Quais são as quatro etapas do ciclo de vida do produto (CVP)?

Existem quatro etapas no ciclo de um produto ou marca. Conhecendo o ciclo de vida do produto, você pode gerenciar estrategicamente a sua marca.

O que é o ciclo de vida do produto?

O ciclo de vida do produto é o período pelo qual todo produto passa desde a introdução no mercado até o seu declínio. Assim como passamos por diferentes fases da nossa vida, como a infância, a adolescência e a vida adulta, os produtos e marcas também passam por diferentes fases no mercado.  

De acordo com o modelo de ciclo de vida do produto (CVP) as quatro etapas para descrever a trajetória de um produto ou marca são: introdução, crescimento, maturidade e declínio.

Antes de tudo, é preciso salientar que nem todos os estudos de marketing aceitam este conceito sem certas críticas ou oposições. Isto se deve ao fato que o modelo de ciclo de vida  não prevê a dimensão de cada fase.

Além disto, não há uma precisão de quando ou em qual “idade” o produto ou marca entrará em cada ciclo. Também existe a possibilidade que alguns produtos, dependendo das estratégias de gerenciamento, pulem alguma etapa.

De fato, percebe-se que muitas marcas nunca entraram em declínio, assim como tantas outras nem chegaram à maturidade.

Por outro lado, o modelo de ciclo de vida é eficaz ao mostrar que marcas gerenciadas com sucesso geralmente se tornam mais lucrativas durante as fases de crescimento e maturidade.

Portanto, um empresário ciente de que a sua marca encontra-se em uma destas fases poderá por meio de ações estratégicas criar formas eficientes de intensificar estes ciclos para obter um maior retorno do seu investimento (ROI).

As fases do ciclo de vida do produto: da introdução no mercado ao declínio:

Quando se abre uma empresa e se cria uma marca, tudo que o empreendedor deseja é lançar um produto bem-sucedido e obter lucros por meio de vendas. Em toda a trajetória de uma marca há altos e baixos. Mas como entender este processo e o modelo de ciclo de vida de um produto na prática?

Durante a fase de introdução, por exemplo, os esforços devem se direcionar para a realização de uma efetiva campanha promocional e publicitária. É neste ciclo que o marketing deve se destinar a aumentar a conscientização sobre o novo produto e conquistar os primeiros clientes.

Dependendo da natureza do produto, ele terá um preço alto para que seus custos de desenvolvimento possam ser recuperados rapidamente ou ter um preço promocional para incentivar seu consumo e facilitar a sua aceitação no mercado.

Acompanhe-nos neste artigo e entenda cada um dos ciclos. A princípio, você perceberá que cada fase exigirá diferentes ações de marketing para maximizar a rentabilidade do produto.

#1 Fase da introdução:

Esta é a primeira fase após o lançamento na qual a empresa lança seu produto no mercado e começa a vendê-lo. Nesta etapa, o produto deverá estar disponível no mercado para todos os clientes.

Em suma, é neste ciclo que o empreendedor investirá um maior orçamento em marketing e publicidade na divulgação da marca, porque este é o primeiro estágio do produto no mercado.

Embora a empresa tenha mais custos em função do lançamento do produto estar disponível e sendo comercializado no mercado, nem sempre a receita é suficiente para cobrir todas as despesas.  

Desta forma, o que se espera é o produto comece a cobrir as despesas e custos e o empreendedor.  Antes de introduzir o seu produto no mercado, lembre-se de proteger os seus negócios com o registro de marca.

Caso contrário, antes mesmo de seu produto alcançar o estágio de maturidade, você corre o risco de surgir marcas iguais ou similares no mercado. Uma marca registrada lhe dará mais fôlego e subsídios para avançar para as próximas etapas.

#2 Estágio de crescimento:

Após a introdução do produto no mercado, inicia a etapa intitulada estágio de crescimento. Nesta etapa, a empresa obterá a resposta do cliente em relação ao seu produto ou marca.

Mas como perceber que o produto se encontra neste estágio? Se a empresa notar que os clientes estão apreciando o produto e adquirindo com mais frequência ou em maior volume, produto está mudando para o estágio de crescimento.

No entanto, neste ciclo ainda será necessário investir bastante em publicidade e marketing, porque o produto precisa de apoio para se destacar diante da concorrência. É nesta etapa que o produto se tornará o carro-chefe da do negócio e começará a gerar novos lucros. Ou seja, o produto estará cobrindo todos seus custos e despesas.

Com feedback, suporte e gerenciamento adequados em termos de publicidade e promoções, o produto chegará de forma rápida e bem-sucedida ao estágio da maturidade.

#3 Estágio de maturidade:

Neste ciclo, o produto já conquistou seu status no mercado e mantém a sua posição no topo.  Portanto no estágio de maturidade, o produto terá alta participação no mercado e continua gerando lucros à empresa em maior volume.

A lucratividade é maior em função do baixo investimento que será necessário para a divulgação, visto que o consumidor já está familiarizado. O marketing consistirá em ações direcionadas apenas a manutenção e suporte.  

#4 Estágio de declínio:

O ciclo ou fase de declínio acontece quando o produto ou marca depois de muito tempo desfrutando de lucro e vendas, cai no mercado. Os fatores para que isso aconteça são os mais diversos.

Geralmente, nesta fase os clientes mudam suas preferências e mudam para outro produto. Em razão disso, as vendas caem e, consequentemente, o lucro também.

Para os especialistas em marketing, neste estágio, o empreendedor não deve investir mais recursos neste estágio. É o momento de criar ou transformar outros produtos mais eficientes e mais ligados às necessidades dos clientes. No caso de uma marca, é preciso reinventá-la.

*Bônus: estratégias para intensificar a fase de maturidade:

O estágio de maturidade do ciclo de vida do produto é bastante desafiador, pois as vendas atingem seu pico e o mercado fica saturado. Para que o seu produto mantenha-se um bom tempo no mercado, ou seja, prolongue a fase de maturidade, você pode tomar algumas precauções.

Nesta etapa, é preciso buscar formas inovadoras de tornar seu produto mais atraente para o consumidor. A primeira delas é adicionar novos recursos ou atualizar o produto. Paralelo a isso, faça promoções para atrair clientes que costumam utilizar uma marca da concorrência.

E, lembre-se sempre, será a sua estratégia de marketing que definirá o tempo de cada ciclo ou será responsável por interromper o período de vida bem-sucedido do seu produto. Algumas marcas, por falta de planejamento, vão da introdução direta ao declínio. Por outro lado, algumas desconhecem a última fase.

Por que 80% dos e-commerces abrem falência antes de 18 meses?

A jornada do empreendedor nem sempre (ou quase nunca) é simples. O ato de empreender é desafiador e esses desafios levam a cerca de 80% dos e-commerces a fecharem as portas antes dos 18 meses de vida. Sim, o número é assustador.Mas mesmo com esse dado impressionante, o setor não para de crescer, só em 2017 o crescimento foi de 12%,e a perspectiva de crescimento em 2018 é de 15%.

Marketing: o calcanhar de Aquiles dos novos negócios:

Sua página pode ser bonita, bem construída e oferecer produtos interessantes e inovadores. Se você não é visto ou não é encontrado nas pesquisas, não vende. Talvez o Marketing não seja a alma do negócio, mas é o que faz brilhar os olhos do seu cliente, e esses sim são janelas para o seu sucesso.

Para você ter uma ideia, 106 milhões de pessoas (boa parte da população brasileira) utiliza a internet em alguma etapa do processo de compra. A maior parte das pesquisas ocorrem no pré e no pós-venda, e mais de 65% das pesquisas são realizadas no Google e em redes sociais.

Para que o seu e-commerce tenha um marketing bem estruturado, você deve focar seus esforços em três pontos:

  • Construa o seu site com base em SEOEssa dica é super importante, pois se você usa corretamente as dicas de SEO, ou Otimização para Buscas, pode fazer com que seu site ganhe destaque orgânico no Google, ou seja, ele aparecerá primeiro nas pesquisas e será encontrado mais facilmente.
  • Crie conteúdo relevante para o seu público alvo – Hoje em dia, o consumidor quer que você seja mais do que uma marca, ele busca um relacionamento que pode ser construído por meio de conteúdos relevantes. Então, invista no conteúdo e crie conexão com sua persona. Leia o nosso texto “As melhores práticas de Marketing de Conteúdo para e-commerces” e saiba mais sobre como funciona o Inbound Marketing.
  • Faça publicidade – É necessário que, no seu planejamento, você reserve parte do seu dinheiro para investir em campanhas pagas no Google e nas redes sociais. Conforme falamos anteriormente, 65% dos brasileiros que passam pela internet em algum ponto do fluxo de compra são focados nesses canais. E você com certeza quer morder uma parte desse montante, não deixe de investir nesses canais.

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O perigo mora no caixa, ou melhor: No Fluxo do Caixa:

Segundo o Sebrae, 50% dos pequenos empresários brasileiros não sabe dizer se têm lucro ou prejuízo em seus negócios. Esse dado esclarece que grande parte das empresas fecham por falta de uma gestão de recebíveis adequada…

O fluxo de caixa serve para controlar sua movimentação financeira, registrando toda a entrada e saída de dinheiro. É importante que você tenha ferramentas que ajudem a controlar todas as movimentações do seu negócio: vendas, chargebacks, pagamento de salários e fornecedores, aplicações, empréstimos bancários. Sem essas informações em mãos, o seu negócio estará às cegas e completamente vulnerável a falência.

planilha modelo fluxo de caixa

Os ERPs são uma boa saída para quem tem pouca experiência e precisa de ajuda na gestão do negócio. São softwares que integram dados e processos de sua organização em um sistema único. Além disso, você pode utilizar a API de Conciliação Financeira do Wirecard, que oferece benefícios como: conferência de taxas de serviço, avisos de cancelamentos, controle de fraudes (Chargebacks) e antecipações de recebíveis, além de otimizar o seu tempo.

Empréstimos nem sempre são uma boa saída:

Outro erro comum entre os empreendedores digitais, é a solicitação de empréstimos bancários para demandas pontuais: Como a compra de materiais para épocas sazonais pertinentes ao seu negócio ou pagamento de fornecedores. O grande mal dos empréstimos bancários é o alto custo dos juros aplicados e a falta de flexibilidade para a solicitação e pagamento dos valores adquiridos.

Uma saída para os empreendedores que possuem o Wirecard como meio de pagamento online é a possibilidade de realizar antecipações imediatas de recebíveis, e tudo isso acontece sem a necessidade de contato ou direcionamento de um gerente de contas. O cliente pode solicitar a antecipação diretamente na Conta da Wirecard, de maneira self-service.

O sistema escolhe dentre as transações futuras aquelas que estão mais próximas do pagamento, fazendo com que você tenha sempre a opção mais barata. Com isso você pode comparecer com seus compromissos financeiros pontuais pagando uma taxa bem menor do que seria caso fizesse um empréstimos bancário. Também existe a facilidade de demandar esse serviço de acordo com as suas necessidades.

Planeje o seu negócio:

Muitos se aventuram em empreender pela internet, pois acreditam ser um meio simples e fácil de se conseguir vendas, mas acabam por ignorar todos esses detalhes técnicos que podem definir o sucesso ou o fracasso do seu negócio. Segundo estudo realizado pelo IBMEC São Paulo e SEBRAE a probabilidade de fechamento de um negócio que teve o seu planejamento realizado em até cinco meses é maior do que naqueles que investirem mais de um ano para a concretização da sua idéia. Por isso é essencial que antes de empreender, você busque capacitação e experiência que pode ser útil na antecipação de problemas e na inclusão do negócio.

Falta de Foco e vendas pouco nichadas:

Outro grande problema de quem vende online é a falta de nicho dos produtos, muitos lojistas abrem uma loja virtual e tentam “vender de tudo”, e essa estratégia não funciona para quem tem uma loja de pequeno porte. A tendência do mercado é se concentrar em nichos de mercado, pois dessa maneira você não encara uma competição com os grandes varejistas e as oportunidades de nicho costumam ser bem rentáveis, visto que qualquer pequena fatia de mercado representa milhões de reais.

Conclusão:

Não se deve entrar no mercado digital achando que é mais fácil que no mundo físico. Os desafios no e-commerce são enormes e é necessário muita técnica para administrar com sucesso uma loja na internet. Para isso acontecer é necessário que você entenda de estratégia de marketing e saiba o mínimo de planejamento e finanças para gestão, tendo isso, a chance de sucesso é grande, pois o mercado cresce a cada ano e movimenta bilhões de reais.

Parceria entre Bling e Wirecard permite emitir boletos registrados por R$ 2,29

A plataforma de gestão online Bling e o facilitador de pagamentos Wirecard se uniram com o objetivo de trazer mais benefícios para os empreendedores. O foco da parceria para 2018 é otimizar a operação dos lojistas de acordo com as novas regras de boletos com registro.

Boletos Registrados:

O registro obrigatório para boletos foi uma solução trazida em 2017 pela FEBRABAN (Federação Brasileira dos Bancos) para minimizar o risco de fraudes em transações neste modelo e também para trazer maior controle sobre o histórico financeiro do mercado no país.

Vantagens da parceria Bling e Wirecard:

A tecnologia de pagamentos da Wirecard permite a emissão rápida do boleto com registro dentro da plataforma do Bling. O processo dura menos de 1 minuto pra ser finalizado. Por ser um ambiente já familiar para o usuário, a segurança é mais um atrativo.

O principal destaque porém é o preço do serviço: R$ 2,29 fixos por boleto, e caso o boleto não seja pago, o valor não é cobrado. Quase a metade do valor cobrado pelas agências bancárias.

Quero saber mais sobre a parceria Wirecard + Bling



A integração para emitir boletos registrados:

O Bling é um software de gestão online, perfeito para os pequenos empreendedores e com diversas funcionalidades como cadastro de clientes, gestão financeira, estoque, integrações logísticas. Entre seus clientes estão e-commerces e os principais marketplaces do Brasil.

A Wirecard é uma das maiores empresas de solução de pagamento online do mercado, com mais de 300.000 clientes e há mais de 10 anos no mercado brasileiro,  a empresa pertence à alemã Wirecard, uma das maiores e mais inovadoras instituições de pagamento do mundo.

Para fazer a integração é simples, basta se cadastrar no Bling e já é possível contar com a parceria Bling e Wirecard, emitindo boletos com muito mais agilidade, segurança e economia.

Acesse e saiba mais: https://www.bling.com.br/boleto-registrado/

*Fonte: E-commerce Brasil

Como fazer vendas pelo WhatsApp com a Wirecard e Omnichat?

No universo do comércio eletrônico, é sempre muito importante estar presente em diversos canais. Sejam eles de atendimento, marketing e, até mesmo, negócios. E com o crescimento dos aplicativos de mensagens, os lojistas foram beneficiados com a ampliação dos canais de contato com os clientes, surgem então uma porção de perguntas:  Será que a rede social que uso pode ser um canal de ampliação dos negócios? Como fazer vendas pelo WhatsApp?

Neste artigo, falaremos quais são os benefícios de utilizar o WhatsApp como canal de vendas, e também falaremos sobre a parceria da Wirecard com a Omnichat, uma plataforma que permite o lojista realizar suas vendas pelo aplicativo. Mas caso você já queira aplicar essa novidade na sua operação, clique no botão abaixo:

Usar o WhatsApp no e-commerce é uma boa ideia?

Se você parar para pensar, os consumidores modernos percorrem uma jornada até tomarem a decisão pela compra. Eles navegam em diversos sites, comparam os preços dos produtos com seus concorrentes, pesquisam por variações de modelo, tudo até encontrar o produto ideal.

Em lojas físicas, é muito comum termos algum vendedor para nos auxiliar com essa compra. No comércio eletrônico porém, o conteúdo do site e dos produtos é quem tem a grande responsabilidade pela venda. Neste caso, o WhatsApp surge como uma alternativa para facilitar o processo de compra dos clientes.

Uma pesquisa realizada em Julho de 2017 pelo Serviço de Proteção ao Consumidor Brasil (SPC Brasil) nos deixa claro como fazer vendas pelo WhatsApp pode ser uma excelente oportunidade para o crescimento do negócio. Segundo a pesquisa:

  • 59,2% dos consumidores brasileiros já fizeram pelo menos uma compra com dispositivos móveis, sendo que 27% compraram diversas vezes;

Deu para notar que fazer vendas pelo WhatsApp pode ser uma boa ideia para atender uma demanda latente dos consumidores. Pensando na possibilidade de ampliar a comunicação multicanal dos lojistas, a Wirecard se uniu a Omnichat, uma plataforma que permite que você faça vendas pelo aplicativo de uma forma rápida, segura e simples.

Como fazer vendas pelo WhatsApp com a Omnichat e Wirecard?

A solução inovadora da Omnichat trouxe ao ecossistema de comércio eletrônico a possibilidade para lojistas que buscam mais canais de contato com seus consumidores. Agora, além de poder estabelecer uma comunicação mais direta e personalizada, os lojistas terão total autonomia para finalizar os pedidos pelo WhatsApp com a plataforma da Omnichat.

A empresa identificou no mercado uma necessidade dos lojistas em atender seus clientes utilizando os canais que estes mais utilizam, criando um processo de venda assistida com um suporte mais rápido para dúvidas referentes aos produtos.

Para lojistas que buscam como fazer vendas pelo WhatsApp, a Omnichat permite o uso de fotos e respostas em tempo real, sem a necessidade do cliente sair deste canal de comunicação. Ou seja, os clientes conseguem comprar sem precisar sair à procura de outro site concorrente ou produto, aumentando as taxas de conversão em vendas.

Em uma entrevista com a equipe da Wirecard, Flávio Negrão (CEO da Omnichat) comentou que “a Wirecard é a solução de pagamentos ideal para a Omnichat. Tínhamos a necessidade de oferecer aos nossos clientes uma experiência de compra segura, rápida e fácil de utilizar. E com a Wirecard, os nossos clientes podem aceitar todas as bandeiras de cartão de crédito e boleto registrado, ampliando muito os índices de conversão em vendas.”

Como funciona a parceria da Wirecard com a Omnichat?

A Wirecard atua no momento da finalização da negociação, gerando um carrinho de compra que é aberto pelo próprio app, já com o produto inserido e o valor de frete calculado. Nesta etapa, o cliente só precisará inserir seus dados pessoais, os dados de cartão e o endereço de entrega, de maneira segura e ágil.

Segundo Ricardo Grandinetti (Gerente de Vendas da Wirecard), “estamos muito felizes em dar apoio a uma solução inovadora como esta. Temos certeza de que o impacto deste produto no mercado trará muito valor para os lojistas que buscam como fazer vendas pelo WhatsApp e ampliar seus canais de venda, além de proporcionar uma ótima experiência de compra com todo o sistema de pagamento online da Wirecard.

Faça vendas pelo WhatsApp com a Wirecard e Omnichat!

Amplie seus canais de venda com o aplicativo utilizado por mais de 1 bilhão de pessoas no mundo todo. Faça suas vendas pelo WhatsApp com a Wirecard + Omnichat:

Confira 5 dicas estratégicas para vender mais no Dia dos Namorados

Mais uma data especial está chegando e nós temos uma pergunta para você: o seu e-commerce está preparado para vender mais no Dia dos Namorados? Esta é uma data que apresenta crescimento nas vendas nos meios digitais, por isso, pode ser muito bem aproveitada pelo seu negócio.

Em 2017, de acordo com a Ebit, o faturamento referente ao Dia dos Namorados foi de R$ 1,71 bilhão, o que representou uma alta de 5,1% em relação a 2016. Ainda segundo a Ebit, o número de pedidos online cresceu 7,2% e o gasto médio foi de R$ 420,00.

Para ajudar a organizar a sua loja virtual para esta comemoração, preparamos dicas essenciais relacionadas a estoque, logística, promoção, diversidade de produtos e marketing. E, então, vamos aproveitar essa perspectiva de crescimento para alavancar as vendas do seu e-commerce na data mais romântica do ano?

#1 Controle o estoque e não perca a chance de vender mais no Dia dos Namorados:

Um dos principais motivos para o cancelamento de pedidos em lojas virtuais é o atraso nas entregas. Em muitos casos, isso acontece em decorrência de problemas com o estoque. E o que era ruim fica ainda pior se falarmos de datas especiais, como o Dia dos Namorados. Neste caso, a compra perde o sentido se a entrega não é realizada na data correta.

Para que seu e-commerce não sofra com este problema, em primeiro lugar é necessário conhecer bem seu ramo de atuação. Pesquisas de mercado, feiras de negócios e a própria vivência na área são indispensáveis para não embarcar em modismos ou promessas de ganhos fáceis.

A partir deste conhecimento, é possível decidir sobre o tipo de estoque que melhor se encaixa no seu negócio. De todo modo, é bom lembrar que, independentemente de qual você escolher, o controle deve ser feito diariamente, para que sejam identificados os produtos mais vendidos e aqueles que têm menos saída.

Existem dois principais modelos de controle de estoque estratégico: o tradicional e o dropshipping. No primeiro, o empreendedor vai lidar com solicitações e demandas maiores, por isso a necessidade de manter um estoque físico com grande capacidade de armazenamento. Para o Dia dos Namorados, seguindo este modelo, é interessante saber os produtos que vendem mais e reforçar o estoque, garantindo, assim, disponibilidade para a venda e para a entrega.

O dropshipping, por outro lado, consiste em não manter um estoque físico. Assim, a compra de produtos é feita conforme os pedidos vão aparecendo. Porém, apesar deste modelo funcionar para lojas virtuais, pode ser um risco em datas comemorativas. Qualquer erro entre o fornecedor e o e-commerce pode ocasionar o atraso na entrega e, como consequência, a insatisfação do cliente.

E falando em fornecedor, é bom lembrar que manter um bom relacionamento com ele é fundamental. Isso se torna possível por meio do contato constante e da construção de um relacionamento de confiança. Manter uma linha de comunicação direta com quem fornece os produtos a você pode ser um diferencial em épocas de muito movimento, como costuma ser o Dia dos Namorados.

#2 Use a logística como ferramenta de fidelização de clientes:

Vimos anteriormente que o prazo de entrega está diretamente ligado à satisfação e à fidelização dos clientes, características essenciais que devem ser buscadas por quem quer vender mais no Dia dos Namorados. Por isso que, além do estoque, é preciso também uma atenção especial com a logística. Afinal, ninguém quer correr o risco de entregar um pedido fora do prazo. E para que seu e-commerce não passe por isso, elencamos mais algumas dicas que contribuirão para que você consiga atender às expectativas de seus clientes:

  • Busque profissionais qualificados para a expedição: não adianta ter um estoque bem controlado e organizado se você não tem uma boa expedição. São comuns os relatos de produtos que foram danificados por conta de embalagens malfeitas ou por terem sido manuseados de forma incorreta. Por isso, é bom ter em mente que a qualificação destes profissionais não é perda de tempo e dinheiro, mas um investimento para que você não perca vendas ou receba reclamações;

Seguindo estas dicas, seu e-commerce terá mais estabilidade em momentos de vendas mais intensos, como são as datas comemorativas. Tendo os pedidos e as entregas controladas, você poderá partir para outras ações que também são importantes para o melhor desempenho de seu negócio.

#3 Utilize a criatividade para fazer promoções e encantar os consumidores:

É muito comum que o comércio em geral faça promoções em datas comemorativas. E no e-commerce não é diferente. Tratando-se do Dia dos Namorados, é interessante mostrar ao consumidor que existem alternativas aos presentes tradicionais, como flores, bombons e perfumes.

Mas é preciso criatividade para mostrar as vantagens de escapar das obviedades e fazer o cliente colocar novos produtos na sua lista de presentes românticos. Alguns exemplos podem ser os kits de cervejas especiais, os utensílios de cozinha gourmet ou os acessórios fitness.

Avalie seu catálogo e pense de que forma poderia organizar seus produtos em kits de dois ou três itens, com preços promocionais. Este tipo de customização sempre é bem-vista, pois passa a ideia de que foi pensada especialmente para aquela ocasião. Então, não custa nada trabalhar dessa forma em épocas especiais e, consequentemente, conseguir vender mais no Dia dos Namorados.

#4 Invista na diversidade de produtos e atenda a todos os gostos:

Ao falarmos em estoque, também podemos destacar a importância de contar com um mix de produtos mais variado, com diferentes opções. Nesse sentido, fugir do óbvio é essencial, como citamos no item anterior.

No entanto, é interessante manter um estoque maior dos produtos que poderíamos chamar de tradicionais para a data, como flores, perfumes e bombons. Uma maneira de medir tanto a diversidade quanto o volume é fazer uma pesquisa rápida no histórico de vendas dos últimos anos, se o seu e-commerce tiver, ou nas referências do próprio mercado, para saber as últimas tendências.

#5 Crie campanhas de marketing diferenciadas para as vendas Dia dos Namorados:

Para fazer uma campanha de marketing visando vender mais no Dia dos Namorados, pensamos em um conjunto de ações que podem dar visibilidade ao seu e-commerce e impulsionar suas vendas. São elas:

  • Mudar a foto de perfil de sua loja nas redes sociais: escolha alguma imagem que remeta ao amor e à paixão. Pode parecer uma ideia simples, mas isso mostrará que seu e-commerce está de olho na data e fará os consumidores se sentirem curiosos para ver o que sua loja tem a oferecer;
  • Distribuir brindes temáticos: se a sua empresa costuma oferecer brindes pelas redes sociais, ajuste-os para refletirem o Dia dos Namorados. Doces, chocolates e até mesmo produtos eróticos podem chamar a atenção. Uma proposta é enviar dois brindes, um para o cliente e outro para seu companheiro ou companheira;
  • Criar uma hashtag: é uma ótima maneira de promover uma campanha de marketing nas redes sociais, pois permite que você acompanhe quantas pessoas estão usando o mote da sua campanha, medindo, assim, o engajamento com a sua marca;
  • Fazer um concurso de vídeo: convide seus seguidores a enviarem vídeos, por exemplo, usando os produtos que você vende. Promova um concurso para eleger os melhores e dê brindes aos vencedores.

Caso você se interesse por marketing digital e queira ir mais afundo em estratégias de marketing digital para e-commerces, faça o download gratuito do nosso E-book clicando no banner abaixo:

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Tendo tudo isso bem planejado e organizado, vender mais no Dia dos Namorados está praticamente garantido, pois você consegue oferecer uma boa experiência aos clientes e, ainda, dar um fôlego extra ao seu negócio. E, para finalizar, temos uma última dica: invista em um meio de pagamento online seguro e eficiente.

No Wirecard, oferecemos uma solução para receber pagamentos online por meio de cartões de crédito, débito online e boleto registrado de forma simples e rápida, além de contar com o suporte da gestão de riscos e fraudes para cada transação.

Wirecard OpenCart checkout: a mais completa solução de pagamento na OpenCart

Se você está por dentro do mercado de plataformas open-source, como o Magento ou WooCommerce, provavelmente já conhece o sistema da OpenCart. Ele foi desenvolvido em 2007 por Daniel Kerr, um engenheiro britânico que buscava atualizações nas soluções open-source, além de um desenvolvimento mais robusto para aumentar a competitividade no mercado de e-commerces.

Daniel desenvolveu a OpenCart seguindo a linguagem de programação PHP, um sistema licenciado nos termos técnicos da GNU (General Public License) muito comum entre os desenvolvedores. O sistema é altamente completo, e oferece diversas ferramentas para os lojistas, como a gestão de pedidos, sistema de afiliados, sistema de vale-presentes, venda de produtos digitais e etc.

Mas quando falamos sobre os módulos de pagamento (ou checkout na OpenCart), infelizmente ocorrem algumas limitações para os lojistas que utilizam a plataforma. A maioria dos módulos de checkout na OpenCart possuem altos custos, e os gratuitos disponíveis lá possuem features muito limitadas quando comparadas às funcionalidades completas da plataforma.

Pensando em resolver este problema, a equipe do Wirecard, em conjunto com a empresa parceira Codemarket, desenvolveu uma solução gratuita (e de fácil instalação) para receber pagamentos online na OpenCart com segurança e máxima conversão no checkout.

Wirecard OpenCart checkout: conheça o melhor módulo de pagamentos na OpenCart

Este módulo foi desenvolvido com a tecnologia Vue.js, além de ser 100% pensado para otimizar as conversões no checkout OpenCart com a solução de pagamento transparente. A instalação do plugin é muito simples, e pode ser feita por você mesmo ou pela própria equipe da Codemarket, sem nenhum custo extra.

Ao instalar o Wirecard OpenCart na sua loja, você tem acesso ao melhor checkout transparente na OpenCart, otimizado para aumentar as conversões e diminuir os índices de abandono de carrinho. A seguir, apresentaremos uma lista com todas as features principais do módula Wirecard OpenCart checkout. Confira:

Principais features da Wirecard OpenCart checkout:

    • Mix de funcionalidades inclusas como gateway, gestão de risco e adquirente
    • Pagamento por Cartão de Crédito e Boleto
    • Possibilidade de habilitar e desabilitar formas de pagamento
    • Reconhecimento automático de bandeira de cartão de crédito
    • Controle completo na exibição de parcelas
    • Controle total dos juros por parcela, podendo configurá-los em porcentagem para cada parcela
    • Design responsivo
    • Taxas especiais para recebimentos antecipados
    • Rápido desempenho graças à tecnologia Vue.js
    • Personalização nos títulos de pagamento
    • Possibilidade de oferecer descontos por boleto e vendas à vista
  • Boleto in-line

(As features do módula Wirecard OpenCart checkout são várias, mas selecionamos neste post as principais. Caso queira ter acesso a documentação completa, clique neste link).

Taxas da Wirecard OpenCart checkout:

    • Para recebimento em 14 dias, a tarifa é de 4,49% + R$ 0,69
    • Para recebimento em 30 dias, a tarifa é de 3,40% + R$ 0,69
  • Tarifas de R$ 3,49 por boleto pago e recebimento em 2 dias

*Caso você tenha interesse em negociar outros prazos para recebimento, entre em contato através do e-mail: parcerias@wirecard.com.br/blog

Agende uma demonstração com o módulo de pagamenta Wirecard OpenCart checkout!

Com esta solução completa e gratuita, você terá acesso aos melhores índices de conversão na sua loja virtual. E caso tenha interesse em conhecer mais afundo todas as funcionalidades do módulo Wirecard OpenCart checkout, agende a sua demonstração gratuita com os nossos especialistas clicando no botão abaixo:

opencart checkout

Conheça as melhores práticas para a gestão de recebíveis no e-commerce

Existem três maneiras principais para um e-commerce receber pelos produtos ou serviços que oferece: boleto bancário, débito online e cartão de crédito. Essa última alternativa, por ser amplamente utilizada no parcelamento das vendas, exige que o comerciante preste ainda mais atenção e faça uma cuidadosa gestão de recebíveis, pois é essencial controlar quando os valores parcelados realmente entram no caixa.

O boleto bancário, outro método de pagamento muito utilizado no e-commerce, costuma ser uma alternativa escolhida por pessoas que possuem pouco limite no cartão de crédito ou nem sequer têm um. Além disso, também é utilizado por aqueles que ainda desconfiam um pouco dos cartões e dos pagamentos online.

Já o débito online tem crescido consideravelmente nos últimos anos e passou a ocupar uma posição de destaque entre os meios de pagamento mais populares do e-commerce. Ele veio substituir o boleto, realizando a transferência direta entre contas e permitindo que o dinheiro seja liberado no mesmo instante para a conta de sua loja.

Para se ter uma ideia dos números que envolvem essas formas de pagamento, as compras com cartões de crédito e débito no Brasil somaram R$ 308 bilhões de reais no terceiro trimestre de 2017, o que representa um crescimento de 9% em relação ao mesmo período de 2016. Os dados são da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), que divulgou ainda que as compras com cartão de débito aumentaram 11% contra um ano antes, enquanto as pagas com cartão de crédito avançaram 7,6%.

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Como funcionam as vendas por cartão de crédito?

Bom, como o nosso assunto de hoje é a gestão de recebíveis, vamos focar nas vendas por cartão de crédito, especificamente os parcelamentos. Mesmo com o crescimento dos pagamentos à vista, parcelar o valor total ainda é uma opção bastante usada pelos consumidores online. Segundo o 37º relatório Webshoppers, feito pela Ebit, 49% das pessoas parcelam suas compras online, nem que seja somente em duas ou três vezes. Então, é importante estar atento a como funciona essa forma de pagamento.

Para utilizar este meio de pagamento é necessário possuir um CNPJ para poder se credenciar junto à operadora. Depois disso, uma pessoa faz o recolhimento dos documentos exigidos (pode ser feito também pelos correios) e, em aproximadamente 7 dias, você recebe um e-mail com o código de credenciamento.

Desse modo, seu e-commerce passa a receber o dinheiro diretamente na conta corrente após D+30 dias (em algumas operadoras pode ser D+32 dias). Este D indica o dia em que foi efetuada a captura da sua venda. Vale lembrar que você irá receber o dinheiro da mesma forma que seu cliente parcelou.

Acontece que fazer a gestão de recebíveis de um modo eficiente não é tão simples. Para não se perder nas contas, nosso artigo mostrará algumas boas práticas que ajudarão você a fazer uma gestão controlada de tudo que entre e sai do seu caixa.

Como a conciliação de cartões auxilia na gestão de recebíveis?

Para garantir que seus recebíveis entrem realmente no caixa, é necessário estar sempre de olho nos contratos firmados com os bancos. E isso pode ser feito por meio da conciliação de cartões, uma das maneiras mais eficientes para o controle financeiro, porque evita divergências de informações e garante que as operações tenham sido realizadas corretamente.

Para quem utiliza mais de uma bandeira, por exemplo, ter um sistema de conciliação financeira (como o oferecido pelo Wirecard) é fundamental para uma boa gestão de recebíveis, pois ajuda a manter a saúde financeira do e-commerce. Entre as vantagens dessa automatização, podemos destacar:

  • Conferência das taxas de serviço: ao firmar contrato com a operadora, paga-se uma determinada taxa sobre as vendas. O problema é que, com o tempo, costuma-se deixar de lado sua conferência. E saber se você está pagando exatamente o que foi combinado é uma das principais funcionalidades da conciliação;
  • Aviso dos cancelamentos: uma venda que não foi devidamente estornada é dor de cabeça na certa para o empresário. Imagine que, no meio de tantas transações, uma delas foi cobrada de um cliente que cancelou a compra. Somente o risco de um processo e de indenização, além de toda a preocupação e tempo que isso envolve, já vale o investimento em um sistema que informe corretamente se determinada transação foi efetivamente cancelada;
  • Controle de fraudes (chargeback): um pesadelo para quem vende no cartão é pensar que uma transação é fechada, mas, por algum motivo de fraude, não é reconhecida pela operadora, o que acaba deixando o empreendedor no prejuízo. Por isso, ter à disposição um serviço que ajude a controlar os valores reembolsáveis e as perdas efetivas é mais uma forma de ficar de olho nos problemas e reduzir as perdas;
  • Antecipação sem sustos: para quem costuma lidar com a antecipação dos recebíveis, nunca é demais checar corretamente as taxas e datas acordadas neste tipo de transação. Pela falta de controle, o gestor pode levar alguns sustos e perder tempo até conferir os valores. Também é importante lembrar que a antecipação não deve ser uma prática recorrente, pois o que está pagando as contas hoje pode faltar no caixa no fim do mês. Uma gestão correta da antecipação de recebíveis ajuda a entender o quanto isso impacta nas contas e evita que a situação vire uma bola de neve;
  • Ganho de tempo e de dinheiro: um controle automatizado das conciliações garante ao empreendedor aquilo que ele mais precisa: tempo. E a consequência disso é mais dinheiro também. Se você fizer a comparação manual de todas as transações, certamente faltarão algumas horas no seu dia e o gerenciamento da empresa se tornará um pesadelo. Por isso, uma saída é trabalhar com uma solução que agilize estes comparativos, liberando tempo para cuidar daquilo que é realmente estratégico no e-commerce.

Após garantir a organização e o controle sobre a conciliação bancária do seu e-commerce, podemos passar a outro ponto indispensável a uma gestão de recebíveis saudável e eficiente: o monitoramento do fluxo de caixa.

Como o controle do fluxo de caixa ajuda a garantir o futuro do e-commerce?

Compreender o conceito de fluxo de caixa e saber como utilizá-lo é uma ótima maneira de controlar as finanças de qualquer empresa, o que inclui o segmento de e-commerce. Ele é um tipo de relatório financeiro cujas informações auxiliam o empreendedor a ter um diagnóstico sobre a situação da empresa em um determinado período. Quando bem estruturado, aponta o futuro para que o gestor consiga saber em que momento pode faltar ou sobrar dinheiro.

A maioria das empresas opta por um planejamento semanal. Mas algumas precisam de atualização diária ou mensal. Essa escolha vai depender da complexidade e do ritmo dos processos de cada negócio.

O primeiro passo para fazer e manter um fluxo de caixa é realizar o levantamento de todos os gastos do seu negócio. No caso do e-commerce, inicie fazendo uma lista de tudo o que é necessário pagar, como publicidade, direitos de software, mensalidade de hospedagem, empréstimos e fornecedores.

Além dos gastos, também é importante projetar uma renda. Isso se deve ao fato de que os e-commerces passam por flutuações nas vendas. Então, comece anotando qualquer garantia de renda que a empresa tenha. No caso de vendas por assinatura ou contratos de longo prazo, é possível ter uma boa estimativa do que está por vir para estimar se os números serão positivos, negativos ou estáveis.

Consultar dados do passado pode ser uma boa ferramenta para realizar essas projeções. Em muitos casos, as vendas de uma semana específica no ano anterior podem estar muito mais próximas dos números atuais do que os da semana passada, por exemplo. Com a identificação de que os resultados são crescentes ao longo do último ano, a previsão de receitas pode ser maior. Porém, é fundamental manter os pés no chão e fazer uma projeção realista, assim, você evita de acabar em uma situação difícil.

Em relação aos ganhos, os valores devem ser lançados separadamente de acordo com sua fonte. No caso do e-commerce, geralmente, essa fonte é uma só: as vendas online. Certifique-se, no entanto, de adicionar esses ganhos somente se o dinheiro estiver disponível — não é indicado contar com um recurso que ainda não entrou no caixa. Da mesma forma, preencha todas as despesas com suas classificações e suas datas específicas.

Não esqueça de adicionar o saldo das contas bancárias sempre que iniciar um novo período na gestão de recebíveis. Se você faz um fechamento semanal, por exemplo, toda segunda-feira é preciso registrar o resultado da semana anterior, independentemente se foi positivo ou negativo.

É preciso ainda manter as informações atualizadas de acordo com o seu planejamento e é importante também fazer uma revisão dos números, para não passar nenhum erro. E sempre que um cálculo não corresponder ou surgir qualquer dúvida, pare e descubra qual é o problema. Nunca siga em frente levando questões mal resolvidas, pois elas podem virar uma bola de neve incontrolável.

Por fim, temos uma dica para fazer o controle efetivo do fluxo de caixa: automatize o processo.  Assim como na conciliação de cartões, usar um software para fazer os registros das entradas e saídas de recursos facilita o processo, diminuindo o tempo de trabalho e aumentando a segurança e a confiabilidade dos dados.

Para te ajudar com isso, criamos a Planilha Gratuita de Fluxo de Caixa. Clique no banner abaixo para baixá-la gratuitamente:

planilha fluxo de caixa - gestão de recebíveis

Conclusão:

Mesmo que todos esses procedimentos possam parecer complicados, a prática irá ajudá-lo a compreendê-los melhor. Isso sem falar nos benefícios que todos eles trazem ao dia a dia do seu e-commerce.

Mas para fazer a gestão de recebíveis é preciso, primeiro, que o dinheiro entre no caixa. Para isso, é importante contar com um sistema que garanta que as transações sejam processadas com segurança e transparência, como a solução de pagamentos do Wirecard.

Com ela, seu e-commerce recebe por meio de cartões de crédito, débito online e boleto registrado de forma simples e rápida, com apenas 1 contrato e 1 integração. Para saber mais, entre em contato conosco! Temos uma equipe sempre disponível para tirar todas as suas dúvidas.

Como emitir Nota Fiscal Eletrônica para marketplace?

Você já deve estar cansado de saber que deve emitir nota fiscal para manter o seu negócio legalizado e não ter problemas no futuro. Mas sabia que existem algumas particularidades quando o assunto é Nota Fiscal Eletrônica para marketplace?

O mercado online abriu uma série de possibilidades para empreendedores e revolucionou os processos tributários e fiscais. Hoje, vivemos em uma época em que quase tudo pode ser automatizado, desde cobranças até a emissão de NF-e.

Por outro lado, é comum que conceitos relacionados à evolução da nota fiscal eletrônica não sejam bem compreendidos por profissionais de contabilidade, o que dificulta o dia a dia de muitos gestores.

Geralmente, isso se dá em virtude dos profissionais contábeis estarem um pouco fora da realidade das vendas realizadas pela internet, que acontecem 24 horas por dia, 7 dias por semana, com clientes em qualquer lugar do mundo.

Além disso, surgiram diversos tipos de negócios que não eram imagináveis pouco tempo atrás, como os marketplaces, SaaS, afiliados e tantos outros.

Então, dúvidas surgem a todo momento sobre o tema. Por isso, hoje vamos te explicar como emitir Nota Fiscal Eletrônica para marketplace, quais são os principais desafios e como resolvê-los. Acompanhe!

Quais notas fiscais são utilizadas nos marketplaces?

O tipo de nota fiscal que você irá trabalhar no seu marketplace vai depender do que você vende. Geralmente, dois modelos são utilizados: a Nota Fiscal de Serviço (NFS-e) e a Nota Fiscal de Produto (NF-e).

Vamos explicar melhor como funciona cada uma delas!

Nota Fiscal de Serviço:

Se os usuários do seu marketplace prestam algum tipo de serviço, é bem provável que seja a Nota Fiscal de Serviço que eles devem utilizar. Temos exemplos bem conhecidos, como Airbnb, Uber, Cabify e tantos outros.

Também conhecida como nota fiscal municipal ou nota fiscal de prestação de serviço, a NFS-e é utilizada também por academias, hotéis, escolas, empresas SaaS, clínicas, planos de saúde e várias outras empresas que prestam algum serviço pela internet.

Se o seu marketplace vende produtos online, como cursos online, vídeo-aulas, webinars e congressos online, os usuários também, em sua maioria, precisarão emitir a NFS-e.

Isso acontece, pois você está comercializando algo que é considerado um serviço, já que não há entrega de nenhuma mercadoria física.

E como você deve imaginar, o seu marketplace também presta um serviço para os usuários (vendedores) que transacionam nele. Falaremos um pouco mais disso a seguir.

Agora, veja um outro tipo de nota fiscal que dependendo do caso os seus usuários vão precisar.

Nota Fiscal de Produto:

A NF-e, também conhecida como nota fiscal de mercadoria ou de venda, é aquela utilizada por quem vende produtos físicos.

Existem alguns marketplaces que intermediam a venda de mercadorias físicas, como o MercadoLivre. Assim, o seu vendedor precisa emitir uma Nota Fiscal de Produto para o consumidor final, já que ele receberá um produto em mãos.

Porém, é preciso se atentar a um fato importante! O seu negócio – como plataforma de marketplace – continua prestando um serviço para o usuário que efetuou a venda. Sendo assim, você continuará emitindo a NFS-e.

Como funciona a emissão de Nota Fiscal Eletrônica para marketplace?

É a Nota Fiscal de Serviço que você deve utilizar para justificar os seus ganhos, recolher seus impostos e manter o seu marketplace legalizado.

A NFS-e deve ser emitida na prefeitura em que a sua empresa está sediada. Atualmente, não há um padrão de emissão, o que faz com que as prefeituras solicitem as informações que considerem convenientes, como login e senha, certificado digital e muito mais.

Além disso, alguns órgãos municipais também não permitem a integração automática para gerar as suas NFS-es. Então, todo o processo tem que ser feito manualmente, o que faz você perder muito tempo com uma tarefa exaustiva e extremamente burocrática.

E tem mais: é bem comum que os sites das prefeituras apresentem instabilidades e até saiam do ar. Isso pode acarretar em multas e juros para o seu negócio se deixar passar a data de emissão ou a data de competência, por exemplo.

A boa notícia é que o mercado já oferece soluções simples que resolvem esses e tantos outros problemas que envolvem a emissão de NFS-e.

Softwares de NFS-e inteligentes conseguem absorver as instabilidades e fazer diversas tentativas até que a sua nota fiscal seja emitida de forma totalmente automática.

É possível emitir automaticamente até mesmo em prefeituras que não permitem a integração, como Joinville, Santana de Parnaíba, Barueri e tantas outras.

Quais são os desafios da Nota Fiscal para marketplace?

Quem possui um marketplace precisa ficar atento a alguns desafios relacionados à emissão da nota fiscal eletrônica. Listamos os 4 principais, confira!

Para te ajudar a entender, considere o seguinte exemplo:

A empresa fictícia GoFast presta serviço de conectar motoboys à quem precisa fazer entregas. Sendo assim, temos duas situações distintas:

Marketplace e Vendedor:

  1. O motoboy Gabriel fez 20 entregas em um determinado mês pela plataforma GoFast.
  1. A GoFast cobra 10% de comissionamento em cima de cada transação realizada.
  1. Gabriel precisa receber uma nota fiscal da GoFast no valor das comissões.

Marketplace e Consumidor Final:

  1. O cliente final Rodrigo utiliza a plataforma GoFast para solicitar o serviço do motoboy Gabriel.
  1. Rodrigo paga R$20 para Gabriel por meio da GoFast que, por sua vez, cobra um comissionamento de R$5 do Gabriel por fazer a intermediação e uso da ferramenta.
  1. Como foi Gabriel que prestou serviço para Rodrigo, Gabriel tem que emitir uma nota fiscal de serviço referente aos R$20 pagos por ele.*

*Se o motoboy for MEI, ele tem a obrigatoriedade de emitir nota fiscal apenas para Pessoa Jurídica, para Pessoa Física é opcional.

Agora vamos compreender os principais desafios desse cenário:

#1 Entender quais são os modelos de emissão de NF-e:

É comum no Brasil que os marketplaces emitam as notas fiscais de duas formas: emissão por transação ou emissão por valor acumulado.

-Emissão por transação:

Acontece quando uma nota fiscal é emitida para cada transação realizada em nome do fornecedor ou prestador de serviço do seu marketplace.

-Marketplace e Consumidor Final:

Seguindo o nosso exemplo, se o Rodrigo pedir o serviço de motoboy 20 vezes em um único mês, ele receberá 20 notas fiscais.

-Marketplace e Vendedor:

Se o Rodrigo tiver solicitado o serviço do motoboy Gabriel 20 vezes por mês, a GoFast pode emitir uma nota fiscal para Gabriel no valor da comissão de cada transação realizada. Portanto, Gabriel receberia 20 notas fiscais de acordo com o comissionamento de cada serviço realizado.

A vantagem é que caso uma venda seja estornada em função de reembolso, é possível cancelar a nota fiscal referente à transação cancelada com maior facilidade. Isso evita que você pague impostos desnecessários.

Importante: esse é o caso de empresas optantes pelo Simples Nacional que não pagaram o DAS do mês de competência (importante avaliar outras variáveis com seu contador). Já as empresas de Lucro Presumido ou Lucro Real podem solicitar o crédito mesmo depois de já terem pagado o imposto.

Por outro lado, há uma desvantagem. Se o seu marketplace vende em escala e possui um alto volume de transações, emitir nota fiscal eletrônica para cada uma delas pode aumentar o custo de contabilidade para o seu cliente e para a sua empresa, já que serão gerados muito mais documentos fiscais.

-Emissão por valor acumulado:

Marketplace e Consumidor Final:

Aqui a situação é diferente. Imagine que o Rodrigo utilizou a plataforma GoFast várias vezes em um mês, ou seja, o mesmo serviço foi prestado diversas vezes.

Assim, a GoFast poderia acumular o valor total do serviço prestado no mês e emitir apenas uma nota fiscal. Dessa maneira, o Rodrigo receberia apenas um documento dentro do mês de contratação do serviço.

Marketplace e Vendedor:

Se o Rodrigo tiver solicitado o serviço do motoboy Gabriel 20 vezes por mês, a plataforma GoFast poderá emitir uma única nota fiscal para Gabriel ao fim do mês (ou início do próximo – depende da prefeitura) com o valor de todas as comissões.

Nesse caso, existem algumas vantagens. O seu cliente irá receber menos notas fiscais e consegue ter um controle mais fácil. Além disso, diminui o custo com a contabilidade.

Em contrapartida, se várias transações do Rodrigo forem estornadas, será mais difícil retirar o imposto de uma venda que não ocorreu, por quê? Todos os encargos estarão no mesmo documento.

#2 Escolher o melhor modelo de emissão de NF-e para o seu marketplace:

É comum que empreendedores fiquem em dúvida sobre qual modelo de emissão escolher: transação ou valor acumulado. Afinal, a maioria dos processos que envolvem legalização e tributação são bem complexos.

Portanto, o recomendável é consultar seu contador, pois ele é o profissional responsável por orientá-lo sobre isso.

Outro ponto fundamental é analisar o seu mercado de atuação para entender como as vendas acontecem.

Por exemplo, se você trabalha com uma garantia incondicional de 15 dias e a sua contabilidade determinou que a nota fiscal deve ser emitida dentro do próprio mês de compra, então a emissão com valor acumulado pode não ser a melhor opção.

Porém, se você não possui muitos estornos, essa modalidade tem grandes chances de funcionar para o seu negócio.

Porém, se o seu marketplace efetua um alto volume de estornos, algumas empresas emitem a nota fiscal depois do período de garantia da venda.

Assim, impostos não são pagos sem necessidade. É fundamental consultar seu contador para ele te orientar de forma precisa de acordo com as leis municipais e o contexto de sua empresa.

#3 Adotar um regime especial de tributação:

Em algumas prefeituras, é possível adotar um regime especial de tributação, que faz com que os documentos fiscais sejam emitidos de maneira diferenciada, ou seja, mais vantajosa.

Belo Horizonte é um exemplo dessa situação. Determinadas empresas conseguiram se enquadrar em um regime especial de tributação para acumular todas os comissionamentos recolhidos durante o mês.

Isso quer dizer que elas podem emitir NF-e com o valor acumulado no primeiro dia útil do mês seguinte em nome de cada usuário do marketplace.

Não é comum, mas há casos em que uma prefeitura autorizou a emissão no valor total das compras realizadas dentro da plataforma por um único comprador descontado o valor das comissões repassadas aos vendedores.

Nessa situação, há o abatimento da base de cálculo dos valores repassados aos fornecedores ou prestadores de serviços dos marketplaces.

Exemplificamos algumas situações aqui, porém isso depende das regras e particularidades de cada município. Também é preciso levar em consideração as características do seu marketplace.

Reforçamos que é fundamental contar com o apoio do seu contador.

#4 Formalizar os ganhos dos vendedores do marketplace:

Quem vende dentro da sua plataforma precisa se preocupar em se manter legalizado. Afinal, há a comercialização de produtos/serviços e isso precisa ser declarado. Uma opção é pagar o carnê-leão como pessoa física, mas o imposto pode sair caro.

Outra alternativa é o fornecedor ou prestador de serviço do marketplace criar um CNPJ, o que permite que a regularização tenha um custo baixo. Se ele for MEI, a emissão de NFS-e para pessoa física é opcional, porém é obrigatória para pessoas jurídicas.

Por outro lado, se o volume de vendas for alto e o negócio estiver escalando, o vendedor pode se enquadrar no Simples Nacional, microempresa (ME) ou empresa de pequeno porte (EPP). Assim, terá que emitir notas fiscais em nome de cada comprador.

Lembra do nosso exemplo da GoFast? O Rodrigo é o comprador e o Gabriel é o motoboy que presta o serviço.

Sendo assim, o Gabriel precisa emitir o documento fiscal para o Rodrigo.

Para que você não tenha que lidar com esse processo manualmente, o ideal é conectar-se à um gateway de NF-e, que faça esse trabalho de forma 100% automática.

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Por que você deve automatizar a emissão de NFS-e no seu marketplace?

Como explicamos ao longo desse conteúdo, a Nota Fiscal de Serviço envolve diversas particularidades e as características dependem de cada prefeitura.

Portanto, se você for fazer esse processo manualmente, pode perder horas que seriam melhor aproveitadas em atividades mais estratégicas do seu negócio, como gerenciamento de equipe, atendimento ao cliente, marketing de conteúdo, criação de processos de vendas e outros.

Então, é preciso levar em consideração que a emissão de nota fiscal ainda é um procedimento complexo e bem burocrático, o que pode atrapalhar o desenvolvimento do seu negócio.

Se você não quer se preocupar com essas questões e pretende levar o seu marketplace a um nível mais alto, a melhor solução é automatizar o processo. Assim, você evita perder tempo e ter dor de cabeça.

Veja as principais vantagens da automação de NFS-e para o seu marketplace:

  • Se a sua plataforma possui um CNPJ, é possível preencher o cadastro do cliente a partir da Receita Federal.
  • Caso os dados do endereço dos clientes estejam incompletos, há tentativas para solucionar o problema via CEP ou logradouro relacionado, consultando os Correios ou lançando um endereço padrão, se não for possível emitir a nota fiscal sem ele.
  • Se não foi possível coletar o documento do comprador, o sistema tenta algumas abordagens diferentes para verificar se a prefeitura permite a emissão sem essa informação.
  • Se o email estiver inválido, ele é corrigido ou removido.
  • A prefeitura está instável ou fora do ar? A solução faz retentativas automáticas até conseguir emitir o documento.
  • Para emissões que exigem a Inscrição Estadual, o eNotas ainda preenche essa informação automaticamente.
  • Em caso de estorno da venda, é realizada uma tentativa automática de cancelamento da respectiva nota fiscal, entre outras inteligências e facilidades.

Ainda, você pode usar uma API para NFS-e para automatizar o processo todo de emissão de seu marketplace. Pode até incluir a empresa dos vendedores que transacionam na sua plataforma.

Conclusão:

É bem comum que empreendedores que atuam no universo de marketplaces tenham dificuldades para emitir nota fiscal eletrônica. O fato é que esse processo ainda é bem burocrático e complexo – infelizmente.

Mas a boa notícia é que o mercado online oferece facilidades que solucionam os diversos problemas e desafios encontrados na hora de emitir NFS-e para marketplace.

A automação de nota fiscal é a opção adequada para quem deseja ver o seu negócio crescer e não quer perder tempo com termos complexos, instabilidades constantes e sistemas que sofrem mudanças com frequência.

Hoje você compreendeu como funciona a emissão de Nota Fiscal Eletrônica para marketplaces. Mas, se quiser se aprofundar um pouco mais sobre o assunto você pode conferir o nosso canal Nota Fiscal na Prática e ainda o Guia Prático com os 7 maiores desafios da NFS-e em Nível Nacional.
*Artigo desenvolvido pela equipe do eNotas para o Blog da Wirecard.

Ideias para vender na Páscoa: veja como aproveitar a data no seu negócio

A retomada do crescimento da economia nacional em 2018, ainda que não dê espaço para extravagâncias, já cumpre seu papel ao gerar uma calorosa expectativa de que as vendas na Páscoa deste ano aumentem. Isso porque o cenário positivo do mercado tende a impulsionar uma procura maior não só por produtos tradicionais deste período, mas também por outras opções que agradem aqueles que dispensam o doce.

Então, de olho nesse cenário, é natural que os comerciantes estejam vivendo uma mistura de expectativa e cautela diante da proximidade desta data comemorativa. Diante disso, como preparar o seu e-commerce para as vendas na Páscoa? Será que vale tudo? Siga conosco e entenda quais fatores levar em consideração na hora de preparar as estratégias, as campanhas e as vendas em um mercado tão competitivo!

Nem só de chocolate são feitas as vendas na Páscoa

Olhando para o mercado de chocolates, as gigantes do setor estão otimistas, apostando em produtos novos e mais caros. A estimativa mais atual é de um crescimento nas vendas e na produção entre 5% e 20%, na comparação com 2017, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e derivados (Abicab).

Uma previsão que, num primeiro momento, pode parecer bastante animadora, não fosse o fato de que o primeiro trimestre de 2017 foi marcado por um grave período de recessão e desemprego, deixando evidente que, embora a previsão seja de retomada, ela sem dúvida chega com timidez. Afinal, nivelar por baixo nunca é a melhor alternativa para o mercado.

E essa realidade se reflete desde agora nos e-commerces, não somente de chocolates, mas dos mais diversos produtos e serviços que ganham apelo na Páscoa. Como exemplos, podemos citar as estadias em hotéis, considerando que são ótimas pedidas para o feriado prolongado, ou mesmo lojas de presentes diversos para agradar crianças e adultos que, por algum motivo, abrem mão dos ovos de Páscoa.

A mais valiosa das perguntas aqui é, portanto, como o empreendedor pode fazer uma aposta com qualidade e assertividade para não apenas garantir um bom faturamento agora, mas conquistar e cativar uma clientela fiel para faturar o ano todo.

Hoje, a confiança na economia cresceu e, como resultado, as pessoas estão mais propensas a comprar produtos que no ano passado foram cortados da lista. E é na composição deste cenário que os comerciantes têm visto brechas para investir em artigos novos, inéditos e que atiçam a sua curiosidade. Tudo isso sem esquecer que, mesmo abertos a novas experiências, os consumidores ainda estão com os bolsos mais contidos em 2018.

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Inovação, tecnologia e preços baixos são as apostas para as vendas na Páscoa de 2018

Não é de hoje que as empresas focam sua atenção no comportamento do consumidor, que mais de uma vez obrigou o mercado a rever suas estratégias e se adequar a novos cenários. Mais do que nunca, o atual processo de compra de um produto envolve diversos fatores. Um deles — talvez o principal — é a experiência que a compra, o produto ou o serviço é capaz de oferecer ao cliente.

Atualmente, as marcas que atuam com vendas na Páscoa já sabem que a data está relacionada a diversas questões na vida do comprador. Ele pode ser um apaixonado por chocolate, pode estar presenteando alguém que ama ou pode presentear alguém que nem se importa tanto com o ovo de chocolate e prefira outros produtos.

É com esse fato em mente que o empreendedor precisa dedicar um tempo para organizar ideias para vender na Páscoa oferecendo para seus clientes algo que vá além do tradicional. Sem dúvidas, é o momento certo para investir em embalagens criativas, com tags ou rótulos personalizados e originais, por exemplo.

Além disso, sempre que uma data comemorativa importante para o comércio está próxima, é indispensável que as empresas invistam na temática da comemoração para garantir uma abordagem honesta e com retorno rápido. Mesmo que o consumidor não tenha a intenção de fazer suas compras de Páscoa, dar de cara com toda a temática da data pode ativar um gatilho emocional que estimule o interesse pelos produtos expostos, pois ele assimila que a data está chegando.

Neste caso, os e-commerces ganham destaque para conquistar melhores resultados com as vendas na Páscoa, pois podem inovar na criatividade sem limites em seus espaços virtuais, além de darem a oportunidade do consumidor comprar em qualquer lugar, a qualquer hora.

No caso da decoração para as vendas na Páscoa, é claro que a aposta é nos coelhinhos, suas pegadas e os ovos. Nos e-commerces, apostar na criatividade e investir em imagens ilustrativas por meio de banners, pôsteres, anúncios, aplicativos e e-mails marketing pode ajudar bastante. Afinal, ser criativo e ter um bom preço são as formas mais efetivas para atrair a atenção do consumidor.

Todas as ideias para vender na Páscoa devem ser ponderadas e pensadas de acordo com o seu público e a sua marca. É importante que um e-commerce focado na venda de produtos sem qualquer relação com a Páscoa não fuja da sua maneira de se comunicar apenas para aproveitar o momento: isso pode abalar a credibilidade da sua marca.

Desenvolva ações estratégicas nas mídias sociais

Ainda que o seu negócio já faça isso, é imprescindível ampliar as ações nas mídias sociais durante o período de vendas na Páscoa. Por isso, focar em estratégias diferenciadas, como a postagem de dicas de uso de determinado produto ou a criação de enquetes que estimulem a participação ativa dos usuários, pode ser uma boa iniciativa.

O famoso “mais do mesmo” pode até funcionar, mas é importante que o empreendedor se lembre que, mesmo o foco sendo um faturamento bom com a data, o objetivo é fidelizar e conquistar o cliente em longo prazo, por isso a importância de estratégias inteligentes e bem pensadas quando o assunto são ideias para vender na Páscoa.

Promover as vendas a partir de sorteios e concursos, por exemplo, pode trazer resultados muito mais satisfatórios se for planejado com antecedência e receber o investimento na medida certa para o lucro desejado.

Sugar free: ideias para vender na Páscoa sem depender do chocolate

Mesmo estando fora do pódio de datas comemorativas mais populares para o comércio — Natal, Black Friday e Dia das Crianças lideram —, a Páscoa costuma aquecer as vendas, principalmente as de chocolates. Mas, como vimos, não são apenas as empresas deste segmento que podem aproveitar o momento.

O chocolate pode ser a forma mais tradicional de presentear, mas é possível ir um pouco mais a fundo e explorar todos os outros sentimentos que são celebrados nesta data, como união, gratidão, companheirismo e bem-estar. Para isso, é importante começar com o planejamento para as vendas na Páscoa: tenha em mente a ideia de aproximação, que tem tudo a ver com a comemoração, na hora de montar sua estratégia de divulgação e venda. Além, claro, de fazer tudo isso com antecedência.

Apesar de ser comemorada no domingo, a Páscoa é antecedida pelo feriado da Sexta-feira Santa, em que é celebrada a Paixão de Cristo. Com isso, independentemente de crenças ou religiões, boa parte das pessoas tem, pelo menos, três dias para descansar. Assim, sua campanha pode focar, por exemplo, em dicas e promoções para os clientes aproveitarem o fim de semana prolongado, como passagens para um destino atrativo, uma massagem relaxante ou livros para ler no feriadão.

Relacionar sua oferta de alguma forma com o feriado, indo para temas correlatos, também é uma ótima ideia para vender na Páscoa. Para quem exagerou no chocolate, por exemplo, campanhas que foquem na saúde corporal e produtos desintoxicantes podem ter um retorno bem agradável.

Mesmo que você não consiga fazer essa correlação, há quem prefira presentear com outras opções, como flores, vinhos e livros. Nesses casos, capriche na arte que lembre a data, mas dê alternativas diferenciadas para o consumidor escolher.

Existem várias opções para movimentar e ampliar os resultados do seu e-commerce com as vendas na Páscoa. Basta escolher a estratégia mais adequada para o seu negócio e aproveitar a época mais doce do ano para faturar. Se você quiser entender melhor toda essa questão de vendas, baixe gratuitamente o e-book Como Vender Mais em seu E-commerce, que fizemos especialmente para ajudar você a alavancar as vendas no mundo digital:

como-vender-mais-no-ecommerce

E, claro, além de todas as ações que citamos ao longo deste artigo, é essencial para o seu e-commerce garantir que os clientes façam os pagamentos com exatidão e transparência. Para isso, você pode contar com o Wirecard! Nossa solução cuida de toda a burocracia para receber pagamentos online.

As melhores práticas de marketing de conteúdo para e-commerce

No comércio de rua, a responsabilidade de fazer com que um número cada vez menor de clientes saia da loja sem comprar nada é do vendedor. No contexto digital, não há, necessariamente, a presença dessa figura. Mas, por outro lado, existem métodos e técnicas que cumprem função parecida, como o marketing de conteúdo para e-commerce, sobre o qual falaremos neste artigo.

No nosso texto sobre marketing para e-commerce, já abordamos os pilares do marketing de conteúdo para e-commerce e suas boas práticas, mas é importante recapitularmos o conceito para, na sequência, tratarmos especificamente de sua aplicação no e-commerce. Basta entender, então, que estamos falando de uma estratégia que faz uso da oferta de conteúdo relevante e de qualidade para atrair, envolver e engajar as pessoas. Dessa forma, elas criam laços com a marca, que, assim, consegue aumentar as vendas.

Agora, levando o marketing de conteúdo para o e-commerce, vamos pensar mais uma vez na figura do vendedor. Quando o cliente chega na loja, ele costuma relatar uma necessidade ou algum problema, esperando que o profissional de vendas possa indicar alguma solução.

Um cliente pode chegar em uma loja de ferragens contando, por exemplo, um problema de vazamento na pia da cozinha. O vendedor, conhecendo os produtos que tem à disposição, vai tentar indicar algo que possa estancar o problema, como um cano, uma fita, uma cola ou algum tipo de rosca. O cliente, diante de um argumento firme de um profissional que trabalha diariamente com isso, efetuará a compra.

Da mesma forma, uma atleta de fim de semana pode entrar em uma loja de materiais esportivos em busca de um bom tênis para corrida, estipulando valores máximos e algumas características específicas para suas corridas. A partir dessa necessidade, o vendedor, que costuma assistir palestras e participar de eventos de fornecedores, vai sugerir o calçado que ele julga ser o mais adequado para o cliente.

O marketing de conteúdo para e-commerce na prática:

Sem a figura do vendedor para tirar dúvidas e sugerir as soluções mais indicadas, no e-commerce cabe ao próprio cliente encontrar essas informações para decidir com segurança entre as inúmeras opções que tem à sua disposição. Por mais que o cliente tenha ido atrás do assunto e analisado especificações técnicas e modelos, a variedade pode acabar causando confusão.

Um exemplo bem claro disso é o do smartphone. A velocidade com que as empresas lançam novos modelos é alta. Sempre surgem novas opções, com diferentes funções e aparatos tecnológicos embutidos. São tantos que o cliente se perde na hora de comprar. Quem nunca precisou pedir ajuda para aquele amigo que entende melhor do assunto ou passou horas pesquisando? Ousamos dizer que todos nós já fizemos isso.

Nesse contexto, portanto, surge o desafio de o comércio virtual encontrar formas de convencimento e, assim, aumentar sua taxa de conversão, transformando mais visitantes em clientes. Para isso, é fundamental descobrir uma maneira de ajudar as pessoas a resolverem seus problemas e necessidades.

É aqui que o marketing de conteúdo para e-commerce ganha papel de destaque. Com ele, a empresa, em vez de apenas lançar mão da propaganda que anuncia promoções e as qualidades dos produtos, passa a fazer uso de uma ferramenta que vai além, transformando a sua marca em uma fonte de conhecimento relevante para o consumidor.

Gerando mais interesse pelo universo do seu produto, você guia seu consumidor pelo processo de compra dele. Ele passa a valorizar mais sua marca e se torna um comprador recorrente ou um propagador dos seus produtos.  A estratégia sai do campo ligado puramente ao marketing e faz uma fusão com o conteúdo exposto em um formato mais didático.

Claro que ele funciona também como forma de propaganda. Tanto que o conceito mantém o marketing em seu nome. Mas quando falamos que essa ferramenta vai além, queremos deixar evidente que ela entrega valor de outra forma, por meio de respostas. É o conhecimento aplicado como instrumento do marketing.

Por isso, o marketing de conteúdo para e-commerce é feito por vários canais, como blogs e redes sociais, e por meio de diferentes ferramentas e práticas, como e-mail marketing, infográficos, vídeos e e-books.

Investir nesta ferramenta para alavancar os negócios é uma tendência mundial. De acordo com o estudo O Estado do Inbound Marketing 2017, feito pela HubSpot com mais de 6 mil empresas em todo o mundo, as empresas pretendem aumentar a produção de conteúdo para ganhar mercado. Veja alguns números:

  • 56% disseram que querem aumentar a presença orgânica nos mecanismos de busca, como o Google;
  • 48% informaram que vão investir em criação de conteúdo para blogs e 45%, em conteúdo interativo;
  • 42% falaram em criar conteúdo visual, como infográficos;
  • 24% disseram que vão investir na criação de conteúdos visuais e artigos longos.  

Entre os entrevistados, há uma crença geral de que ter um site e um blog, apesar de importante, já não é mais suficiente para atrair a atenção de seus compradores. Essa mudança impôs a necessidade de pensar em novas práticas tanto na elaboração quanto na divulgação de conteúdo, entre elas, os participantes da pesquisa disseram que vão investir, principalmente, em conteúdo relevante para redes sociais e aplicativos de mensagens. Em resposta a quais canais de distribuição de conteúdo eles planejam adicionar esforços, temos:

  • 58% no Facebook;
  • 55% no YouTube;
  • 48% no Instagram;
  • 36% em aplicativos de mensagens.

Além da confirmação de tendências, também há a mudança dos hábitos dos consumidores. Um estudo feito pela Kantar TNS, o Connected Life, mostra que 74% dos consumidores brasileiros fazem algum tipo de pesquisa online antes de realizar uma compra, seja por meio de buscadores como o Google, seja diretamente em sites e blogs.  

Imaginemos que aquela atleta de fim de semana do nosso exemplo anterior resolva ir para a internet para comprar o tênis. Munida da necessidade de um tênis adequado para corridas e que esteja dentro de seu padrão financeiro, ela resolve buscar em diferentes e-commerces as melhores opções.

Agora, vamos supor que ela encontre um texto em um blog que fala justamente sobre dicas de calçados e vestuários para atletas amadores, algo como “O que vestir para fazer sua corrida matinal”. É bem provável que a necessidade dela seja resolvida e que ela escolha o e-commerce responsável por aquele canal para comprar o tênis indicado no material, uma vez que desde o primeiro momento a marca esteve presente no seu processo de compra, oferecendo exatamente o que ela precisava saber na primeira etapa de sua decisão.

E isso vale para diversos assuntos. Da mesma forma como um e-commerce de materiais esportivos pode ter um blog com dicas relacionadas a este universo, outras lojas virtuais podem fazer a mesma coisa. Uma livraria pode publicar resenhas e avaliações de livros e promover debates por meio de um fórum, por exemplo.

Aqui vai um lembrete: as ferramentas de busca estão aí para serem utilizadas e colocarem sua marca em local de destaque. Na prática, isso significa que mesmo a pessoa não conhecendo seu e-commerce, ela pode encontrá-lo e se encantar ao perceber que você oferece respostas para as perguntas que ela está fazendo.

Então, use e abuse das técnicas de SEO (Search Engine Optimization). Elas são necessárias para ajudar o Google a encontrar mais fácil sua marca e, consequentemente, indicá-la nos primeiros resultados de busca. Não utilizar esse conceito é quase uma sentença de morte para sua estratégia de marketing de conteúdo para e-commerce.

Construindo uma relação com os clientes através do conteúdo:

Precisamos destacar que o marketing de conteúdo para e-commerce não deve ser entendido como ação pontual. Para que ele funcione e seja realmente eficiente, deve construir um relacionamento confiável com o cliente em todos os estágios de seu processo de decisão, desde uma pesquisa inicial até o pós-venda, para que ele recorra à sua marca quando precisar resolver um problema ou no caso de surgir um novo interesse.

Sendo assim, depois que ele acessar pela primeira vez o seu e-commerce e deixar dados de contato, como o e-mail, é essencial nutri-lo com materiais de qualidade que vão avançando estrategicamente conforme o interesse deste usuário.

A chave desse processo é o seu e-commerce se tornar referência. Quanto mais conteúdos de qualidade forem oferecidos, maior será a sensação do cliente de que sua empresa tem a expertise necessária no assunto. Se isso acontecer, ele naturalmente irá se tornar um embaixador de sua marca, indicando-a a amigos e familiares, fazendo o nome do seu e-commerce circular cada vez mais.

No entanto, é vital que, junto a isso, todo o restante também funcione. Por isso, entregue a compra dentro do prazo combinado, faça o atendimento pré e pós-venda de forma ágil e educada e elimine qualquer outra falha que prejudique a relação e o trabalho de atração das pessoas.

Pesquise e construa a persona mais próxima da sua realidade:

A qualidade e a relevância do seu conteúdo depende necessariamente da construção da persona que precisa estar o mais próximo possível da realidade da sua marca, pois é com ela que você precisa se comunicar. Dizer isso parece óbvio, mas cada detalhe nesse processo pode fazer a diferença.

Confrontos geracionais precisam entrar nessa escolha. O que você vai falar para jovens de até até 24 anos, dependendo do produto, precisa ser diferente da comunicação direcionada aos clientes com mais de 40 anos.

Em um e-commerce de camisetas, por exemplo, essa diferença fica ainda mais clara. As necessidades de um jovem de 20 anos em relação ao vestuário são bem diferentes das demandas de seus pais. O primeiro grupo procura atributos mais ligados ao design, como estampas e formatos mais descolados.

Já o grupo dos pais entende que a camiseta precisa ter atributos mais objetivos e menos subjetivos. Se serviu bem e o modelo agradou minimamente, serve. Claro que não dá para colocar todas as pessoas dentro dessa linha de pensamento, mas, em geral, costuma ser assim.

Então, se você vende as camisetas que agradam os jovens interessados em peças descoladas, elabore conteúdos que tenham a linguagem adequada, dentro do universo no qual eles estão inseridos. Dessa forma, eles se sentirão mais próximos da sua marca, criando uma relação que tem tudo para ser duradoura.

A qualidade é mais importante do que a quantidade:

Na empolgação de querer vender sempre mais, muita gente se preocupa muito com a quantidade de posts no blog e um número alto de disparos de e-mail marketing e deixam de lado o mais importante, que é a qualidade. Pense que o cliente está procurando por informações relevantes, que o ajude a resolver alguma questão do cotidiano. Então, publicar qualquer coisa só para mostrar que publicou vai queimar sua imagem.

Como vimos, o marketing de conteúdo para e-commerce pode ser uma importante aliada na busca pelo aumento no volume de vendas. Mas tome cuidado e se preocupe sempre com a qualidade dos materiais.

Mensurar os resultados do marketing de conteúdo para e-commerce:

Depois de aplicar o marketing de conteúdo para e-commerce, você precisa monitorar os resultados e ver o impacto das ações para o público-alvo. Utilize métricas de relacionamento, conversão, engajamento e de acesso. Confira, por exemplo, curtidas nas redes sociais, visitas ao blog e visualizações no YouTube.

Para isso, existem diversas métricas, oferecidas, inclusive, pelas próprias redes sociais, como Facebook Insights (métricas no Facebook), Google Analytics (ferramenta mais completa para monitorar acessos e comportamento do público em um site ou blog), Analytics Tab (métricas no Linkedin) e Youtube Analytics (métricas para canais no Youtube).

Com os dados obtidos no monitoramento, avalie se há algo para melhorar ou adaptar no processo. Veja o que dá certo e o que dá errado e ajuste a comunicação ao longo do tempo. Afinal, tornar-se autoridade no que você faz de melhor e conquistar a confiança dos seus clientes passa por parar e analisar o que é melhor para você e seu público.

Por fim, temos mais uma dica: um e-book gratuito sobre marketing digital para empreendedores de e-commerce. Com ele, você vai entender por que investir nessa ferramenta é a melhor maneira de sobreviver em meio a tantos concorrentes ávidos por um lugar ao sol. Clique no link abaixo e faça o download gratuitamente: