhar todas as movimentações financeiras. No final do artigo vamos disponibilizar uma planilha para que você coloque tudo o que aprendeu aqui em prática.

O plano de contas

Construir um plano de contas significa separar as entradas e as saídas de recursos em categorias diferentes para saber exatamente quais são as administrativas, as comerciais e as financeiras, facilitando, assim, sua organização. Fica muito mais fácil analisar os dados e obter um demonstrativo de fluxo de caixa, que deve conter: saldo inicial, as entradas e as saídas, o saldo operacional e o saldo final.

Assim, o empreendedor será capaz de compreender o impacto de gastos futuros no caixa da empresa, conseguirá evitar saldos negativos e vai entender melhor a origem e o destino do dinheiro em caixa.

Como criar um fluxo de caixa rentável no e-commerce

No Dia das Mães deste ano o faturamento do e-commere foi de R$ 2,11 bilhões, 12% a mais em comparação ao mesmo período de 2017, conforme monitoramento da Ebit. E, de acordo com estimativas, essa data deve corresponder a 4% do montante faturado pelo e-commerce durante todo o ano, perdendo apenas para Natal e Black Friday e empatando com o Dia dos Pais. Ou seja, esteja preparado para acompanhar este crescimento.

A primeira coisa a se fazer para criar um fluxo de caixa no e-commerce, então, é conseguir visualizar todas as obrigações financeiras de sua loja virtual. Você deve iniciar fazendo um registro de despesas, ou seja, uma lista de tudo o que a empresa tem a pagar, como publicidade, direitos de software, hospedagem do site, empréstimos e fornecedores, e depois colocar cada item dentro da respectiva categoria do plano de contas. Dessa forma, saberá muito mais facilmente para onde estão indo seus recursos, o que elimina o risco de eventuais confusões e, consequentemente, de ter prejuízo.

Depois do registro das despesas, é a vez de projetar a renda. É muito comum que todo e-commerce apresente flutuações em suas vendas, principalmente por conta da sazonalidade. Assim, outra ação que auxilia na hora de fazer projeções é analisar cenários do passado.

Em alguns casos, as vendas da mesma semana do ano anterior estarão muito mais próximas do presente do que aquelas realizadas em um período imediatamente anterior. Uma dica importante é se manter conservador nas projeções para evitar surpresas ruins.

Após ter identificado todas as despesas e ter projetado a renda, é preciso conectar as informações para obter o fluxo de caixa. Construa uma planilha de acordo com o plano de contas do seu negócio. Indique nela as entradas e as saídas de modo que se saiba claramente para onde foi e de onde veio cada recurso.

Por fim, saiba que o fluxo de caixa é uma ferramenta flexível. Ela pode e precisa ser constantemente atualizada após cada movimentação financeira. Esta prática tornará a gestão da loja virtual muito mais eficiente e segura, tendo em vista que seu administrador saberá exatamente quando poderá contar com determinados recursos.

Dicas importantes sobre gerenciamento 

O empreendedor deve, em primeiro lugar, determinar um período no qual irá pautar sua gestão do fluxo de caixa. Como cada empresa tem um modo diferente de funcionar, esse período vai variar – diário, semanal ou mensal – de acordo com as necessidades do negócio.

Ele deve também procurar manter uma disciplina rigorosa no registro de todo e qualquer gasto. Mesmo que não se perceba tão claramente, pequenos gastos, quando somados, podem representar um grande desfalque no caixa. É interessante, para facilitar, deixar um espaço para registar despesas fixas e outro para despesas periódicas.

Adotar algum sistema para identificar mais facilmente as receitas e as despesas, como indicá-las em cores diferentes, pode até soar simplório, mas realmente ajuda na hora de visualizar o fluxo de caixa. Ter as informações bem dispostas e visualmente acessíveis facilita bastante durante a correria do dia a dia.

Outra dica diz respeito ao gerenciamento do estoque. Ter um estoque organizado evita que alguns produtos fiquem parados enquanto outros faltem. No caso de algum erro nesse processo, é indicado pensar na realização de promoções para estimular a venda dos produtos que estão empacados.

O gestor do e-commerce pode ainda optar por algum software para gestão do fluxo de caixa. Com ele, além de otimizar processos e ganhar tempo, deixará o negócio menos sujeito a erros, o que significa mais estabilidade e rendimentos.

Como otimizar gastos e controlar as contas

Algumas ações podem ajudar na gestão de como criar um fluxo de caixa, facilitando os processos relacionados a ele e, consequentemente, melhorando os ganhos. Estas ações são divididas entre aquelas que o empreendedor pode obter internamente, outras que pode conseguir com os clientes e, ainda, algumas que irá buscar em seus fornecedores. Vamos conhecê-las!

Ações internas

  • Antecipe os impostos: procure deixar uma parte do capital separada para os impostos. Isso evita burocracias desnecessárias e até mesmo multas;
  • Reduza seu estoque: você pode optar por um sistema automatizado de controle de estoque, ou ainda, pensar em promoções para eliminar produtos que não estão saindo muito;
  • Negocie os pagamentos: pagamentos como o aluguel, por exemplo, podem ser parcelados em duas vezes para que seu caixa não fique sem dinheiro;
  • Diminua custos em geral: selecione custos que podem ser diminuídos sem que isso prejudique a qualidade do que você oferece. Por exemplo: no caso de uma máquina que você não usa frequentemente e é muito cara, opte somente por alugá-la quando precisar;
  • Negocie taxas: procure manter sempre o pagamento de seus empréstimos em dia, para ter poder de barganha e negociar diminuição de taxas.

Ações junto aos clientes

  • Aumente os preços: é claro que preços altos podem afugentar os clientes. Nossa dica é para você ficar atento ao preço da concorrência, para não acabar cobrando um valor abaixo do normal e ter prejuízo;
  • Dê alternativas para o pagamento: quanto mais opções de pagamento o cliente tiver, menores serão as chances de inadimplência;
  • Aumente as vendas à vista: pagamentos à vista são bons para todo mundo. Sua loja já tem a certeza do dinheiro em caixa e o cliente tem possibilidade de conseguir um desconto;
  • Verifique o crédito: mesmo sendo uma parte chata, é de extrema importância averiguar se o cliente possui algum tipo de restrição que torne sua compra menos confiável.

Ações junto aos fornecedores

  • Consiga descontos: barganhar é fundamental no mundo dos negócios. Procure conhecer bem seus fornecedores e descobrir qual a melhor forma de conseguir comprar mais, pagando menos;
  • Mantenha um bom relacionamento: além de ajudar nos descontos, uma boa relação garante também uma maior flexibilidade de pagamentos e prazos. Isso sem falar na confiança, que é indispensável para o sucesso do negócio;
  • Procure fornecedores alternativos: é essencial poder contar com mais de um fornecedor. Assim, você terá maior capacidade de negociação e mais oferta de serviços para analisar e escolher.

Fluxo de caixa para garantir bons resultados

Sabemos que nem todas as empresas fazem bom uso do fluxo de caixa, agindo como se fosse uma ferramenta menos importante do que tantas outras utilizadas na gestão de um negócio. Mas não se deixe enganar! Aproveite todo e qualquer momento que tiver para organizar este item e perceba como será mais fácil atingir os objetivos e medir os resultados da sua empresa.

Esperamos que este artigo de fato ajude você a entender como criar um fluxo de caixa rentável para o seu e-commerce. Os desafios diários são enormes e exigem muita disciplina para administrar com sucesso uma loja virtual. Então, coloque nossas dicas em prática e tenha certeza de conquistar importantes benefícios para o seu negócio.

Para facilitar, comece utilizando nossa Planilha Modelo de Fluxo de Caixa em sua gestão. Com ela, você obterá melhor controle dos seus recursos. Clique na imagem abaixo para fazer o download gratuito:

 

E como é importante que o dinheiro entre para que o fluxo de caixa seja realizado, lembre-se da importância de contar com um sistema de pagamento que garanta que as transações sejam processadas com segurança e transparência. A solução do Wirecard, por exemplo, permite que seu e-commerce receba por meio de cartões de crédito, débito online e boleto registrado com apenas 1 contrato e 1 integração.

Para saber mais, entre em contato conosco!

5 Dicas sobre como administrar finanças empresariais com sucesso

Fazer uma boa gestão financeira do e-commerce é essencial para que o negócio possa crescer. Porém, o que parece simples na teoria pode ser difícil de colocar em prática, especialmente por estarmos lidando com um modelo de negócio relativamente novo. Muitas vezes, o empresário precisa aprender a como administrar finanças ao mesmo tempo em que precisa lidar com aprendizados de  tecnologia e outros detalhes do universo online ou mais relacionados ao e-commerce.

Nesse contexto, é comum que alguns erros sejam cometidos e, o pior, não tenham seu real impacto analisado nos negócios. O problema é que tudo isso pode ser fatal, como indica uma pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) ao mostrar que metade das empresas fecha as portas antes de completar 5 anos e que, entre as causas para isso, segundo o Sebrae, está o descontrole em relação às finanças.

Especificamente em relação aos e-commerces, como já falamos aqui no blog, cerca de 80% fecham as portas antes dos 18 meses de vida. E é justamente para ajudar você a fugir das armadilhas relacionadas à gestão financeira do seu negócio que estamos aqui. Neste artigo, separamos 5 dicas infalíveis sobre como administrar finanças corretamente e, assim, garantir o sucesso da sua empreitada.

#1 Planejamento é fundamental para administrar as finanças:

Se existe uma palavra-chave quando falamos sobre como administrar finanças do e-commerce, essa palavra é planejamento! Abrir uma empresa ou mesmo gerenciá-la ao longo do tempo sem entender qual é a sua capacidade de investimento, quais são seus prováveis custos e despesas e quando se pretende faturar em determinado período significa dar chance ao azar.

É claro que esses números podem sofrer variações, mas é preciso estimar esses dados para não ter surpresas que possam colocar seu negócio em risco. Nesse sentido, é importante lembrar que a área financeira está ligada diretamente a todos os outros setores e que, por isso mesmo, é preciso ter um bom planejamento também em relação a eles.

O empreendedor precisa saber, por exemplo, qual é a previsão de vendas dos seus produtos para ter uma estimativa dos gastos e de quanto será o faturamento, aspectos que influenciam diretamente a parte financeira do e-commerce.

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#2 Misturar as finanças pessoais com as empresariais não é uma boa ideia:

Infelizmente, ainda é comum que empreendedores tenham uma mesma conta para os recursos pessoais e os da empresa, usando dinheiro próprio para pagar despesas do e-commerce e vice-versa. Ou, ainda, recolhendo o lucro da empresa para si mesmo, como se fosse seu salário.

Embora pareça uma prática inofensiva, essa postura pode prejudicar tanto o caixa da empresa quanto o bolso do seu proprietário, além de pôr em risco todo o planejamento elaborado para as finanças do negócio. Por isso, é importante separar as contas e estabelecer o valor do pró-labore do empreendedor, isto é, definir o seu salário.

Isso porque, apesar do que muitos pensam, o lucro que a empresa alcança em um determinado período não é o salário do seu proprietário. O lucro serve para garantir novos investimentos e fazer melhorias na gestão da empresa e, por isso, deve ter como destino a conta empresarial. Já ao dono do e-commerce cabe estipular o pró-labore como remuneração pelas funções que exerce.

#3 É preciso entender os conceitos sobre como administrar finanças:

Você sabe o que é fluxo de caixa, ponto de equilíbrio e capital de giro? Não entender esses e outros conceitos e como eles influenciam o negócio é um dos erros mais comuns dos empreendedores e que, consequentemente, pode impactar a análise sobre a gestão financeira.

 

Para garantir que tudo esteja na ponta da língua, confira os principais termos utilizados quando falamos em como administrar finanças:

Faturamento: é o termo utilizado para denominar o total de recursos arrecadado pela empresa em um determinado período. Não deve ser confundido com o lucro.

Despesas e custos: são os gastos com a manutenção do negócio, abrangendo salários, manutenção de equipamentos e serviços terceirizados de marketing e logística, por exemplo.

Lucro: é o valor que se refere ao saldo positivo do negócio após o desconto de todos os gastos. É o valor que resta do faturamento após descontadas as despesas e custos.

Capital de giro: é o recurso necessário para manter a operação da empresa. Além dos custos e despesas, deve levar em conta características como manutenção de estoque e vendas a prazo.

Ponto de equilíbrio: é quando as despesas da empresa equivalem à sua receita, ou seja, quando a empresa já consegue “pagar” a sua operação. Porém, ainda sem lucro.

Fluxo de caixa: refere-se à movimentação financeira da empresa, ou seja, suas despesas e receitas. Para que o fluxo de caixa possa funcionar de forma eficiente, é importante que toda despesa e receita, por menores que sejam, fiquem registradas, oferecendo um panorama completo e fidedigno do negócio.

O fluxo de caixa é importante pois oferece informações para que o empreendedor faça uma análise completa da situação do negócio. Imagine, por exemplo, que a empresa faturou R$ 50 mil a mais em um determinado mês em relação ao período anterior. Parece um bom resultado, não é? Porém, o fluxo de caixa pode mostrar que, ao mesmo tempo em que o faturamento aumentou, as despesas também cresceram, propiciando uma análise mais assertiva sobre o negócio.

Para ter clareza em tudo isso, utilize a planilha Modelo Fluxo de Caixa elaborada pelos especialistas da Wirecard. Com ela, você conseguirá obter melhor controle financeiro do seu negócio e, consequentemente, poderá focar em estratégias de vendas mais assertivas. Clique no botão abaixo e baixe gratuitamente:

 

 

#4 Saber gerir os custos é essencial:

A gestão de custos tem papel fundamental na manutenção da saúde financeira de uma empresa. Afinal, os custos têm impacto sobre várias atividades, como a formação de preços e a elaboração do orçamento empresarial e, por isso, devem ser levados a sério quando falamos em como administrar finanças em um e-commerce.

Para começar, é preciso ter em mente que os custos dividem-se em variáveis e fixos. Os primeiros são aqueles relacionados ao que é gasto para comercializar o seu produto ou serviço, como impostos sobre mercadoria e comissão de vendedores, por exemplo. Já os segundos dizem respeito aos gastos recorrentes, como pagamento de contas, de fornecedores e de funcionários.

Sabendo disso, faça sempre um registro de todos os gastos do seu e-commerce. Com esse controle, você conseguirá identificar investimentos desnecessários ou outros pontos que mereçam uma atenção especial para resultarem em mais qualidade e, é claro, em mais vendas.

Uma boa forma de manter tudo sob controle é estabelecer um calendário mensal e, por meio dele, acompanhar as informações que influenciarão nas suas tomadas de decisões. Imagine, por exemplo, que os custos não estejam sendo calculados corretamente e o preço do produto que você comercializa esteja abaixo ou acima do que deveria estar. Nos dois casos há problemas: se o preço não está pagando pelos custos, você está tendo prejuízo. Já se ele estiver acima do que deveria, pode não ser competitivo em relação aos concorrentes.

Sobre isso, inclusive, temos mais uma recomendação: um e-book que preparamos com dicas valiosas para ajudar a reduzir os custos do seu e-commerce. Clique no botão a seguir e leia mais sobre como reduzir seus custos:

 

#5 Investir em tecnologia é um bom negócio:

Gerenciar as finanças do e-commerce não é tarefa fácil, mas o empreendedor não precisa fazer isso sozinho. Atualmente, existem várias soluções automatizadas que podem apoiá-lo neste desafio. Um exemplo são os softwares que oferecem funcionalidades que facilitam a gestão de custos, o fluxo de caixa e a análise sobre o panorama do negócio.

Assim, ninguém precisa passar horas preenchendo planilhas ou gerenciando a empresa com lápis e papel na mão. No caso dos e-commerces, por exemplo, os sistemas de pagamento online podem simplificar a rotina, já que com eles é possível unificar os dados sobre as transações, tornando mais fácil o controle financeiro.

Quando o assunto são as finanças do e-commerce, todo cuidado é pouco

Administrar as finanças de uma empresa pode ser trabalhoso, mas é essencial para manter a saúde do negócio e possibilitar seu crescimento. Por isso, é importante que o empreendedor dê atenção especial ao planejamento dessa área, que saiba separar as suas finanças pessoais daquelas da empresa, que entenda os conceitos e a importância da gestão de custos e que invista em tecnologia para apoiá-lo nessa administração. Dessa forma, fica muito mais fácil gerir os recursos e investir com segurança!

Esperamos que este artigo auxilie você sobre como administrar finanças do seu negócio e, consequentemente, faça ele crescer e se consolidar no mercado. Aproveitando, convidamos você a assinar a newsletter do Blog da Wirecard e continuar acompanhando as novidades do mercado de e-commerce.

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